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  • Doença mental — a doença misteriosa

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  • Doença mental — a doença misteriosa
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g86 8/9 p. 3

Doença mental — a doença misteriosa

Irene não tem nenhuma idéia do que começou a ir mal. “Eu tinha 30 anos”, lembra-se, “era uma mãe que trabalhava fora, com dois filhos para cuidar. É verdade que tinha alguns problemas. Mas não era nada de incomum”, isto é, até que surgiram os primeiros sinais da doença.

“Certo dia, aproximei-me de uma pessoa totalmente estranha e insisti que ela era minha falecida irmã. Estava segura de que ela se parecia com minha irmã e falava como ela. Esse foi meu primeiro desvio da realidade.

“Tempos depois, eu voltava a pé do salão de beleza para casa, e comecei a chorar. Estava segura de que meu marido tinha me abandonado e carregado os filhos com ele! Mas cheguei a casa, e eles estavam todos ali. Meu marido podia ver que havia algo de errado comigo, e me levou para a casa de uma das minhas irmãs. Eu estava convicta, porém, de que ela queria me matar! Meu marido decidiu internar-me num hospital.”

Foi assim que começou a odisséia de hospitalização, psicanálise, terapia de eletrochoques e medicação de Irene — em busca duma cura da misteriosa moléstia que tinha transtornado a sua vida.

A DOENÇA mental colhe tremendo tributo de sofrimento humano. O Instituto Nacional de Doenças Mentais, dos EUA, afirma que cerca de um de cada cinco americanos adultos acha-se afligido por um distúrbio mental. “A Organização Mundial de Saúde (OMS 1975a) relata haver calculadamente 40 milhões de casos não-tratados de doenças mentais nas regiões em desenvolvimento do mundo; talvez 200 milhões sofram de distúrbios menos graves.” — Third World Challenge to Psychiatry (O Desafio à Psiquiatria no Terceiro Mundo).

Simples números, porém, não podem medir a dor da doença mental. “Pode imaginar o que significa”, pergunta a mãe dum homem que é doente mental, “ficar sentada no consultório dum médico com um filho que, na maior parte da sua vida, devotou-se aos outros, e saber que ele não é mais a mesma pessoa?” Também, a doença mental muitas vezes é uma marca de vergonha, uma moléstia envolta numa linguagem de desprezo (pirado, maluco). Com freqüência, só é um pouco mais entendida pelos amigos e pela família do que era em épocas medievais — quando os insanos eram declarados ‘possuídos pelo Demônio’.

Entretanto, começou-se a descerrar o véu de mistério que cerca a doença mental. Recentes avanços extraordinários trouxeram nova compreensão sobre tal enfermidade. Novos tratamentos permitem que muitos anteriores doentes mentais — como Irene — levem agora uma vida normal e produtiva. Os artigos que seguem focalizarão não só estes encorajadores avanços, mas também as sinceras esperanças de Irene de obter uma cura permanente no futuro próximo.

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