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Os “bugs” de escuta eletrônica clandestina são tão difíceis de detectar quanto os parasitos da pele. Sendo tão diminutos quanto uma cabeça de fósforo, estes aparelhos podem ser colocados em canetas que escrevem mesmo, podem ser disfarçados como comprimidos de aspirina, ou como a azeitona dum martini, podem ser usados como brincos, ou até mesmo serem inseridos sob a pele.
Podem captar até um sussurro num quarto, e transmitir a voz a uns 400 metros de distância.
E tais “bugs” podem ser mais difíceis de exterminar do que seus pequeninos e incomodativos homônimos!