De Nossos Leitores
Ensinar os filhos a amar a criação. Ao instruir nossos filhos, procuramos ajudá-los a apreciar a beleza natural que Jeová fornece de forma tão amorosa. Gostamos de usar os artigos que sempre aparecem em Despertai!, como “Carriça: pequeno no tamanho, possante na voz”. (8 de setembro de 1998) As crianças ficam muito animadas. Ficamos felizes de partilhar essas informações com elas.
K. A., Estados Unidos
Pesadelos. Realmente gostei das sugestões do item “Pesadelos na infância são comuns”, em “Observando o Mundo”. (8 de setembro de 1998) Meus filhos têm pesadelos, mas eu sempre lhes dizia para não falar a respeito e simplesmente dormir de novo. Agora, com as sugestões dadas, posso lidar melhor com esse problema. Por favor, não deixem de publicar informações úteis como essas.
R. N., Zimbábue
Leões assassinos. Gostei muito do artigo “O ‘Expresso Lunático’ da África Oriental”. (22 de setembro de 1998) Mas vocês disseram que os leões assassinos eram um macho e uma fêmea. Na verdade, eram dois machos.
K. B., Estados Unidos
“Despertai!” errou nesse ponto. Apreciamos o esclarecimento. — RED.
Mal de Alzheimer. Sou chefe de uma equipe de pesquisadores do mal de Alzheimer a serviço de uma grande companhia farmacêutica. Assim, li com muito interesse a notável série “Mal de Alzheimer: como aliviar o sofrimento”. (22 de setembro de 1998) Sua ampla cobertura desse generalizado problema de saúde pública me impressionou muito. E como ancião congregacional, achei inestimáveis os conselhos práticos nos artigos.
S. S., Estados Unidos
Visto que meu pai tem o mal de Alzheimer, um colega de trabalho que assina Despertai! me emprestou um número da revista. O artigo que mais me comoveu foi “Preserve a dignidade do paciente”. Acho que nunca é demais enfatizar esse ponto. Obrigada pelas dicas apropriadas. Estou certa de que esses artigos ajudaram muitas pessoas.
M. P., Canadá
Gostaria de agradecer do fundo do coração pelos artigos. Desde que recebemos o diagnóstico de que minha mãe tinha o mal de Alzheimer, em 1986, lemos muito a respeito desse assunto. Mas em matéria de cordialidade, sentimento e empatia, seus artigos superaram tudo o que lemos. Vocês estão absolutamente certos ao dizer que os doentes com o mal de Alzheimer precisam de amor e ternos cuidados, até os estágios finais. Minha mãe não consegue comer nem falar. Mas os artigos nos deram forças para mostrar-lhe ainda mais amor e afeição.
H. E., Áustria
Como presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), quero parabenizá-los pelos artigos. Apresentaram a doença e o impacto sobre a família de forma bastante clara. Tiveram o cuidado de respeitar o indivíduo portador e apresentaram depoimentos elucidativos de que o amor ainda é o melhor remédio.
V. C., Brasil
Fobias. Obrigado pela excelente série “Como controlar as fobias”. (22 de julho de 1998) Enfrento esse problema há mais ou menos dois anos, desde que terminei o segundo grau. Às vezes me sinto embaraçado ao falar com estranhos e até com pessoas que conheço bem. Estou certo de que suas sugestões me ajudarão a melhorar. Obrigado por me ajudar a entender e a lidar com meus sentimentos mais profundos.
D. M. P. S., Brasil