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LEBRE

Um animal roedor, parente próximo do coelho, porém de tamanho maior, e diferindo deste no sentido de que seus filhotes geralmente não nascem num buraco subterrâneo, e já são ativos ao nascerem, tendo pleno pelame e os olhos abertos. A Lei fornecida mediante Moisés proibia a lebre como alimento, e a menciona como um ruminante. (Lev. 11: 4, 6; Deut. 14:7) As lebres e os coelhos, naturalmente, não possuem um estômago dotado de muitas cavidades ou muitas partes, e não regurgitam seu alimento para voltar a mastigá-lo, características estas que se associam com a classificação cientifica dos ruminantes. Entretanto, é preciso lembrar que tal classificação científica moderna não foi a base para a palavra hebraica usada para ‘ruminante’ nos dias de Moisés. Assim sendo, não existe base alguma para se julgar a exatidão da declaração da Bíblia por meio desta concepção restrita, relativamente recente, do que constitui um animal ruminante, como o fazem muitos críticos.

No passado, comentaristas que tinham fé na inspiração do registro da Bíblia não viam erro algum nessa declaração da Lei. Observou The Imperial Bible-Dictionary (Dicionário-Bíblico Imperial; Fairbairn, 1874, Vol. I, p. 700): “É óbvio que a lebre, em repouso, mastiga vez após vez o alimento que ela ingeriu há algum tempo; e tal ação sempre foi considerada popularmente como ruminar. Até mesmo nosso poeta Cowper, cuidadoso observador de fenômenos naturais, que registrou suas observações sobre três lebres que domesticou, afirma que elas ‘ruminavam o dia todo até a noitinha’.”

A observação cientifica das lebres e dos coelhos nos anos mais recentes, contudo, indica que se acha envolvido algo mais do que a aparente ruminação. Escreve François Bour-lière [The Natural History of Mammals (História Natural dos Mamíferos), 1954, p. 41]: “O hábito de ‘coprofagia’, ou de fazer o alimento passar duas vezes pelos intestinos, em vez de apenas uma vez, parece ser um fenômeno comum nos coelhos e nas lebres. Os coelhos domésticos geralmente comem e engolem sem mastigar suas bolotas fecais noturnas, que constituem pela manhã quase a metade do conteúdo total de seu estômago. No coelho-selvagem, a ‘coprofagia’ ocorre duas vezes por dia, e se relata que a lebre européia tem o mesmo hábito. . . . Crê-se que tal hábito fornece aos animais grandes quantidades de vitaminas B, produzidas por bactérias contidas no alimento enquanto se acha no intestino grosso.” Sobre o mesmo ponto, a obra Mammals of the World (Mamíferos do Mundo, Vol. II, p. 647) observa: “Isto pode ser similar à ‘ruminação’ dos mamíferos ruminantes.”

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