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  • Uma missionária na Coréia escreve a seu instrutor

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  • Uma missionária na Coréia escreve a seu instrutor
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1958
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1958
w58 15/1 p. 40

Uma Missionária na Coréia Escreve a Seu Instrutor

Meu prezado Juiz,a

. . .Temos aprendido muito sôbre novas pessoas e novos costumes, mas, principalmente, chegamos a ver por que fomos à Escola Bíblica de Gilead da Watchtower. Naquele tempo pensávamos que soubéssemos a razão, mas requer realmente vivê-la para se avaliar a sua preciosidade. Sabemos agora o que significa a palavra “missionária”. Tinha desejado ser uma, por muito tempo, e certamente não fiquei desapontada.

A Coréia é um lugar fascinante para se viver. As pessoas de negócios vestem-se à moda ocidental e interessam-se muito nas coisas modernas. São pessoas alertas e bastante inteligentes; gostam de falar e de fazer perguntas. Tratam-nos sempre com cortesia. Ficam suprêsas de que nos dirigimos a elas falando seu próprio idioma. Ao pregarmos, elas escutam atenta e sinceramente. Mesmo quando não querem literatura, ouvem-nos até o fim. Por isso, em Seul quase não há pessoa que não reconheça as testemunhas de Jeová.

Os clérigos, exasperados, admoestam seus rebanhos a não nos escutarem, mas sabe o resultado disso. A pergunta que mais frequentemente se suscita é: “Em que diferem suas crenças das de outras religiões?” Em resposta a isso, tomamos simplesmente um assunto tal como a trindade e derrubamos o alicerce debaixo dêle. E, uma vez que se lhes mostrou uma mentira, quase não é possível fazê-los andar devagar para estudar as coisas cuidadosamente. De repente querem saber tudo de uma vez; querem estudar duas ou três noites por semana, ou mesmo cada dia.

Vêm às reuniões, e uma vez que começam a associar-se com a congregação, passa pouco tempo antes de se dedicarem. Embora entrem rapidamente, com pouco mais do que conhecimento básico, são firmes, porque a verdade torna-se tôda a sua vida. Gostam de pregar, bem como de falar a verdade entre si mesmos. Não se pode deixar de amá-los.

Depois de um ano e meio, é emocionante ver nossa congregação, uma das oito em Seul, crescer, ser dividida e estar agora pronta para outra divisão. Além disso, tivemos parte em ajudar alguns de nossos estudos a se tornarem maduros e a serem batizados. Agora somos avós. Alguns daqueles com quem estudamos já observaram suas próprias pessoas de boa vontade serem imersas. Isso, realmente, faz a gente sentir um nó na garganta.

O potencial de pessoas de boa vontade aqui é inacreditável. Temos mais para fazer do que é possível. Faz três semanas, eu tive uma boa experiência. Batendo numa casa, encontrei um jovem estudante de cêrca de quatorze anos de idade. Êle queria o livro “Seja Deus Verdadeiro”, mas não pôde contribuir; por isso lhe disse que eu voltaria, e dei-lhe um convite para a conferência pública na assembleia de circuito, naquela semana. Depois que saí da casa anotei o enderêço e o esqueci prontamente. Depois, na assembleia, a quem não vejo senão esta carinha ansiosa olhando para mim. No princípio nem o reconheci (todos os estudantes se vestem de modo igual em uniformes regulares), mas depois comecei a compreender. Êle disse que eu tinha de voltar logo à sua casa, por que seus pais tinham de ver-me.

Na noite seguinte êle estava de volta para ver o novo filme “A Felicidade da Sociedade do Novo Mundo”. Êle tinha quase que lágrimas nos olhos ao ver as cenas do Novo Mundo. Mais tarde eu soube que seu pai e sua mãe também estiveram ali. Na têrça-feira seguinte fui visitá — los com outra missionária. Acolheram-nos na sua casa de braços e corações abertos. Tinham sido metodistas por vários anos, mas achavam que duas horas de orações, de cânticos e de ouvir seu moksa (ministro) pregar, não podia ser tudo o que Deus exigia da verdadeira religião. O pai disse que queria obter conhecimento pessoal da Bíblia. Depois de nosso estudo, na semana passada, disseram que se sentiam como se Deus nos tivesse enviado. Seus corações estão satisfeitos agora, exceto que vêem a necessidade de mais conhecimento.

É um pouco difícil transmitir no papel o brilho nos olhos dêles e a alegria nos seus rostos, mas eu achei que foi a experiência mais maravilhosa que já tive. Aqui se tem muitas experiências incomuns, porque se encontram muitas pessoas de alto nível social, etc., que tomam sua posição. Mas, entre tôdas estas, esta pequena família íntima tem sido a mais querida.

Não há vida na terra que se compare a esta. Nossa família missionária está bem achegada e há muita alegria. Para a Coréia, nossa casa é maravilhosa. Embora haja desapontamentos temporários, êles passam. A Coréia é como nosso lar.

Espero que o irmão e sua espôsa estejam passando bem e que sejam felizes. Mas, como poderia ser diferente — o que poderia ser melhor do que servir a Jeová?

Transmito meu amor para com ambos,

[assinado] Elaine Schiedt

[Nota(s) de rodapé]

a Porque êle ensinava lei na escola.

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