BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w69 15/2 pp. 127-128
  • Perguntas dos Leitores

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Perguntas dos Leitores
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
  • Matéria relacionada
  • ‘Fazer discípulos’ — até quando?
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
  • Deve seu bebê ser batizado?
    Despertai! — 1974
  • Jesus se torna o Messias
    Aprenda com as Histórias da Bíblia
  • O batismo vem depois de se fazer discípulos
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1973
Veja mais
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
w69 15/2 pp. 127-128

Perguntas dos Leitores

● Por que disse o apóstolo Paulo, conforme registrado em 1 Coríntios 1:17, que Cristo não o mandou “para estar batizando”? Ele batizou crentes, não batizou? — G. Q., E. U. A.

No meio dos seus comentários sobre um problema com divisões existentes na congregação coríntia, o apóstolo Paulo escreveu: “Pois Cristo não me mandou para estar batizando, mas para estar declarando as boas novas, não com sabedoria de palavra, a fim de que a estaca de tortura do Cristo não se torne inútil.” — 1 Cor. 1:17.

Podemos ter a certeza de que Paulo estava bem a par da ordem de Jesus, de fazer discípulos e de batizá-los. (Mat. 28:19, 20) E Paulo viajou muito, fazendo discípulos e ensinando pessoas a observar todas as coisas que Jesus ordenara. Não menosprezou a importância do batismo, mas recomendou-o. — Atos 19:1-5.

A declaração em 1 Coríntios 1:17 precisa ser compreendida no seu contexto. Nos versículos anteriores, Paulo mencionou que ele batizara Crispo, Gaio e a família de Estéfanas. (1 Cor. 1:14-16) Não fizera isso sem a permissão de Cristo, mas, antes, com a autorização registrada em Mateus 28:19.

O ponto salientado pelo apóstolo era, que não considerava que batizar pessoas fosse a sua designação exclusiva ou primária. Cristo disse a Paulo especificamente que devia pregar, ser “testemunha” às nações. (Atos 26:16; 9:15) Embora Paulo pudesse batizar e batizasse pessoas, há razões por que talvez não batizasse grande número delas. O contexto mostra que poderiam surgir divisões. Se os próprios apóstolos se tivessem especializado no batismo, talvez teria contribuído para a formação de partidos ou grupinhos de cristãos batizados por determinados homens.

Portanto, durante a estada de Paulo em Corinto, alguns anos antes de escrever a sua primeira carta à congregação ali, ele batizou algumas pessoas. Mas, o batismo não era um rito especial a ser realizado apenas pelos apóstolos, nem tinha mais significado quando realizado por um apóstolo do que quando feito por outro membro varão da congregação cristã.

● Se Abraão realmente acreditava que ia sacrificar seu filho Isaque, por que disse aos ajudantes que ele e Isaque retornariam a eles? — E. M., E. U. A.

Jeová dissera definitivamente a Abraão que queria que este lhe oferecesse seu filho amado Isaque como sacrifício. — Gên. 22:2.

Abraão, com fé, acompanhado de seu filho e de dois ajudantes, viajou até que o local do sacrifício estava a uma distância discernível. Abraão disse então aos seus ajudantes: “Ficai aqui com o jumento, mas eu e o rapaz queremos ir para lá e adorar, e retornar a vós.” — Gên. 22:5.

Não sabemos se Abraão avaliou plenamente a veracidade de sua declaração naquela ocasião. Mas, o que ele disse era como que profético daquilo que realmente iria acontecer.

Duvidava Abraão de que Isaque seria oferecido como sacrifício? Não; ele intencionava plenamente obedecer a Deus e tinha plena fé em Jeová e em Seu poder. Por isso, Abraão ia executar o que Deus dissera, mesmo que seu querido filho morresse. Abraão sabia que tanto ele como sua esposa Sara estiveram como que já mortos quanto à sua capacidade de procriação, e, no entanto, Deus revitalizara sua faculdade para ter filhos. Esta revitalização de sua faculdade procriativa resultou em Isaque. — Heb. 11:11, 12; Rom. 4:19-21.

Jeová já prometera a Abraão que faria dele uma grande nação e que Abraão seria assim um meio de produzir grande bênção para “todas as famílias do solo”. E Deus dissera a Abraão o que iria acontecer com respeito ao seu “descendente”. (Gên. 12:1-3; 15:13-16) Deus não falara a respeito de prole por intermédio de outro filho, pois dissera especificamente: “O que será chamado teu descendente será por intermédio de Isaque.” (Gên. 21:12) Se Isaque havia de ser sacrificado, então, para que a bênção viesse por meio daquele descendente, seria necessário que Jeová ressuscitasse Isaque. Cria Abraão que Jeová podia fazer isso? O apóstolo Paulo, sob inspiração, respondeu que Abraão “achava que Deus era capaz de levantá-lo [a Isaque] até mesmo dentre os mortos”. (Heb. 11:19) Portanto, Abraão podia claramente esperar que, se Isaque morresse, Deus, no tempo devido, o ressuscitaria, para que Isaque pudesse produzir o descendente prometido. Os comentários de Abraão, feitos aos seus ajudantes, refletem tal confiança.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar