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  • Generosidade gera generosidade
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
w70 1/1 pp. 1-4

Generosidade gera generosidade

“QUEM semear parcimoniosamente, ceifará também parcimoniosamente; e quem semear generosamente, ceifará também generosamente.” Estas palavras do apóstolo cristão Paulo constituem bom conselho, não só para os jardineiros e lavradores, mas também para todos os que gostariam de manter boas relações com o seu Criador e seus próximos. — 2 Cor. 9:6.

É verdade que há os que abusam da generosidade, mas, de modo geral, aplicam-se as palavras de Jesus: “Praticai o dar, e dar-vos-ão. Derramarão em vosso regaço uma medida excelente, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.” — Luc. 6:38.

O próprio Jesus Cristo sentiu o funcionamento deste princípio no seu ministério terrestre. Ele foi a personificação da generosidade. Pregou com zelo e altruísmo as boas novas do reino de Deus aos pobres. Consolou os enlutados, curou os doentes, sarou os cegos e aleijados, e até mesmo ressuscitou os mortos. Não cobrou nada pelos seus serviços, nem esperava que se lhe pagasse determinado ordenado; não fazia nem coletas, que são coisa comum entre muitos dos que afirmam estar seguindo os seus passos. No entanto, nunca faltou nada a Jesus em matéria de alimento, vestimenta ou abrigo, embora não possuísse um lar que pudesse chamar de seu. As pessoas o sustentavam generosa e voluntariamente no seu ministério. — Luc. 7:22; 8:1-3; 9:58.

A sua generosidade não só inspirou outros a lhe darem as coisas necessárias à vida, mas inspirou também outros a demonstrar generosidade igual, abandonando todas as coisas para participarem com ele no ministério. Em certa ocasião pôde, assim, enviar doze apóstolos a pregar e a fazer obras milagrosas, e em outra ocasião enviou mais setenta dos seus discípulos para fazerem a mesma obra. E que exemplo de generosidade aqueles primitivos cristãos deram logo após Pentecostes! Os que tinham propriedades vendiam-nas e traziam as importâncias aos apóstolos, para que nenhum dentre eles passasse necessidade. — Luc. 9:1-6; 10:1-7; Atos 4:32-35

Que a generosidade gera generosidade é tão veraz hoje como foi nos dias do primitivo cristianismo. As testemunhas cristãs de Jeová contribuem generosamente do seu tempo, das suas energias e dos seus meios para que outros possam ouvir as boas novas do reino de Deus. Por quê? Porque chegaram a conhecer o Deus generoso, Jeová. Lemos a respeito dele: “Deus é amor.” É dele que procede “toda boa dádiva e todo presente perfeito”, inclusive a de seu Filho unigênito, a dádiva mais preciosa de todas. — 1 João 4:8; Tia. 1:17; João 3:16.

Por sua vez, ao passo que manifestam generosidade por pregarem as boas novas do reino de Deus, ainda outros se sentem inspirados a expressar generosidade por participarem com elas na pregação das boas novas. De modo similar, o ministro presidente e os seus ajudantes ministeriais, na sua congregação local, servem sem ordenado e não fazem coletas, e por isso não é de surpreender que os meios necessários para o aluguel ou a construção de Salões do Reino sejam contribuídos voluntária e generosamente pelos membros individuais das diversas congregações. A todos estes se aplicam as palavras inspiradas: “O justo é generoso e dá.” — Sal. 37:21, Revised Standard Version.

Que a generosidade gera generosidade ficou patentemente ilustrado nas Assembléias de Distrito “Boas Novas Para Todas as Nações”, realizadas mundialmente em meados de 1968 e princípios de 1969. Por exemplo, duas senhoras entregaram gratuitamente o seu lar a um grupo de Testemunhas que assistiam à assembléia em Spokane, no estado de Washington, E. U. A. As Testemunhas, não querendo aceitar totalmente grátis as acomodações, usaram um jarro de vidro para que cada um contribuísse algo pelo uso dos quartos. Ao fim da assembléia, as duas senhoras levaram o dinheiro ao departamento de contabilidade da assembléia, como contribuição para a causa das Testemunhas. O total ascendia a cinqüenta dólares e oitenta e um centavos.

Numa assembléia na Dinamarca, Testemunhas que eram pintores ajudaram o pintor empregado pelo novo estádio de esportes, para que ele pudesse terminar o serviço antes de suas férias e também antes de as Testemunhas usarem o estádio para a sua assembléia. Este gesto de generosidade agradou tanto ao gerente do estádio, que ele não cobrou à assembléia o uso das luzes e do telefone durante o seu funcionamento. Deveras, generosidade gera generosidade.

Hoje em dia, muitos acusam os jovens de serem egoístas, e não o fazem sem boa razão. Mas, não se deve talvez pelo menos parte da razão disso a que os adultos não lhes dão exemplos de altruísmo? Que este talvez seja o caso pode ser visto na cooperação que as jovens Testemunhas deram aos adultos nestas Assembléias de Distrito. Comentando este fato, o jornal La Presse, maior diário de língua francesa do Canadá, declarou em 7 de agosto de 1968:

“Outra contribuição útil das testemunhas de Jeová é a ênfase que este grupo dá à união da família, ao respeito pela autoridade do chefe da família e à participação dos adolescentes em empenhos comuns. Temos a impressão de que, nestes três âmbitos, certos de seus métodos deveriam ser estudados e usados com proveito por outras denominações religiosas . . . É interessante observar que a instrução baseada em princípios bíblicos . . . produz em geral um jovem mais bem protegido contra a delinqüência.” Sim, estes jovens se sentem inspirados à atividade altruísta em razão do exemplo de generosidade de seus pais e dos adultos.

Gera a generosidade deveras generosidade? Não há dúvida sobre isso! O princípio expresso pôr Jesus Cristo, de que a generosidade influencia outros a serem generosos, é veraz. Este princípio é também subentendido nas palavras do sábio Rei Salomão: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde, e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” — Pro. 11:25.

[Capa na página 1]

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