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  • A atividade das Testemunhas de Jeová no Brasil

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  • A atividade das Testemunhas de Jeová no Brasil
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
w70 1/5 pp. 287-288

A atividade das Testemunhas de Jeová no Brasil

Do “Anuário” de 1970

Auge de Publicadores: 57.641

População: 92.200.000

Proporção: 1 para 1.600

O ANO de serviço de 1969 será por muito tempo lembrado no Brasil, e isso por diversas razões, sendo a principal a dedicação do excelente novo lar de Betel em São Paulo e a mudança do escritório da Sociedade Torre de Vigia do Rio de Janeiro para lá. É certamente um lugar maravilhoso para se cuidar da obra de pregação das boas novas do Reino de Deus em nosso território, e isso induziu a todos os servos de Jeová ali a repetir as palavras do salmista, no Salmo 119:171, 172: “Borbulhem meus lábios louvor . . . Cante minha língua a tua declaração.”

Os livros A Verdade Que Conduz à Vida Eterna e Veio o Homem a Existir por Evolução ou por Criação, fizeram ambos um excelente trabalho em ajudar os ministros cristãos a ‘borbulhar louvor’. Somente no mês de julho colocaram-se mais de 100.000 livros, o que representa 44 por cento do total colocado durante todo o ano anterior. Certo médico, professor numa clínica, gostou tanto do livro Evolução, que pediu quarenta deles para os seus estudantes na aula de biologia, e usa regularmente a informação e as ilustrações no livro.

Um ministro cristão das testemunhas de Jeová, que trabalha numa fábrica de automóveis, havia tido pouco êxito em criar interesse na verdade entre os seus colegas de trabalho. Quando se lançou o livro Evolução, chegou à conclusão que era disso que havia precisado. Dirigiu-se primeiro a um dos seus superiores que mais resistência lhe havia oferecido, especialmente quanto a origem do homem. Para a sua grande surpresa, este aceitou o livro. Outros naquele departamento, ao saberem que o superior havia aceito o livro, também pediram exemplares do mesmo. O ministro aproveitou a hora do almoço e colocou vinte e nove livros. No dia seguinte, almoçando com os colegas em outro departamento onde havia trabalhado antes, aceitou encomendas para mais trinta. Ao voltar à sua seção, encontrou outros esperando pelo “rapaz do livro azul”, e aceitou mais encomendas. Isto causou tamanha comoção, que foi chamado ao escritório do superintendente para explicar o que estava acontecendo. Lá estava também o supervisor da seção. Deu-se uma breve explicação, com a recomendação de investigar o livro. Ambos os homens, satisfeitos com a explicação, ficaram com o livro. O resultado final destes poucos dias de trabalho foi que este ministro pôde relatar cinco horas de pregação, sessenta revisitas e oitenta livros colocados; e, acima de tudo, teve a alegria de ver que se quebrantara por fim a resistência contra a verdade.

Nestes “últimos dias”, os pais cristãos têm grande responsabilidade de assegurar-se de que, na escola, não se ensinem a seus filhos coisas que podem enfraquecer a sua fé ou obscurecer as águas puras da verdade. Assim, aconteceu que certa Testemunha escreveu ao diretor da escola freqüentada pelos seus três filhos, pedindo que fossem dispensados da aula de religião, visto que recebiam instrução bíblica em casa. Dois dias depois, ela foi chamada à escola para falar com o diretor. Ela escreveu ao escritório da Sociedade, dizendo: “Peguei a minha espada e fui à luta”, esperando oposição. Para grande surpresa sua, o diretor pediu bondosamente que se sentasse, e, mencionando o bilhete que ela havia mandado, perguntou se ela não queria ensinar a Bíblia a algumas outras crianças no seu grupo. Toda feliz, ela concordou. Na primeira semana compareceram oito, mas depois de três meses, havia mais de quarenta crianças de diversas crenças recebendo instrução da Palavra da vida, por meio do livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado. Iniciou-se também um estudo com a mãe de uma das crianças. Pais, têm certeza de que sabem o que os seus filhos aprendem na escola?

Quando obtemos conhecimento da verdade, esperamos naturalmente que os nossos parentes também a aceitem e nos acompanhem no caminho da vida, mas nem sempre é assim. Certo ministro não só esperava que isso acontecesse, mas tomou também medidas para ajudar os seus parentes. Em agosto de 1968 foi designado como ministro pioneiro regular, e ele escolheu por território um lugar isolado onde moravam muitos da sua família, mas onde não havia nenhuma testemunha de Jeová. Seus parentes nunca tinham visto nem ouvido o nome de Deus. Começou a trabalhar no território três semanas antes da data marcada para ser ministro pioneiro de tempo integral, de modo que, logo no primeiro mês de trabalho, já dirigia três estudos, inclusive um com um primo seu. Logo cedo, nos estudos, mostrava-lhes a necessidade de explicar aos outros as coisas aprendidas, e assim se deu que em dezembro já tinha consigo mais treze ‘cantando as declarações de Deus’. Em janeiro começaram a construir um Salão do Reino por conta própria, e agora se realizam ali regularmente todas as reuniões das testemunhas de Jeová. Depois de onze meses de ministério como pioneiro, havia vinte e quatro ministros publicadores relatando atividade no serviço do Reino com ele, dezenove deles sendo seus parentes. E como os seus ‘lábios borbulhavam louvor’ quando viu quatorze destes parentes serem batizados todos na mesma assembléia!

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