A verdade liberta
◆ Certa mãe e sua filha começaram a estudar o folheto “Boas Novas” em outubro de 1968. Ambas eram católicas muito sinceras, freqüentando diariamente a missa, tomando a comunhão, indo confessar-se e fazendo anualmente uma romaria a Fátima, contribuindo regularmente para a igreja. Sua casa estava cheia de imagens, e sempre havia velas acesas. Depois de vários meses de estudo, a mãe eliminou da casa todos os santos, todas as imagens e todas as velas. Depois parou de contribuir para o “sagrado coração de Jesus”. Fez-se que a tia do sacerdote as visitasse para descobrir o que tinha acontecido. Depois de saber que estavam estudando com as Testemunhas, a tia do sacerdote as verberou por não freqüentarem a igreja e demonstrou-se muito alarmada de que haviam removido todas as imagens do lar. Suas tentativas de embaraçar a mãe e a filha foram em vão. Mãe e filha pediram então à tia do sacerdote que lhes explicasse quem era realmente o verdadeiro Deus. Podia dizer-lhes qual era o seu nome? Onde se encontrava isso na Bíblia? Quem ficou então embaraçada foi a tia do sacerdote! Fez-se uma defesa denodada do nome de Deus. Mãe e filha freqüentam regularmente as reuniões da congregação e se sentem felizes de ser contadas entre os que saíram de Babilônia, a Grande.