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  • Um arqueólogo que estimava a verdade bíblica
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1986
w86 1/7 p. 29

Um arqueólogo que estimava a verdade bíblica

“A ÚLTIMA base para qualquer dúvida de que as Escrituras chegaram até nós substancialmente como foram escritas foi agora removida.” Estas palavras de Sir Frederic Kenyon, extraídas da página 289 de seu livro A Bíblia e a Arqueologia (1940, em inglês), são citadas na página 53 do livro Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra, da Sociedade Torre de Vigia. Por que chegou Kenyon a essa conclusão? Foi porque as datas de recém-descobertos manuscritos em papiro eram tão próximas à época da escrita das Escrituras que ele podia chamar de “desprezível” o intervalo. Mas, quando comparados com manuscritos mais recentes, esses papiros não indicavam variações significativas. Isso confirmou “a autenticidade e a integridade geral” dos textos mais recentes dos quais a Bíblia tem sido traduzida.

É interessante o que certa Testemunha de Jeová escreveu a respeito desse famoso arqueólogo: “Sir Frederic Kenyon possuía várias das publicações da Sociedade, pois ao longo dos anos tive o privilégio de deixar diversos livros com ele e de me corresponder com ele. Conheci-o no início de 1936. . . . Foi um livro do Dr. Kenyon que me esclareceu quanto à origem da Bíblia. Eu escrevi a ele e informei-o disso. Mais tarde recebi seu livro A História da Bíblia [em inglês] com esta dedicatória: ‘Com os melhores votos do autor, F. G. Kenyon, 1.º de maio de 1937.’

“Ao receber o livro ‘A Verdade Vos Tornará Livres’, publicado pela nossa Sociedade, ele me escreveu: ‘O objetivo de vocês é o mesmo que o meu, isto é, persuadir as pessoas a lerem e a crerem na Bíblia; mas vocês visam um público muito mais amplo. Os meus livros se dirigem primariamente aos que se sentem abalados com o que ouvem sobre os resultados das modernas críticas e descobertas, ao passo que os seus livros falam a leitores de todos os tipos e categorias. Desejo-lhes total êxito no seu trabalho.’ “Escrevendo sobre duas outras publicações de nossa Sociedade, ele novamente se referiu ao nosso objetivo comum, de ‘incentivar as pessoas a lerem a Bíblia, e a lerem com entendimento’, e acrescentou: ‘Apraz-me saber que seus livros estão tendo circulação ampla, e em muitos países. . . .’

“Em 1948, Sir Frederick publicou o livro A Bíblia e a Erudição Moderna (em inglês), para refutar um livro do Dr. Barnes, bispo de Birmingham, Inglaterra, que havia chamado certas partes da Bíblia de ‘folclore’, incluindo as que tratam da redenção provida por Jesus Cristo. Na introdução, o Dr. Kenyon diz: ‘Um exame detalhado do livro do bispo convenceu-me de que não era um retrato atualizado dos resultados da erudição moderna, mas, ao contrário, um reavivamento duma escola de crítica um pouco em voga uns setenta anos atrás, e que ignorou quase que totalmente os resultados dos últimos cinqüenta anos.’ Sobre seu próprio livro, Kenyon disse: ‘Creio que chegou o tempo. . . para restaurar a confiança na Bíblia como guia para achar a verdade e base para a conduta na vida. . . . Só espero que [este livro] seja de alguma ajuda para os que consideram o cristianismo a única esperança para o nosso mundo confundido, e a Bíblia um assegurado fundamento para a crença cristã.’

“Este mundialmente famoso erudito bíblico, que escreveu de maneira tão gentil sobre a obra e as publicações das Testemunhas de Jeová, era um homem humilde, genuinamente bondoso. . . . Em 1889, após distinguir-se como estudante em Oxford, ele ingressou no Museu Britânico como assistente no Departamento de Manuscritos. Mais tarde foi promovido a encarregado assistente dos manuscritos, e em 1909 a Diretor e Bibliotecário-Chefe do Museu Britânico. Durante a primeira parte de sua longa gestão, seu interesse principal eram os manuscritos bíblicos e a descoberta de papiros; mais tarde, foi responsável, como Diretor, nas expedições arqueológicas a Carquemis e a Ur. Depois de aposentado teve participação na adquisição do Códice Sinaítico e na publicação dos papiros Chester Beatty, que ajudaram na autenticação das Escrituras Gregas.

“Em conclusão, é apropriado citar o seguinte de seu livro A História da Bíblia: ‘A Bíblia tem uma história humana, bem como inspiração divina. É uma história cheia de interesse, que todos os que prezam a Bíblia deviam conhecer. . . . No fim, é reanimador descobrir que o resultado geral de todas essas descobertas e de todos esses estudos é firmar a prova da autenticidade das Escrituras, e a convicção de que temos em mãos, em substancial integridade, a legítima Palavra de Deus.’”

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