Apresentando as Boas Novas — Podemos fazer mais?
1 O número das pessoas na terra aumenta rapidamente. E entre elas há aparentemente o desejo cada vez maior de compreender a causa das condições do mundo. Vemos que a colheita é grande, mas que os trabalhadores são relativamente poucos para cuidar das oportunidades possíveis de pregação e ensino. A pergunta que se levanta na nossa mente é: Como podemos falar a mais pessoas no tempo que temos disponível para o serviço do Reino?
2 Já observou na sua congregação a tendência de os publicadores irem em pares de casa em casa? Dá-se sempre que, quando dois vão juntos de porta em porta, um é publicador experiente e o outro um novato em treinamento? Vê muitas vezes dois publicadores experientes trabalhar juntos? Dá-se isso porque trabalham num bairro perigoso, ou é simplesmente um hábito que criaram no decorrer dos anos?
3 Relatórios de muitas partes do mundo mostram que os publicadores encontram tantos interessados, que se perguntam como poderão revisitar a todos eles. Por isso, seria prático que cada um de nós examinasse o seu próprio hábito de serviço e as condições no seu próprio território, para ver se pode fazer mais serviço no tempo disponível. Podemos perguntar a nós mesmos: Tenho hábito de sempre ir com alguém à mesma porta ou revisita? É necessário que sempre trabalhe assim? Estou treinando um publicador novo ou somos ambos habilitados para nos expressar? Se ambos formos habilitados, então, não faríamos mais se cada um de nós fosse a uma porta diferente?
4 Em algumas cidades ou em certas partes do território tornou-se perigoso demais andar sozinho pela rua, mas isto não se dá em todo território, nem em todas as partes do país. Ainda há muitos territórios em que é bastante seguro e prático que cada publicador experiente se dirija sozinho à porta. Se dois publicadores falarem em duas portas diferentes, e isso ao mesmo tempo é evidente que se fará mais pregação das boas novas do que se ambos ficarem parados à mesma porta, um falando e o outro observando. E mesmo quando se treina um publicador novo, em muitos casos ele poderá começar a ir sozinho às portas, depois de algumas casas visitadas na companhia do publicador experiente. Seria realmente de proveito para ele se começasse a trabalhar sozinho, e a experiência lhe daria mais confiança. Quando dois publicadores vão juntos, às vezes acontece que aquele que começa a apresentar as boas novas à porta vê o seu plano de ação ou seu filo de idéia interrompido por uma idéia introduzida pelo outro publicador, e assim é difícil seguir o fio da meada.
5 Isto não quer dizer que os publicadores não devam trabalhar juntos em bairros perigosos. No entanto, mesmo em território suspeito poderá ser possível o sistema de irem a portas alternadas e assim nunca estarem longe um do outro, conseguindo assim maior divulgação das boas novas. Quando alguém deseja convidar o publicador para entrar, ele poderá dizer que está trabalhando com outro e que não se querem perder de vista, e que terá prazer de entrar assim que o outro vier. No ínterim, a palestra pode continuar à porta.
6 Às vezes, quando dois trabalham juntos, ambos param de trabalhar quando aquele com menos tempo tiver de ir para casa. Se souber que um terá de ir embora mais cedo, então seria prático selecionar um território, para aquele dia, em que não é perigoso trabalhar sozinho, e assim o outro poderia continuar no serviço e aumentar o número das pessoas visitadas.
7 Visto que gastamos bastante tempo e dinheiro para ir a território espalhado ou não-designado, é sempre bom deixar alguma coisa onde não há ninguém em casa, talvez uma revista ou um folheto mais antigo, um tratado ou outro impresso. E quando encontramos alguém que não tem dinheiro para contribuir para a publicação, talvez seja prático tentar trocar a publicação por algum item, sejam comestíveis ou coisas para o lar.
8 Sentimos hoje a urgência de nosso trabalho. Dizemos junto com Pedro: “Tem-se aproximado o fim de todas as coisas.” (1 Ped. 4:7) Portanto, examinemos o nosso ministério para ver se é prático ir sozinho às portas na maior parte do tempo e dar a mais pessoas a oportunidade de ouvir as boas novas.