O trabalho que resta a fazer
1 Nosso trabalho de pregar e ensinar teve o melhor começo há mais de dezenove séculos atrás. Jesus, às ordens de seu Pai, “percorreu . . . toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas deles e pregando as boas novas do reino”. (Mat. 4:23) Ele tinha o mesmo amor às pessoas que seu Pai tinha.
2 Que conceito formamos sobre a obra que ainda resta a fazer? Encaramo-la como oportunidade de levar as boas novas de salvação a mais outros enquanto ainda há tempo, e de advertir os iníquos, como oportunidade de demonstrar a Deus o que realmente há no nosso coração e como oportunidade de dar bom exemplo de fé e fidelidade aos nossos irmãos, nestes tempos críticos?
3 Este mês oferecerá muitas oportunidades de fazer isso! Ofereceremos às pessoas em nosso território duas publicações valiosas, ‘Impossível Que Deus Minta’ e Vida Eterna. Reconhecemos o valor destas publicações fornecidas a nós por Jeová mediante seu “escravo fiel e discreto”, mostrando os justos requisitos de Jeová para a vida e ajudando-nos a levar a verdade a outros no nosso território. E como vamos encontrá-los? Principalmente por trabalhar de casa em casa. Quão bom seria se todos no nosso território designado pudessem ouvir nosso sermão bíblico e também compreender o valor de usar as publicações que oferecemos para estudar a Bíblia.
4 Usualmente, não se podem fazer apresentações eficientes sem premeditação. Ensaios feitos de antemão com membros da família ou com outros na congregação dar-lhe-ão confiança na participação no serviço de casa em casa.
5 A preparação deve incluir também nossa aparência. Lembremo-nos de que temos o privilégio, iguais a Timóteo, de ‘ser ministros excelentes de Cristo Jesus’. E como foi que ele chegou a esta condição? Por ser “nutrido com as palavras da fé e do ensino excelente que [seguiu] de perto”, não se deixando intimidar por modas e penteados extremos das pessoas do mundo. (1 Tim. 4:6) Seremos mais convincentes em animar outros a ficar com as publicações que oferecemos se nos vestirmos com esmero, bom gosto e dum modo próprio de alguém que se apresenta como ministro de Deus. As primeiras impressões são importantes; portanto, por que colocar obstáculos no caminho de alguém que talvez procure a verdade?
6 Estimulados a maior apreço pelas assembléias de distrito “Regência Divina” e por outros acontecimentos teocráticos, tais como o discurso especial em março e a Comemoração, os colaboradores de Deus anseiam participar no serviço que Ele nos permite fazer. Jeová deu-nos a autoridade de pregar, e abril deve ser um mês notável nisso, em muitos sentidos. A Sentinela de 15 de abril conterá o discurso “Regência Divina — Única Esperança de Toda a Humanidade” e a Despertai! de 22 de abril apresentará informação reveladora sobre o tema “A Paz Mundial Virá — mas, Durará?”. Quão bom seria se todos no nosso território pudessem ter a oportunidade de ler estes dois números oportunos!
7 Até abril, muitos estudantes do livro Verdade já devem ter progredido ao ponto de participar conosco na pregação. Façamos todo o possível para ajudá-los a compreender esta responsabilidade — esta oportunidade de mostrarem seu apreço, seu amor para com Aquele que lhes abre o caminho para a vida eterna. Que todos nós tenhamos muita felicidade durante abril, a felicidade resultante de se estar agradavelmente ocupado no grande testemunho do reino de Deus.
8 O ministério de campo significa trabalho. A nossa atitude para com o trabalho é indicada em Eclesiastes 9:10, que diz: “Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens.” É verdade que há “variedades de ministérios” de que se precisa cuidar na congregação. (1 Cor. 12:5) Mas, ao passo que cuidamos de todos os assuntos necessários, demos mais do que a costumeira atenção à necessidade de participar plenamente no ministério de campo, e especialmente no serviço de casa em casa.