Assinaturas: ‘sabedoria que chama’!
Em 1939, o ano da primeira campanha de assinaturas de A Sentinela, 67.229 publicadores em 59 países angariaram 121.073 assinaturas. Hoje, A Sentinela está disponível em 130 idiomas e Despertai! é publicada em 83 idiomas. No Brasil, alcançamos o auge de 87.238 assinaturas angariadas no serviço de campo durante a campanha de abril de 1994. Quais serão os resultados de nossa atual campanha de assinaturas nos meses de abril e maio?
1 À parte do confuso alarido da sabedoria humana, uma voz se distingue, pois fala a verdade e indica o Reino de Deus como a única solução para os problemas da humanidade. Tal voz é A Sentinela. Nos últimos 120 anos, A Sentinela (depois acompanhada pela Despertai!) tem sido semelhante à ‘sabedoria que chama’. Tem ajudado milhões a sair da confusão de ensinos religiosos falsos e de idéias mundanas para trilhar a vereda clara duma vida melhor “agora e daquela que há de vir”. (Pro. 8:1; 1 Tim. 4:8) Nós ouvimos seu chamado e reagimos favoravelmente. Podemos ajudar outros a fazer o mesmo?
2 Apresente com confiança a oferta da assinatura: O apóstolo Paulo não hesitava em transmitir as boas novas a outros. Antes, falava “denodadamente no nome de Jesus”. (Atos 9:27) No serviço de campo, nós também precisamos, com a ajuda de nosso Deus, ter denodo e oferecer com confiança a assinatura a todos os moradores. (1 Tes. 2:2) As figurativas criadas da sabedoria ‘clamam’ com confiança, convidando os inexperientes a provar a sabedoria de Jeová. Se os nossos vizinhos se banquetearem com a sabedoria de Deus contida nas revistas A Sentinela e Despertai!, eles provavelmente melhorarão sua vida e criarão motivação correta no coração. As pessoas precisam disso, se quiserem ‘continuar a viver’. — Pro. 9:1-6.
3 Em harmonia com a orientação do Corpo Governante sobre a simplificação de procedimentos, a carta da Sociedade de 1.º de janeiro de 1999, N.º 1, a todas as congregações, exortou todos os publicadores e os pioneiros a que não mais assinem as nossas revistas. Em vez de assiná-las, devem adquirir os números para o seu uso pessoal no balcão de revistas da congregação, junto com os exemplares para colocação. Para isso, devem pedir ao servo de revistas que lhes reserve uma quantidade fixa de exemplares de cada edição. (Vejam pormenores na carta da Sociedade de 24 de janeiro de 1995, N.º 5, a todos os corpos de anciãos; e Nosso Ministério do Reino de abril de 1999, página 8; de outubro de 1995, página 7; e de dezembro de 1973, página 4.) Todavia, continuaremos a oferecer assinaturas às pessoas interessadas que encontrarmos no testemunho público? “Sim”, respondeu a carta de 1.º de janeiro de 1999. “Sempre que alguém, que mora no território da congregação, aceitar receber nossas revistas de forma regular, daremos preferência a oferecer-lhe uma assinatura.” De fato, para muitos, a assinatura é o único modo pelo qual podem receber regularmente as revistas.
4 “Mas o morador não quer uma assinatura”, você talvez diga. Supere esse obstáculo mental negativo! Muitas vezes, não é que o público não deseje a assinatura, mas, antes, é que a nossa própria atitude para com as assinaturas precisa ser modificada. Considere os seguintes exemplos:
● ‘Ao servir as congregações durante os meses de campanha de assinaturas, enfatizo que se ofereça a assinatura em todas as casas e não se fique perguntando se devia oferecê-la ou não. Digo aos publicadores que deixem os moradores decidir; que não decidam isso para eles. Publicadores têm voltado do campo e dito: “Eu realmente não achava que estavam interessados, mas ofereci a assinatura e eles a aceitaram.”’ − Superintendente de circuito.
● “Certa senhora recusou as duas revistas avulsas. Explicamos que não somos vendedores ambulantes. Ao esclarecer que era possível fazer a assinatura das duas revistas, ficamos surpresos quando a senhora aceitou nossa oferta! Que lição podemos tirar desse fato? Apresente sistematicamente a oferta. Daí, deixe a decisão com a pessoa.” − Superintendente de distrito.
● “Certo publicador com quem eu trabalhava disse que nunca havia angariado uma assinatura, embora fosse publicador há 20 anos. Quando lhe perguntei qual era o problema, ele respondeu: ‘As pessoas simplesmente não estão interessadas numa assinatura. Portanto, de que adianta oferecê-la?’ Na primeira casa, ofereci a assinatura e o morador fez duas assinaturas. Portanto, incentivei o irmão a tentar na casa seguinte. Ele o fez. Para sua surpresa, ele também angariou duas assinaturas.” − Superintendente de circuito.
5 Portanto, não alimente um conceito errôneo e negativo, mas seja positivo. Não espere até encontrar um “interesse além do normal” para oferecer a assinatura. Apresente com confiança a oferta da assinatura EM TODAS AS CASAS.
6 No Brasil, um publicador do Reino observou: “Não pressuponha que certas pessoas não terão dinheiro para uma assinatura. Muitos gastam dinheiro em coisas que não só são de pouco valor, mas até mesmo prejudiciais, como é o caso do fumo. Certo publicador estava indeciso quanto a oferecer a assinatura a um senhor idoso, de aparência humilde, cuja casa também tinha aspecto bem humilde. Esse homem não só fez a assinatura, mas também prometeu colocar uma caixa de correio na entrada da casa, para facilitar a entrega das revistas.” E, conforme alguns publicadores gostam de salientar, a contribuição por uma assinatura anual é menor do que o preço duma refeição num restaurante ou o equivalente ao que um fumante gasta por semana comprando cigarros.
7 Maneiras de angariar assinaturas: Podem-se angariar assinaturas das seguintes maneiras: de casa em casa, em revisitas, no testemunho de rua, no testemunho no comércio, com vizinhos, com colegas de trabalho ou de escola, com os que comparecem à Comemoração e por mandá-las de presente. Você tem outras sugestões?
8 Aqui estão alguns modos em que nossos irmãos têm angariado assinaturas:
● TESTEMUNHO DE CASA EM CASA: “Minha esposa faz bom uso de fatos noticiosos e os inclui na conversa. Num dia ela angariou 10 assinaturas.” − Superintendente de circuito.
● REVISITAS: “Em um mês, consegui angariar 10 assinaturas de ambas as revistas e iniciar dois estudos bíblicos domiciliares.” − Ancião.
● TESTEMUNHO DE RUA: “Aproximei-me de uma senhora e perguntei-lhe se já havia lido as revistas. Ela respondeu: ‘Sim, vários meses atrás.’ Aproveitei a oportunidade para oferecer a assinatura e angariei uma assinatura para ambas as revistas.” − Publicador.
● ASSINATURAS DE PRESENTE: “Visto que meu mecânico de automóvel era tão bom para mim, enviei-lhe uma assinatura de presente para mostrar meu apreço. Sete anos depois não só o mecânico, mas mais de uma dezena de pessoas tomaram uma posição firme a favor da verdade.” − Publicador.
● COLEGAS DE TRABALHO: “Certo irmão angariou 41 assinaturas em um mês no seu local de trabalho. Sua apresentação era simples, apenas indagando aos co-trabalhadores se eles apreciavam uma boa leitura. Se a resposta era afirmativa, ele oferecia a assinatura.” − Publicador.
● TESTEMUNHO NO ITINERÁRIO DE REVISTAS: “Em meu itinerário de revistas, eu planto a ‘semente’ da assinatura na mente do morador por dizer: ‘Já pensou em assinar essas duas revistas?’ E menciono isso cada vez que o visito. Por fim, a maioria assina. Angario em média 150 assinaturas por ano.” − Publicador.
9 Sugestões práticas: As sugestões que se seguem são procedentes do mundo todo. Poderia usar algumas delas com bom proveito no seu território local?
● Mostre a página dois da revista e destaque seu caráter internacional, em vista do número de línguas em que é publicada e de sua tiragem.
● Mostre como os artigos prosseguem em páginas sucessivas, eliminando assim a necessidade de buscar a continuação de um artigo em outra página, como é o estilo de muitas outras revistas.
● Leve consigo uma variedade considerável de revistas, para ilustrar a diversidade de assuntos abrangidos.
● Leve junto seu exemplar pessoal de A Sentinela, que esteja todo marcado para o estudo, e leia alguns dos pontos principais que achou interessantes. Daí, tire um exemplar novo de sua pasta e ofereça-o.
● Leve um volume encadernado à revisita, explicando que por meio da assinatura anual eles estarão adquirindo uma fonte para referências de 768 páginas, similar a uma enciclopédia bíblica.
10 A palavra “assinatura” amedronta muitos moradores. Associam essa palavra a “afiliar-se” a algo ou a vendedores e a fraude. Portanto, alguns publicadores têm achado proveitosas as seguintes expressões:
● “O senhor receberá em casa duas revistas por mês, que lhe serão entregues por um de nós (assinatura pelo sistema clube) ou pelo carteiro (assinatura pelo correio).”
● “Poderá receber os próximos 24 números diretamente da editora.”
● “A revista lhe será enviada durante um ano sem qualquer outro compromisso. O envio será automaticamente interrompido após o período de um ano, a menos que o senhor mesmo o renove.”
● “Receberá um curso bíblico de um ano com perguntas impressas para alguns dos artigos.”
11 A primeira campanha de assinaturas de A Sentinela teve início em janeiro de 1939. O alvo era angariar 100.000 assinaturas. Foi alcançado? Sim! O Anuário das Testemunhas de Jeová de 1940 anunciou 121.073 assinaturas angariadas por 67.229 publicadores de 59 países. A Europa setentrional mais que dobrou o número de assinaturas, levando à seguinte expressão, conforme publicada no Anuário de 1940: “Antes dessa campanha, nunca imaginávamos ser possível angariar assinaturas para A Sentinela no trabalho de porta em porta, mas o Senhor está no comando de sua organização e proporciona-nos continuamente deleitosas surpresas, se tão-somente obedecermos às instruções que recebemos.”
12 Podemos estabelecer nosso próprio alvo pessoal? Esforcemo-nos a angariar pelo menos uma assinatura por publicador e quatro por pioneiro. Fará seu máximo para deixar a ‘sabedoria chamar’ por manter-se ocupado no testemunho com as revistas? Se o fizer, estará ajudando a si mesmo e a outros a ‘andar direito no caminho do entendimento’. − Pro. 9:6.