São os “mais inteligentes” os melhores?
● Não necessariamente, segundo um estudo feito durante 15 anos de 68 estudantes da Faculdade Haverford, Filadélfia, Pensilvânia, EUA. O professor de psicologia, Douglas Heath, observou os estudantes desde seu ano de calouro, lá no início da década de 1960. Qual é sua situação agora? Verificou que os estudantes mais inteligentes na faculdade não são tão maduros e “eficazes” hoje em dia como aqueles que obtiveram notas inferiores. Os homens que receberam altas honrarias na faculdade, segundo se verificou, encontravam-se “distanciados psicologicamente dos problemas práticos e realísticos da atualidade”. Sentiam-se mais deprimidos e abstraídos que seus colegas formandos. Por isso, Heath recomenda que as faculdades devotem tanta atenção ao desenvolvimento social e moral dos estudantes quanto a seu crescimento intelectual.