Música sinistra corrói um sistema de valores
“O rock punk e o rock pauleira [heavy metal ou rock da pesada] são o ponto culminante filosófico de uma revolução de 30 anos na rebelião do rock”, disse Darlyne Pettinicchio, supervisora-adjunta dos presos em liberdade condicional e investigadora de bandos do Departamento de Liberdade Condicional do Condado de Orange, da Califórnia, EUA. Para a maioria dos jovens, a música punk e o rock pauleira é uma moda passageira, todavia, para outros ouvintes, Pettinicchio avisa, no jornal Santa Barbara News-Press, “trata-se de um modo de vida — uma mudança em seu sistema de valores”. Ela comentou que “os crentes manifestam sua fé pelo ódio, violência, tóxico, bebida alcoólica, sexo e morte. Acabam nos juizados de menores, nos hospitais psiquiátricos e nos cemitérios”.
Os pais talvez recusem permitir que seus filhos compareçam a concertos de música punk e de rock pauleira, mas vídeos de música comparável são exibidos atualmente na televisão, sendo muito difíceis de ignorar. “Estes vídeos musicais incentivam a garotada a ser violenta e brutal com eles mesmos e com outros”, disse Pettinicchio. “Especialmente perturbadora é a representação de mulheres” em tais vídeos. “Há mulheres arrastadas, enjauladas ou postas em coleiras, como cães.” Alguns se voltam para o satanismo. “Verificamos que crescentes números envolvem-se na adoração dos diabos, orgulhando-se de comunicar-se por meio de símbolos ocultistas que a maioria de nós nem sequer notaria.”
Ela acredita que os filhos desejam uma estrutura e regras de comportamento. Se não as obtiverem dos seus pais, procurarão recebê-las de seus colegas, por meio de bandos. Aconselhou os pais a dar a seus filhos “regras claramente expressas que sejam obrigatórias — isso significa sem direito de escolha, de nenhuma negociação — e sem nenhuma escapatória”.