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  • Progresso secular e indolência espiritual
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1956
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1956
w56 1/5 pp. 83-84

Progresso secular e indolência espiritual

O JOIO da indolência espiritual tem a tendência de prosperar na luz solar do progresso secular. Não é de admirar-se que êste mundo moderno confunde o conhecimento técnico com a sabedoria. Presume que o progresso secular ou mundano automaticamente eleva as normas intelectuais e espirituais. Em geral, o opôsto é verdade. O progresso secular estimulou o crescimento, semelhante ao joio, da imaturidade intelectual e da indolência espiritual, a falta de verdadeira sabedoria e um vácuo na vitalidade espiritual. O progresso secular tem enganado as pessoas a crer que a felicidade e a vida resultam das coisas que possuem. Ao mesmo tempo, o progresso secular tem cegado as pessoas quanto à amplamente difundida indolência espiritual, a qual, por sua vez, leva a perigos de consequências de longo alcance.

Um dêstes perigos foi recentemente descrito pelo Dr. Arthur Clinton, diretor do Escritório de Assistência, da cidade de Nova Iorque, que explicou que os luxos do progresso secular têm preocupado tanto os pais, que êles têm a tendência de negligenciar a vida espiritual dos seus filhos, com resultado desastroso: o crime juvenil. Isto se dá porque um lar espiritualmente indolente, explica o Dr. Clinton, é tanto um incubador de delinquência quanto um lar fisicamente rompido pelo divórcio.

Quem concorda com isso é o chefe do Bureau Federal de Investigações(dos E. U. A.), J. Edgar Hoover. Falando de trinta anos de experiência, êle disse: “Ao se analisar as razões para as ações criminosas, destacam-se invariavelmente certos fatos, cabais e reveladores — a fé de nossos pais, o amor a Deus e a observância dos Seus Mandamentos ou têm sido lançados fora ou nunca existiram no coração do transgressor. O modo de pensar secular tem de ceder ao espiritual, se a nossa nação há de permanecer em pé. O que mais precisamos neste país são as coisas que não se vêem . . . o desenvolvimento espiritual, a fôrça moral.”

Estas palavras do chefe do F. B. I., Hoover, foram citadas no Tribune de Altoona, Pensilvânia, E. U. A., de 25 de março de 1955, dizendo depois o editorial do jornal, em continuação: “Em poucas palavras, nós, como povo, somos simplesmente ignorantes em matéria do espiritual. Somos incompetentes. Não sabemos o que fazer! Reconhecemos a importância vital do espiritual, conforme atesta o vasto e crescente rol de membros das igrejas neste país. Superficialmente talvez aceitemos e pratiquemos certos preceitos religiosos. Mas, quão lastimosa é a soma total de nosso conhecimento e desenvolvimento espiritual, comparados com o nosso progresso secular!”

Se a indolência espiritual, nutrida e camuflada pelo progresso secular, é perigosa para as crianças, ela é mortal para os adultos. Não obstante, hoje em dia miríades de pessoas tomam por alvo final na vida a segurança financeira. Outros fazem que a sua vida consista na busca fútil da felicidade por meio das suas posses. Onde as nações produzem abundantemente, poucas pessoas são capazes de elevar-se acima do vácuo mental duma nação de compradores. A propaganda sutil induz os modernos a crer que as virtudes mais elevadas são a busca de prazeres e de posses materiais. A propaganda cria uma terra prometida que se pode alcançar por compras alertas e pagamentos pontuais de prestações. E assim é que os modernos avançam animadamente em busca do seu alvo de uma utopia de aparelhos, de beleza aerodinâmica, plástica, na qual não haveria necessidade de esfôrço humano, a não ser para ser digno das brilhantes e novas perfeições mecânicas.

É ilusão, esta crença de que as posses e a bênção da segurança financeira sejam uma compensação mais que adequada para as perdas espirituais. Muitas pessoas deixam que a ilusão se desenvolva vertiginosamente em um Frankenstein que destrói tôda a vida espiritual; outros deixam que dite as suas vidas até que pensam que a verdadeira vida é manter-se à altura do vizinho na posse de aparelhos e que o dever parental requer a proteção dos filhos, não do perigo da indolência espiritual, mas do sentimento de inferioridade que se seguiria certamente se se continuasse egoistamente na posse do automóvel do ano passado. Esta é uma ilusão mortal. Muitos não descobrirão isto até que seja tarde demais.

Certamente, o Fundador do cristianismo nunca ensinou que as posses trouxessem enriquecimento espiritual, felicidade ou vida. Ao invés disso ensinou que, a menos que se coloque o reino de Deus em primeiro lugar, as posses podem levar à perda da vida, perdendo-se a esperança de vida eterna no novo mundo de Deus. O aviso de Jesus aplica-se assim com fôrça protetora nos dias atuais, quando o progresso secular está fomentando o crescimento da indolência espiritual: “Acautelai-vos e guardai-vos de tôda a avareza; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.” — Luc. 12:15, NTR

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