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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1956
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1956
w56 1/7 pp. 124-126

Qualificados para ser ministros

“Estarmos adequadamente qualificados emana de Deus, quem deveras nos qualificou adequadamente para ser ministros dum novo pacto.” - 2 Cor. 3:5, 6, NM.

1. Que resultados desejados são produzidos pelos ministros adequadamente qualificados?

NESTA era de materialismo e de crescente comunismo, a humanidade acha-se em grande necessidade de ministros adequadamente qualificados. Em si mesmo, estar adequadamente qualificado significa ser apropriado, ser idôneo, ter o que é necessário para o ministério, estar à altura dos requisitos do ministério, a fim de cumpri-lo com êxito e produzir os resultados desejados, a saber, outros cristãos verdadeiros, aptos para enfrentar as provas de cada dia, vencer tôdas as influências que destroem a fé e corrompem a moral, continuar a imitar a Cristo e obter a aprovação de Deus para a vida eterna no novo mundo.

2, 3. (a) Quais são os dois essenciais principais para alguém se tornar ministro adequadamente qualificado? (b) Apesar de que consecuções não estava qualificado Saulo de Tarso, e por que não?

2 A menos que a pessoa tenha sido ordenada por Deus e enviada por êle para efetuar o ministério ou serviço, nunca poderá ser ministro adequadamente qualificado. Por exemplo, tomai o apóstolo Paulo; para começar, recebeu o nome de Saulo, da cidade de Tarso, na Ásia Menor, hebreu de pais hebreus, judeu que pertencia à nação de Israel a qual Jeová Deus havia escolhido como seu povo especial. Êle era membro da tribo de Benjamim, membro da seita dos fariseus, procurando zelosamente viver à altura dos justos requisitos da lei de Deus dada por intermédio de Moisés, mas, pensando que tinha de perseguir a recém-iniciada congregação cristã a fim de fazê-lo. Do ponto de vista judeu, Saulo era inculpe. Como estudante da lei mosaica tinha frequentado a escola em Jerusalém e se assentado aos pés do notável advogado Gamaliel. Tentando fazer que a lei de Moisés o pronunciasse justo, Saulo de Tarso estava tentando viver debaixo do antigo pacto que Jeová Deus havia feito com os israelitas no Monte Sinai, na Arábia. (Fil. 3:3-6; Atos 22:1-5) Manifestamente, naquele tempo Saulo desejava ser ministro de Deus, ministro do Seu antigo pacto da lei com Israel, mas, será que tôdas estas coisas fizeram que Saulo estivesse adequadamente qualificado ou o fizeram apropriado, idôneo, para o ministério de Deus? Não! Por que não?

3 Porque Jeová tinha abolido o antigo pacto com sua lei mosaica e tinha começado um novo pacto com o povo da sua escolha. O antigo pacto da lei havia tido Moisés por mediador. Tinha seu sacerdócio da família de Aarão e seus servos do templo, da tribo de Levi. Tinha seu templo material em Jerusalém e seus sacrifícios de animais. Tinha a sua lei, cujos Dez Mandamentos foram escritos pelo “dedo de Deus” em duas tábuas de pedra. Isto colocava Jeová Deus em relação pactuada com as doze tribos de Israel, com as quais se achava associada uma grande multidão de não israelitas peregrinos ou residentes temporários. Mas, aquela lei era figurativa de arranjos maiores de Deus; prefigurava boas coisas futuras. Após 1.545 anos de funcionamento havia ficado velha e estava prestes a ser retirada, quando Cristo morresse, fôsse ressuscitado, ascendesse ao céu e aparecesse na presença de Deus com o valor do seu sacrifício humano. De modo que, no dia de Pentecostes, em 33 E. C., Jeová Deus inaugurou o novo pacto por meio de Jesus Cristo como Mediador. Jeová já havia jurado pelo seu próprio nome que Jesus seria sacerdote semelhante a Melquisedec, rei de Salém, e êle fêz então dêste rei semelhante a Melquisedec, Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote do novo pacto.

4. Os ministros do novo pacto de Jeová se tornaram tais sob que condições? Por quê?

4 Os cristãos na terra, que aceitaram Jesus como seu Mediador e Sumo Sacerdote, foram introduzidos neste novo pacto, seus pecados foram-lhes perdoados segundo os têrmos do novo pacto, e êles foram feitos o povo do pacto, e “Israel de Deus” espiritual. Tornaram-se o povo de Jeová, que chegaria a conhecê-lo “desde o menor até o maior deles”, “e êles levaram Seu nome. A fé em “Jesus Cristo, ao invês de circuncisão na carne, era então o sinal da sua justiça. (Jer. 31:31-34; Gál. 6:15, 16) Foram feitos subsacerdotes de Jeová, Jesus Cristo, seu Mediador, sendo seu grande Sumo Sacerdote por meio do qual haviam de oferecer a Deus sacrifícios de louvor e de boas obras. Portanto, Deus não estava mais qualificando ministros do antigo pacto da lei, e os esforços de Saulo de Tarso, de ser ministro daquele pacto, mostraram-no fora do tempo. Jeová Deus estava então qualificando seus ministros do novo pacto. Ser ministro do novo pacto de Deus significava ser um dos subsacerdotes de Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote, pertencer ao “sacerdócio real“ de Jeová Deus. (Heb. 3:1; 1 Ped. 2:9; Apo. 5:9, 10) A dependência de Saulo de suas obras carnais e daquilo que ele mesmo era na carne não mais valia. Por nenhuma destas coisas podia Saulo qualificar-se adequadamente como ministro de Deus. Nem pode qualquer outro homem qualificar adequadamente a si mesmo ou a qualquer outro homem. Mas, o que nós não podemos fazer, Deus pode.

5. Saulo de Tarso, como blasfemador e perseguidor do povo de Jeová, ilustra que resultado encorajador que Jeová pode conseguir?

5 Pois bem, conforme ilustrado no caso de Saulo de Tarso, de que modo é alguém adequadamente qualificado por Deus e colocado por ele no ministério cristão? O caso de Saulo mostra que há esperança mesmo para pessoas que agora são perseguidores do povo de Jeová, se forem honestas e dispostas a ser corrigidas, pois também Saulo era perseguidor, manchado de sangue, do “Israel [cristão] de Deus”. Ele precisava da misericórdia de Deus. Em misericórdia Deus o interceptou, a fim de colocá-lo no ministério do novo pacto. Diz Paulo, o apóstolo: “Sou grato a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me delegou poder, por me ter considerado fidedigno, designando-me, para um ministério, embora eu outrora fôsse blasfemador, e perseguidor, e homem insolente. Não obstante, mostrou-se-me misericórdia, porque eu era ignorante e agia com falta de fé. Mas a benignidade imerecida de nosso Senhor abundou excessivamente, junto com fé e amor que está em relação com Cristo Jesus. Fidedigno e merecedor de plena aceitação é o ditado de que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores. Destes eu sou o principal. Não obstante, a razão pela qual se me mostrou misericórdia foi para que, por intermédio de mim, como o caso principal Cristo Jesus pudesse demonstrar tôda a sua longanimidade como exemplo para aqueles que irão depositar sua fé nele para a vida eterna.” (1 Tim. 1:12-16, NM) Se alguém foi perseguidor do povo de Jeová e agora reconhece seu êrro e grave pecado, tome ele coragem. Tomai Saulo como exemplo e tende fé que também a vós se pode demonstrar misericórdia.

6, 7 Como foi Saulo, o perseguidor interrompido, informado da vontade de Jeová para com ele? (b) Por preencher que requisitos tornou-se ele então ministro qualificado de Deus?

6 Lembrai-vos de que o perfeito sacrifício humano de Jesus Cristo, como o Mediador, pôs em vigor o novo pacto. Isto admitiu que Deus perdoasse o pecado e a iniquidade segundo a sua promessa expressa naquele novo pacto. Portanto, Jesus, o glorificado Mediador daquele pacto, interceptou a Saulo, o perseguidor, no caminho a Damasco por cegá-lo e o enviou à cidade para esperar a vinda dum fiel cristão, a quem Saulo havia resolvido perseguir, a saber, Ananias de Damasco. Quando Ananias visitou Saulo no seu terceiro dia de cegueira, êle explicou de que modo Jeová Deus estava qualificando adequadamente a Saulo para o ministério do novo pacto. “Êle disse: ’O Deus de nossos antepassados escolheu-te para chegares a conhecer a sua vontade e vires o Justo e ouvires a voz da sua boca, pois hás de ser testemunha dele perante todos os homens das coisas que viste e ouviste. E agora, por que demoras? Levanta-te, sê batizado e lava os teus pecados por invocar o seu nome.’” (Atos 22:14-16, NM). “Logo lhe caíram dos olhos umas como escamas, e recuperou a vista. Levantando-se foi batizado”, e ele ficou “cheio do espírito santo”. (Atos 9:17, 18) Ele lavou seus pecados no sangue purificador do Mediador do novo pacto por invocar o nome do grande Autor do novo pacto, Jeová Deus, que havia pactuado perdoar a iniquidade e não se lembrar mais do pecado. - Heb. 9:14-26.

7 Saulo, então batizado, perdoado e cheio de espírito santo, achou-se adequadamente qualificado e enviado por Deus. Portanto, empreendeu imediatamente o ministério para o qual havia sido feito idôneo. Notai como provou ser qualificado: “Então permaneceu em Damasco alguns dias com os discípulos; e logo pregava nas sinagogas a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus. . . . Saulo, porém, mais e mais se fortalecia e confundia os judeus que moravam em Damasco, demonstrando [logicamente, NM] que Jesus é o Cristo.” Por causa duma conspiração para matá-lo, “os seus discípulos tomaram-no de noite e, colocando-o dentro dum cesto, desceram-no pela muralha.” Ele veio então a Jerusalém e foi apresentado ao apóstolo Pedro ao meio-irmão de Jesus, Tiago. “Estava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, pregando ousadamente em nome do Senhor. Falava e discutia com os helenistas; mas eles procuravam tirar-lhe a vida.” Portanto, os irmãos cristãos o mandaram de volta à sua cidade natal de Tarso. - Atos 9:19-30, ARA.

OS PASSOS PARA A QUALIFICAÇÃO

8, 9 Que passos para a qualificação como ministro procedem a remoção do “véu da descrença”?

8 Ninguém pode estar adequadamente qualificado para ser ministro de Deus no seu novo-pacto, a menos que, como no caso de Saulo, a luz de Deus por meio de Cristo brilhe sôbre ele, êle se arrependa do seu proceder pecaminoso, aceite a misericórdia de Deus, invoque o nome de Deus como Perdoador de pecados, para que se lhe lavem os pecados no sangue do sacrifício de Jesus e ele seja batizado em água e assim demonstre fé e faça uma declaração pública desta fé. O apóstolo Paulo destacou estes pontos para nós ao falar sôbre as suas qualificações para o ministério. Ele menciona o véu de descrença que uma vez o cegara e diz:

9 “Quando se recorre a Jeová, o véu é tirado. Ora, Jeová é o espírito; e onde está o espírito de Jeová, ali há liberdade. E todos nós, enquanto com rostos sem véu refletimos como espelhos a glória de Jeová, somos transformados na mesma imagem de glória em glória, exatamente como é feito por Jeová, o espírito. É por isso que, visto que temos este ministério segundo a misericórdia que nos foi demonstrada, não nos comportamos indevidamente, mas temos renunciado às coisas dissimuladas que envergonham, não andando com astúcia nem adulterando a palavra de Deus, mas, por tornar manifesta a verdade, recomendamo-nos a cada consciência humana à vista de Deus. . . . Pois pregamos, não a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vossos escravos pela causa de Jesus. Pois Deus é quem disse: ‘Da escuridão brilhe a luz, e ele tem brilhado em nossos corações para iluminá-los com o glorioso conhecimento de Deus pela face de Cristo. No entanto, temos este tesouro [do ministério] em vasos de barro, para que o poder, além do normal, seja o de Deus e não o de nós mesmos. . . . Então, porque temos o mesmo espírito de fé como aquele de quem se escreve [Salmo 116:10]: ‘Exerci fé, por isso falei’, nós, também, exercemos fé e, por isso, falamos, sabendo que aquele que levantou a Jesus também levantará a nós juntamente com Jesus . . . Por isso não desistimos.” - 2 Cor. 3:16 a 4:16, NM.

10. A glória de Jeová teve que efeito sôbre os mediadores dos dois pactos, o antigo e o novo, e sôbre Paulo?

10 Paulo referiu-se aqui a Moisés, o mediador do antigo pacto da lei. Moisés, porque se comunicou com o anjo de Jeová no Monte Sinai, ficou carregado duma luz gloriosa, de modo que, ao descer do monte, “a pele do seu rosto emitia raios” e ele teve de velar a sua face enquanto falava com os judeus aterrorizados e até que voltasse a falar com o anjo de Jeová. (Êxo. 34:29-35, NM) Pois bem, o próprio apóstolo Paulo, como um espelho, estava refletindo a glória de Jeová, conforme brilhava na face de Jesus Cristo, o Mediador do novo pacto. Paulo estava sendo transformado na mesma imagem, de um degrau de glória espiritual a outro, exatamente como feito por Jeová, o espírito, a quem ele chegava a conhecer mais e mais.

11. Como foi que Paulo ‘glorificava seu ministério’?

11 Certamente, enquanto Paulo assim refletia a luz de glória e estava sendo transformado, ele não podia comportar-se indevidamente no seu ministério. Não podia andar em astúcia, nem adulterar a Palavra de Deus com qualquer impureza. Ele teve de renunciar às coisas dissimuladas que envergonham. Por manifestar a verdade na sua pureza, tinha de recomendar-se a cada consciência humana à vista de Deus. Não podia velar qualquer coisa daqueles a quem pregava como ministro do novo pacto. De modo que, se as boas novas que declarava estavam veladas, não era culpa de Paulo. Satanás, o Diabo, o deus deste sistema de coisas, as havia velado por cegar as mentes de todos os que não criam, “para que a iluminação das gloriosas boas novas acerca do Cristo, que é a imagem de Deus, não possa penetrar”. (2 Cor. 4:3, 4, NM) Por não velar nada, Paulo não podia ser mercador comercial da Palavra de Deus como o é o clero pago da cristandade. Paulo tinha de proferir sinceramente a mensagem com a qual Deus o havia enviado. Sabendo que estava “sob a vista de Deus, em companhia de Cristo”, Paulo tinha de ’glorificar seu ministério’, não degradá-lo. - 2 Cor. 2:17 e Rom. 11:13, NM.

12. Semelhante a Paulo, a quem precisam conhecer todos os ministros do novo pacto? Por quê?

12 O novo pacto do qual Paulo era servo, declarava: “Todos me conhecerão desde o menor até o maior deles, diz Jehovah”, e em Hebreus 8:11 o apóstolo Paulo citou estas mesmas palavras. (Jer. 31:34) Paulo conhecia a Jeová Deus e era, portanto, uma das testemunhas de Jeová. Todos os ministros do novo pacto precisam conhecer a Jeová, de outro modo não poderiam estar adequadamente qualificados para estar no ministério do seu novo pacto. Precisam ser ministros daquilo que conhecem, portanto, testemunhas de Jeová. Com isto em mente, Paulo disse aos seus ministros companheiros: “Rogo-vos, portanto, que sejais meus imitadores” (1 Cor. 4:16, NTR.) Em imitação de Paulo, todos os ministros do novo pacto precisam ser testemunhas Daquele a quem conhecem como o Deus desse pacto, Jeová, o Perdoador dos seus pecados. Conforme o próprio Deus disse ao seu povo típico, no pacto da lei: “Vós sois as minhas testemunhas, diz Jehovah, o meu servo a quem escolhi, para que saibais, me acrediteis e entendais que eu sou.” Estas palavras de ordenação para serem ministros aplicam-se agora com mais fôrça à classe do servo de Deus, que está no novo pacto e da qual ele disse profeticamente: “Povo que formei para mim mesmo, a fim de que manifestassem o meu louvor.” (Isa. 43:10, 21) Apanhando a luz de glória de Jeová, conforme se reflete na face de Jesus Cristo que apareceu à humanidade, os ministros atuais do novo pacto precisam também, como espelhos, refletir essa luz do conhecimento da glória de Deus aos outros, para que seja louvado e eles possam ser iluminados. Nesta era de trevas há grande necessidade disso.

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