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  • “Vigiai no Sentido de Orações”
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1959
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w59 1/3 pp. 145-150

“Vigiai no Sentido de Orações”

“Mas, já se tem aproximado o fim completo de todas as coisas. Tende mente sã, portanto, e vigiai no sentido de orações.” — 1 Ped. 4:7, NM.

1-3. (a) Que tragédia terrível ilustra bem a tolice do excesso de confiança? (b) Que analogia podemos tirar disso para os cristãos?

ERAM as 11, 40 horas da noite de 14 de abril de 1912. O maior transatlântico do mundo, com 2.207 almas a bordo, navegava a tôda a velocidade pelo Atlântico do Norte. Tinha sido aclamado como “a obra de Engenharia de que o homem se podia orgulhar mais”. A confiança que seus proprietários depositavam nele revelava-se no seu nome, “Titanic”, significando “de enorme magnitude, força e potência”. Êste grande paquête, supostamente insubmergível, estava no quinto dia de sua viagem inaugural. De repente, do fundo da noite, surgiu uma montanha de gelo flutuante, e antes que o rumo do paquete pudesse ser alterado o suficiente, recebeu um grande talho num dos seus costados. O “insubmergível” Titanic afundou em menos de três horas, arrastando para seu túmulo aquoso 1.502 homens, mulheres e crianças.

2 Qual foi a causa ,desta terrível tragédia? Falta de vigilância devido a excesso de confiança! Seu operador de rádio recebera seis avisos, um dêstes dando até a localização exata da mesma geleira que se chocou com o Titanic! Por que continuou o seu capitão a navegar a tôda a velocidade, apesar de tais avisos? Porque êle tinha grande confiança na qualidade insubmergível de seu navio. Deveras, isso é uma ilustração bem apropriada da tolice do excesso de confiança!

A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA

3 Nós, como cristãos dedicados, estamos no mundo, mas não fazemos parte do mundo. Somos, por assim dizer, capitães de navios, navegando dêste velho mundo ou sistema de coisas para o novo mundo de após o Armagedon. No momento, muitos de nós parecem ter viagem serena, e por isso talvez haja a tendência de afrouxarmos a vigilância. Mas, não nos atrevemos a fazer isso, pois também o nosso mar está cheio de montanhas de gêlo, de obstáculos colocados ali pelo Diabo e pelos seus demônios, pelo mundo, e pela carne, que podem facilmente levar-nos ao naufrágio, à perda de integridade para com Deus.

4. Que significa ser vigilante?

4 Que significa ser vigilante? O termo “vigilante” vem duma radical que significa “vigiar”. Diz-se nos que ser vigilante significa vigiar alertamente, ser circunspecto, cauteloso, “atento para descobrir e evitar perigos ou prover segurança”. “A vigilância envolve atenção intensa, corajosa e muitas vezes cautelosa, especialmente na causa do direito.” (Webster) Ser vigilante, portanto, significa exatamente o contrário de ser descuidado, irrefletido, desatento, indiferente ou sonolento. Os exemplos de aviso e as ordens explícitas da Palavra de Deus impressionam nossas mentes e corações com a importância da vigilância.

5, 6. (a) Que exemplos bíblicos temos a respeito da falta de vigilância devido ao excesso de confiança? (b) E que avisos bíblicos temos?

5 Devido ao excesso de confiança e à falta de vigilância, até mesmo servos fiéis de Jeová, tais como Noé, Moisés e Davi, davam às vezes ’passos falsos antes de se aperceberem disso’. E é especialmente no apóstolo Pedro que temos um exemplo de aviso. Pedro estava, de certo, completamente devotado a Jeová Deus e ao seu Senhor. Não abandonara ele a sua pescaria e tudo o mais para seguir a Jesus como pescador de homens? No entanto, como êle tropeçou, negando seu Mestre três vezes, tudo por causa de sua falta de vigilância devida ao excesso de confiança! — Mat. 26:31-35, 75.

6 Além disso, temos as ordens explícitas: “Vigiai no sentido de orações.” “Mantende vossos sentidos, vigiai.” “Vigiai e orai.” “Fiquemos despertos e mantenhamos nossos sentidos.” “Aquele que pensa que tem uma posição firme, tenha cuidado de que não caia.” — 1 Ped. 4:7; 5:8; Mat. 26:41; 1 Tes. 5:6; 1 Cor. 10:12, NM.

POR QUE HA AGORA MAIOR NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA

7-10. (a) Por que se necessita agora exercer vigilância cada vez maior quanto à oposição da parte de Satanás? (b) Da parte do mundo? (c) Da parte de nossa própria carne?

7 Embora os cristãos tivessem sempre que tomar a peito estes avisos, há agora uma necessidade ainda maior de fazer isso. Foi sempre verdade que “o Diabo anda em redor como leão que ruge, procurando devorar alguém’. Mas, visto vivermos no tempo em que “as nações se iraram”, em duas guerras mundiais, sabemos que Satanás tem agora maior ira, “sabendo que lhe resta um curto período de tempo”, e que, portanto, êle trava guerra, com fúria cada vez maior, contra os “que observam os mandamentos de Deus e têm a obra de dar testemunho de Jesus”. Este ataque acelerado da parte de Satanás requer maior vigilância da nossa parte. — 1 Ped. 5:8; Apo. 11:18; 12:12, 17, NM.

8 O mesmo se aplica ao nosso inimigo, o mundo. Em vista do “aumento do que é sem lei”, há maior perigo de que nosso amor esfrie. E não mostram os fatos de que estamos vivendo nos “tempos críticos, difíceis de manejar”, em que o egoísmo criou raízes? Assim, embora o mundo tenha sempre tentado o cristão com seu egoísmo, seu crescente materialismo e iniqüidade exigem maior vigilância de nossa parte. — Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1-5; 1 João 2:16, NM.

9 Hoje em dia há necessidade cada vez maior de vigilância no que se refere à nossa própria carne. Como se dá isso? Note novamente que, embora isso se tenha aplicado sempre, conforme Paulo confessou, “pois não faço o bem que quero; mas o mal que não quero, esse pratico”, a carne tem hoje maiores incentivos para fazer-se sentir. Assim como “a fartura de pão e a prospera tranquillidade” contribuíram para a delinqüência da antiga Sodoma, assim também hoje, a prosperidade material e o maior tempo para ociosidade, de que muitos de nós dispõem, oferecem oportunidades adicionais para as tendências decaídas de nossa carne se fazerem sentir, tornando difícil o autocontrole. Quão séria pode ser esta ameaça vê-se do fato de que certas testemunhas cristãs de Jeová, que suportaram fielmente a brutalidade nos campos de concentração nazistas, ou, mais recentemente, anos em prisões comunistas, foram depois excomungados ou desassociados por causa de conduta imoral! — Rom. 7:19; Eze. 16:49.

10 Visto que nossos três inimigos, o Diabo, o mundo e a carne, colocam cada vez mais obstáculos em nosso caminho, precisamos ser hoje deveras mais alertas, atentos e vigilantes do que em qualquer tempo anterior. Não nos atrevemos a ser confiantes demais por causa da falta de perseguição na maior parte do mundo e por causa da grande expansão da adoração pura. Ao contrário, visto que “já se tem aproximado o fim completo de tôdas as coisas”, temos necessidade cada vez maior de tomar a peito todos os exemplos de aviso e tôdas as ordens explícitas quanto à vigilância.

CÔNSCIOS DE NOSSA NECESSIDADE ESPIRITUAL

11-14. (a) Que efeito terá sobre nosso estudo da Palavra de Deus estarmos cônscios de nossa necessidade espiritual? Por quê? (b) Que efeito terá sobre a nossa assistências às reuniões? (c) Sôbre a nossa atividade de pregação? (d) Sôbre as nossas orações?

11 Como podemos manter-nos vigilantes? Como podemos evitar o laço do excesso de confiança? Como? Por estarmos sempre cônscios de nossa necessidade espiritual. Conforme Jesus disse: “Felizes são os que estão cônscios da sua necessidade espiritual.” E por que nos mantém vigilantes e nos protege contra o laço do excesso de confiança o fato de estarmos cônscios de nossa necessidade espiritual? Porque, em primeiro lugar, fará que sejamos diligentes em estudar a Palavra de Deus junto com as ajudas que ele proveu para o entendimento dela, sabendo que “o homem tem de viver, não somente de pão, mas de todo que procede da boca de Jeová”. Esta Palavra, como vimos, contém muito aviso admoestador que nos ajudará a nos mantermos vigilantes. — Mat. 5:3; 4:4, NM.

12 Em segundo lugar, se estivermos cônscios de nossa necessidade espiritual, estaremos ansiosos de nos associarmos com cristãos de mentalidade igual, em toda oportunidade, apreciando que ninguém pode dizer ao outro: “Não tenho necessidade de ti.” Talvez não pensemos em dizer isso em tantas palavras, mas se negligenciarmos voluntariamente reunir-nos com nossos irmãos, estamos dizendo exatamente isso pelas nossas ações e em nossos corações. Se todos os cristãos dedicados estivessem plenamente a par de sua necessidade espiritual de se associarem uns com os outros, não seria necessário lembrar-lhes, continuamente que não deixemos ’de nos congregar como é costume de alguns, animemos uns aos outros, e quanto vemos aproximar-se o dia.’ A associação mútua é estimulante e ajuda-nos a nos mantermos vigilantes. — 1 Cor. 12:21; Heb. 10:25, NM.

13 Além disso, se estivermos cônscios de nossa necessidade espiritual, reconheceremos que se aplica a cada um de nós, assim como se aplicou a Jesus: “A minha comida é fazer eu a vontade daquelle que me enviou, e completar a sua obra.” Tendo acolhido em bons corações as boas novas acerca de Jeová e de seu reino, e o aviso da destruição impendente no Armagedon, verificamos que temos realmente necessidade de dizer estas verdades a outros. Sim, iguais a Eliú e a Jeremias, não poderemos ficar calados. Manter-se ocupado na pregação da verdade é um dos melhores meios de manter-se vigilante. — João 4:34; Jó 32:18-20; Jer. 20:9.

14 E, finalmente, estarmos cônscios de necessidade espiritual fará que apreciemos o valor da oração, de falarmos com nosso Pai celestial, Jeová Deus. Pela oração mostramos que nos apercebemos nitidamente da necessidade de sua ajuda, que apreciamos a necessidade de nos mantermos em contato com êle, a Fonte da verdadeira sabedoria e de tôda a força. Parece haver hoje a tendência entre alguns de desperceber a importância da oração, da oração freqüente e sincera. É muito fácil negligenciar a oração ou deixá-la deteriorar-se numa coisa de rotina, formal. Isso é um grande engano! A oração sincera e freqüente ajudar-nos-á a evitarmos o laço da confiança excessiva. Não é de admirar-se que a Palavra de Deus ligue repetidas vezes a oração à vigilância.

JESUS ESTAVA CÔNSCIO DE SUA NECESSIDADE ESPIRITUAL

15. O que mostra que Jesus estava cônscio de sua necessidade espiritual?

15 No que se refere à oração, como em todo o resto, Jesus dá-nos o exemplo perfeito. Sua apreciação deste privilégio precioso destaca-se de modo proeminente no registro de seu ministério terrestre. De fato, pode-se dizer que nenhum outro homem terreno jamais apreciou a oração como êle a apreciava. Embora tivesse mente e corpo perfeitos, e tivesse poderes sobrenaturais à sua disposição, não tinha excesso de confiança, mas estava sempre cônscio de sua necessidade espiritual. Olhava continuamente para seu Pai celestial em busca de sabedoria e de força, bem como expressando louvor e agradecimento em oração.

16-18. (a) Qual foi a atitude mental de Jesus por ocasião de seu batismo? (b) Que registro temos quanto a Jesus recorrer à oração durante o seu ministério?

16 Assim lemos a respeito do princípio de seu ministério terrestre que “tendo sido Jesus também baptizado e estando a orar, o céo abriu-se”. Plenamente cônscio de sua necessidade espiritual, êle se comunicou com seu Pai, procurando a Sua ajuda. Estava profundamente sério; sua conduta não estava marcado por nenhuma frivolidade ou despreocupação. E só podemos chegar à conclusão que Jesus gastou muito tempo em oração durante os quarenta dias que passou no deserto. De modo que, quando Satanás se aproximou com suas tentações astutas e sutis, Jesus não estava desprevenido. Estava vigilante. — Luc. 3:21; Mat. 4:1-10.

17 E assim também foi através de seu ministério. Lemos repetidas vezes de êle se retirar para orar em particular: “Estando elle sozinho orando em particular, achavam-se com elle os discipulos.” E, novamente: “Depois de despedil-o, subiu só ao monte para orar”, continuando ali até a manhã cedo, quando êle se apressou ao encontro dos seus discípulos que se achavam ameaçados por uma tempestade. E, em outra ocasião, “levantando-se antes da madrugada, sahiu e foi a um logar deserto, e alli orava”. — Luc. 9:18; Mat, 14:23; Mar. 1:35.

18 Antes de escolher os doze apóstolos dentre seus discípulos Jesus “retirou-se para o monte a orar, e passou a noite, orando a Deus”. Que exemplo para nós suplicarmos a Deus fervorosamente quando confrontados com uma importante decisão! Outrossim, foi quando Jesus “levou comsigo a Pedro, a João e a Tiago e subiu ao monte para orar” que se deu a maravilhosa cena da transfiguração. Em resposta à oração de Jesus? Sem dúvida! E o exemplo que o próprio Jesus deu quanto a orar contribuiu para nós recebermos a oração-modêlo, conforme lemos: “Estava Jesus orando em certo logar e, quando acabou, disse-lhe um de seus discipulos: Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou a seus discipulos.” — Luc. 6:12; 9:28-30; 11:1.

19, 20. (a) Que orações proferiu Jesus no último dia de seu ministério terrestre? (b) Por que orou êle daquele modo?

19 E Jesus recorreu à oração especialmente no último dia de seu ministério terrestre como homem. Sabendo que dentro em pouco ia deixar seus seguidores, êle orou fervorosamente a favor dêles, por algum tempo, conforme se acha registrado em João, capítulo 17. Preconhecendo o futuro imediato, êle orou especialmente a favor de Pedro, para que a sua ‘fé não desfalecesse’. Depois, pouco antes de a populaça vir prendê-lo, Jesus orou três vêzes a respeito da vontade de seu Pai para com êle: “Pae meu, se é possivel, passe de mim este calix; todavia não seja como eu quero, mas como tu queres.” Sem dúvida, Paulo pensava nesta ocasião específica quando escreveu que Cristo, ‘nos dias da sua carne, ofereceu preces e súplicas com forte clamor e lágrimas ao que podia salvá-lo da morte’, seu Pai celestial (Luc. 22:31, 32; Mat. 26:39; Heb. 5:7) Não é que pensamos que Jesus se retraía diante da morte, ou da espécie de morte que o aguardava. Não dissera êle aos seus discípulos que havia de ser morto, bem como de que maneira seria morto? (Mat. 16:21; João 12:33) Antes, temos de concluir que se preocupava muito com o vitupério que a morte do Filho de Deus, numa estaca de tortura, lançaria sôbre seu Pai celestial, Jeová Deus.

20 Jesus persistiu na oração enquanto sofria as agonias de ser pendurado numa estaca. A vergonha e a dor disso não o desviaram de Deus, mas o achegavam ainda mais a ele. Nas suas orações, êle citou de dois salmos proféticos que Deus mandara registrar para este mesmo fim, séculos antes: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” E: “Pae, nas tuas mãos entrego o meu espirito.” E depois temos o seu relatório final ao seu Pai: “Está consummado.” Sendo que tudo isso, seja notado de passagem, prova que enquanto Jesus estava na terra, êle não era ao mesmo tempo humano e divino, não era uma encarnação, não era membro duma trindade, mas era inteiramente terreno, uma criatura humana, porém perfeita, porque seu Pai era Jeová Deus. — Mat. 27:46; Luc. 23:46; João 19:30; Sal. 22:1; 31:5.

21. Que lição podemos tirar do exemplo de Jesus?

21 Não há dúvida a respeito disso, Jesus estava sempre cônscio de sua necessidade espiritual. E se êle, o Filho de Deus, perfeito, sem pecado, e obrando milagres, sentia continuamente a necessidade de orar, quanto mais a devemos sentir nós, filhos e filhas imperfeitos, pecaminosos e fracos de Adão. Que seus apóstolos tinham a mesma atitude mental torna-se aparente de suas cartas, que abundam tanto em ordens para se orar como em referências às orações dêles pelos seus irmãos. — Rom. 15:30; 1 Tes. 1:2; 1 Ped. 4:7.

LOUVORES, AGRADECIMENTOS E PETIÇÕES

22. Quais são algumas das exortações bíblicas que envolvem oração?

22 Também as muitas exortações e expressões bíblicas que envolvem oração nos exortam a orarmos. Somente pela oração podemos continuar a ‘invocar o Pai’. Somente pela oração podemos ‘lançar sobre Jeová as nossas cargas, deixando que êle nos sustente’. E, para ’confiarmos em Jeová de todo o nosso coração’ e o ’reconhecermos em todos os nossos caminhos’, temos de nos dirigir a êle em oração, além de pesquisarmos a sua Palavra. Nem podemos ’andar humildes com o nosso Deus’ sem orarmos; pois quem não conversa com aquêle com quem anda; e que é a oração, senão uma conversa com Deus? E se nos dirigimos em primeiro lugar a Deus em dedicação, não é que lhe dizemos em oração: ’Eis que venho para fazer a tua vontade, Deus meu’? — 1 Ped. 1:17; Sal. 55:22; Pro. 3:5, 6; Miq. 6:8; Heb. 10:9.

23, 24. (a) Quais são as três formas ou aspectos da oração, e quais são as causas? (b) Que belo exemplo disso deu-nos Davi?

23 Todavia, não despercebamos o fato de que a oração não se limita a pedirmos alguma coisa a Deus. Não, ela inclui também louvores e agradecimentos. Assim foi que Jesus não fêz apenas repetidas petições a Deus, mas êle também louvou-o e agradeceu-lhe vez após vez em oração. (Mat. 11:25; Mar. 8:6; Luc. 22:17, 19; João 6:11, 23; 11:41) Portanto, lembremo-nos sempre de que é sempre apropriado que louvemos a Jeová em nossas orações pelo que êle é, e que incluamos sempre expressões de agradecimento por tudo o que êle faz continuamente para nós. Por cultivarmos a atitude mental de louvor e de agradecimento, seremos recompensados com autosuficiência e contentamento, os quais, junto com a devoção piedosa, significam grande lucro. — 1 Tim. 6:6, NM.

24 Um belo exemplo duma oração que inclui louvor, agradecimento e petição é aquela que Davi ofereceu na ocasião em que êle e sua nação fizeram contribuições para a construção do templo de Jeová. Êle louvou a Jeová com eloqüência apropriada pelas Suas qualidades, e agradeceu a Jeová então que êle mesmo e seu povo puderam contribuir, tão generosamente, pois tudo vinha em primeiro lugar de Deus. Daí ele pediu a Jeová que ele mantivesse seu povo sempre tão generosamente inclinado, com os corações sempre voltados para Jeová. Davi orou também a favor do reino típico, dizendo: “Dá a meu filho Salomão um coração perfeito, para que guarde os teus mandamentos.” Imitemos a Davi, fazendo que nossas orações dêem evidência não somente de que estamos cônscios de nossa necessidade espiritual, mas também de que apreciamos a espécie de Deus que Jeová é e aquilo que êle faz continuamente a favor de nós. — 1 Crô. 29:10-20.

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