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  • A religião falsa e os sacrifícios humanos

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  • A religião falsa e os sacrifícios humanos
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
w66 15/1 p. 52

A religião falsa e os sacrifícios humanos

◆ Certo explorador que fez pelo menos sete expedições a densas florestas da América do Sul, falou recentemente a respeito de uma tribo que queima suas vítimas. Daí, pulverizam os ossos e espalham os restos numa folha de banana e a comem. “Não são realmente canibais”, explica. “Trata-se dum rito religioso. Praticam isso com sua própria gente, também.” (Daily News de Nova Iorque, de 27 de março de 1965) Isto se tem mostrado verídico através da história: A religião falsa assassinou dezenas de milhares de vítimas em sacrifícios humanos. Os índios astecas, por exemplo, praticavam em larga escala o sacrifício humano. Em seu livro Daily Life of the Aztecs (Vida Diária dos Astecas), Jacques Soustelle conta como os astecas consideravam o sacrifício humano qual dever sagrado para com o sol como sendo deus. Descrevendo como os sacerdotes astecas, de mantos negros e de cabelos compridos, realizavam suas sangrentas funções religiosas, escreve: “Na forma mais comum do rito, a vítima era estendida de costas sobre uma pedra um tanto convexa, tendo os braços e as pernas seguras por quatro sacerdotes, enquanto um quinto o retalhava com uma faca de pedra dura e lhe arrancava o coração.” Isto, no entanto, era apenas uma variedade das formas de sacrifício humano. Quanto a outros tipos, escreve:

“Dedicavam-se mulheres às deusas da terra, e, enquanto dançavam, fingindo não saber sua sorte, decepavam-lhes as cabeças; crianças eram afogadas como oferta ao deus da chuva Tlaloc; as vítimas do deus do fogo, anestesiadas por yauhtli (haxixe), eram lançadas às chamas; e as que personificavam o deus Xipe Totec eram amarradas num tipo de armação, atingidas por flechas e então esfoladas — os sacerdotes se trajavam com a pele. Na maioria dos casos, a vítima era vestida, pintada e adornada, de modo a representar o deus que estava sendo adorado.” — Págs. 97, 98.

Nos tempos antigos, os cananeus ofereciam comumente seus filhos quais sacrifícios humanos a seus deuses falsos, o fogo sendo o método usual de sacrifício, assim como se tem dado tão amiúde com muitas religiões falsas. Até o verdadeiro povo de Deus, os israelitas, começaram a imitar os pagãos nesta forma abominável de rito religioso. A Bíblia nos conta o conceito de Jeová Deus sobre o assunto: “Ergueram o lugar alto de Tofet, no vale do filho de Enom para lá queimarem seus filhos e filhas, não lhes havendo eu ordenado tal coisa que nem me passara pela mente.” (Jer. 7:31, CBC) Este costume, junto com os falsos ensinos religiosos que afirmam que o próprio Deus atormenta as almas humanas eternamente num logo literal, é uma das razões pelas quais, conforme mostra a Bíblia, nenhum vestígio da religião falsa sobreviverá para a nova ordem de justiça de Deus.

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