Nota de rodapé
a Às vezes, o tratamento duma condição doentia, tal como câncer do colo, causa a morte do embrião em desenvolvimento. Mas, este talvez seja um inevitável efeito secundário do tratamento; o aborto nem é o próprio tratamento, nem é o objetivo. De modo similar em alguns casos, um óvulo fecundado se implanta na Trompa de Falópio e começa a se desenvolver ali, em vez de no útero. Tal prenhez ectópica tubária não se pode desenvolver plenamente nesta pequena trompa; com o tempo acabará em ruptura da trompa, causando a morte do embrião. Quando tal condição é descoberta cedo, os médicos usualmente a tratam por retirar a Trompa de Falópio afetada, antes de se romper. A mulher cristã com prenhez tubária poderá decidir se quer ou não aceitar tal operação. Normalmente, sem dúvida, estará disposta a enfrentar qualquer risco da gravidez, para que seu bebê viva. Mas, no caso da prenhez tubária, ela enfrenta um grave risco, ao passo que não há possibilidade de o embrião continuar a viver e a criança nascer.