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  • Livro bíblico número 20 — Provérbios
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • de Jeová, “é a coisa principal”. Adquira-a. A Fonte dela é Jeová. A sabedoria vivificadora tem seu início no conhecimento e no temor de Jeová Deus — esse é o grande segredo da sabedoria. Portanto, tema a Deus, não ao homem. A sabedoria personificada faz uma proclamação, instando com todos para que endireitem os seus caminhos. A sabedoria grita em voz alta nas próprias ruas. Jeová chama a todos os inexperientes e os faltos de coração para que se voltem e se alimentem do pão da sabedoria. Serão então felizes com o temor de Jeová, mesmo que possuam pouco. Muitas são as bênçãos da sabedoria; grandemente proveitosos são os seus efeitos. A sabedoria e o conhecimento — os elementos fundamentais preliminares para se adquirir reflexão, que é uma salvaguarda. Como o mel é benéfico e agradável ao paladar, assim é a sabedoria. É mais preciosa do que o ouro; é árvore de vida. Os que não possuem sabedoria perecem, pois a sabedoria preserva a vida; ela significa vida. — 4:7; 1:7, 20-23; 2:6, 7, 10, 11; 3:13-18, 21-26; 8:1-36; 9:1-6, 10; 10:8; 13:14; 15:16, 24; 16:16, 20-24; 24:13, 14.

      22. De que nos salvaguarda a compreensão?

      22 (3) Além do conhecimento e da sabedoria, é de suma importância adquirir a compreensão; por conseguinte, “com tudo o que adquirires, adquire compreensão”. A compreensão é a habilidade de ver uma coisa nos seus elementos e na sua relação; isto significa discernimento, tendo-se sempre em mente a Deus, pois o homem não pode estribar-se na sua própria compreensão. É absolutamente impossível alguém ter compreensão ou discernimento, se as suas obras estiverem em oposição a Jeová! Precisamos buscar diligentemente a compreensão como um tesouro escondido, a fim de a possuirmos. Para adquirirmos compreensão, precisamos ter conhecimento. Quem se empenha em adquirir conhecimento é recompensado, e a sabedoria se acha diante dele. Pode evitar as inumeráveis armadilhas do mundo, tais como das incontáveis pessoas más que poderiam procurar enlaçá-lo a andar com elas no caminho das trevas. Sejam dadas graças a Jeová Deus — a Fonte do vitalizador conhecimento, sabedoria e compreensão! — 4:7; 2:3, 4; 3:5; 15:14; 17:24; 19:8; 21:30.

      23. Que conselhos sábios serão considerados a seguir?

      23 Conforme o objetivo benéfico de Provérbios, o livro apresenta uma abundância de sábios conselhos inspirados, que nos ajudam a adquirir a compreensão, e resguardam nosso coração, “pois dele procedem as fontes da vida”. (4:23) Segue-se uma seleção de conselhos sábios, acentuados do começo ao fim do livro.

      24. O que se diz a respeito dos iníquos e dos justos?

      24 Contraste entre os iníquos e os justos: Os iníquos serão apanhados nos seus caminhos pervertidos, e seus tesouros não os salvarão no dia do furor. Os justos se colocam no caminho da vida e serão recompensados por Jeová. — 2:21, 22; 10:6, 7, 9, 24, 25, 27-32; 11:3-7, 18-21, 23, 30, 31; 12:2, 3, 7, 28; 13:6, 9; 14:2, 11; 15:3, 8, 29; 29:16.

      25. Como nos adverte Provérbios contra a imoralidade?

      25 A necessidade de retidão moral: Salomão avisa constantemente contra a imoralidade. Os adúlteros receberão uma praga, bem como desonra, e o seu vitupério não será apagado. “Águas furtadas” podem parecer doces para um jovem, mas a prostituta desce à morte e arrasta consigo suas vítimas inexperientes. Os que caem no profundo abismo da imoralidade são condenados por Jeová. — 2:16-19; 5:1-23; 6:20-35; 7:4-27; 9:13-18; 22:14; 23:27, 28.

      26. O que diz sobre o autodomínio?

      26 A necessidade de autodomínio: A bebedice e a glutonaria são condenadas. Todos os que desejam ter a aprovação de Deus precisam praticar moderação no comer e no beber. (20:1; 21:17; 23:21, 29-35; 25:16; 31:4, 5) Os que são vagarosos em se irar são abundantes em discernimento e maiores do que um homem poderoso que captura uma cidade. (14:17, 29; 15:1, 18; 16:32; 19:11; 25:15, 28; 29:11, 22) O autodomínio é necessário também para se evitar a inveja e o ciúme, sendo este podridão para os ossos. — 14:30; 24:1; 27:4; 28:22.

      27. (a) O que constitui uso insensato da língua? (b) Por que é tão importante fazer uso sábio de nossos lábios e de nossa língua?

      27 O uso sábio e o uso insensato da língua: A fala pervertida, o caluniador, a testemunha falsa e o falsificador serão descobertos, pois são detestáveis a Jeová. (4:24; 6:16-19; 11:13; 12:17, 22; 14:5, 25; 17:4; 19:5, 9; 20:17; 24:28; 25:18) Se a boca de alguém fala coisas boas, é fonte de vida; mas a boca do insensato o precipita à ruína. “Morte e vida estão no poder da língua, e quem a ama comerá os seus frutos.” (18:21) A calúnia, a fraude, a lisonja e as palavras irrefletidas são condenadas. Falar a verdade e honrar a Deus é o caminho da sabedoria. — 10:11, 13, 14; 12:13, 14, 18, 19; 13:3; 14:3; 16:27-30; 17:27, 28; 18:6-8, 20; 26:28; 29:20; 31:26.

      28. Que dano causa o orgulho, mas que benefícios resultam da humildade?

      28 A tolice do orgulho e a necessidade de humildade: O orgulhoso se eleva a uma posição que realmente não deve, de modo que sofre uma queda desastrosa. Jeová detesta os que são de coração altivo, mas dá aos humildes sabedoria, glória, riquezas e vida. — 3:7; 11:2; 12:9; 13:10; 15:33; 16:5, 18, 19; 18:12; 21:4; 22:4; 26:12; 28:25, 26; 29:23.

      29. Como devemos considerar a preguiça, e de que valor é a diligência?

      29 Diligência, não indolência: Muitas são as descrições do preguiçoso. Ele devia ir ter com a formiga para aprender uma lição e se tornar sábio. Quanto ao diligente — este prosperará! — 1:32; 6:6-11; 10:4, 5, 26; 12:24; 13:4; 15:19; 18:9; 19:15, 24; 20:4, 13; 21:25, 26; 22:13; 24:30-34; 26:13-16; 31:24, 25.

      30. Como sublinha Provérbios a boa associação?

      30 A boa associação: É loucura associar-se com os que não temem a Jeová, com os iníquos ou estúpidos, com pessoas irascíveis, com mexeriqueiros ou com glutões. Antes, busque a companhia de pessoas sábias, e adquirirá mais sabedoria. — 1:10-19; 4:14-19; 13:20; 14:7; 20:19; 22:24, 25; 28:7.

      31. Que conselho sábio é dado sobre a repreensão?

      31 A necessidade de repreensão e de correção: “Jeová repreende aquele a quem ama”, e os que aceitam essa disciplina estão no caminho da glória e da vida. Quem odeia a repreensão chegará à desonra. — 3:11, 12; 10:17; 12:1; 13:18; 15:5, 31-33; 17:10; 19:25; 29:1.

      32. Que excelente admoestação é dada sobre ser boa esposa?

      32 Como ser boa esposa: Repetidas vezes os Provérbios avisam contra a esposa ser contenciosa e agir vergonhosamente. A esposa discreta, capaz e que teme a Deus tem na língua a lei da benevolência; quem encontra tal esposa obtém a boa vontade da parte de Jeová. — 12:4; 18:22; 19:13, 14; 21:9, 19; 27:15, 16; 31:10-31.

      33. Que instruções úteis são dadas sobre a educação dos filhos?

      33 Como criar os filhos: Devem-se-lhes ensinar os mandamentos de Deus regularmente para que ‘não os esqueçam’. Devem ser criados desde a infância na instrução de Jeová. Não se poupe a vara quando necessária; como expressão de amor, a vara e a repreensão dão sabedoria ao menino. Os pais que criam seus filhos no caminho de Deus terão filhos sábios que lhes trarão regozijo e muito prazer. — 4:1-9; 13:24; 17:21; 22:6, 15; 23:13, 14, 22, 24, 25; 29:15, 17.

      34. Que benefícios recebemos quando assumimos a obrigação de ajudar os outros?

      34 A obrigação de ajudar os outros: Com freqüência, salienta-se isto em Provérbios. O sábio deve difundir conhecimento para o proveito dos outros. A pessoa precisa também ser generosa em mostrar favor aos de poucos meios, e, assim fazendo, está realmente emprestando a Jeová que garante retribuir. — 11:24-26; 15:7; 19:17; 24:11, 12; 28:27.

      35. Que conselho dá Provérbios, chegando assim ao âmago de nossos problemas?

      35 Confiança em Jeová: O livro de Provérbios chega ao âmago de nossos problemas ao aconselhar-nos a depositar plena confiança em Deus. Devemos levar em conta a Jeová em todos os nossos caminhos. O homem pode fazer planos, mas é Jeová que deve dirigir seus passos. O nome de Jeová é torre forte, para a qual o justo corre e encontra proteção. Espere em Jeová e deixe-se guiar pela sua Palavra. — 3:1, 5, 6; 16:1-9; 18:10; 20:22; 28:25, 26; 30:5, 6.

      36. De que pontos de vista pode Provérbios ser descrito como sendo atual, prático e proveitoso?

      36 Quão proveitoso é o livro de Provérbios para ensinar e disciplinar tanto a nós como a outros! Parece que nenhum aspecto das relações humanas ficou despercebido. Há alguém que se isola dos co-adoradores de Deus? (18:1) É alguém em posição de responsabilidade que tira conclusões antes de ouvir ambos os lados da questão? (18:17) É brincalhão perigoso? (26:18, 19) Mostra-se parcial? (28:21) O comerciante na sua loja, o lavrador no campo, o marido, a esposa e o filho — todos recebem instrução salutar. Os pais são ajudados de modo a poderem expor os muitos laços ocultos na vereda dos jovens. Os sábios podem ensinar os inexperientes. Os provérbios são práticos onde quer que vivamos; a instrução e o conselho do livro nunca ficam antiquados. “O livro de Provérbios”, disse certa vez o educador norte-americano William Lyon Phelps, “é mais atual do que o jornal desta manhã”.a O livro de Provérbios é atual, prático e proveitoso para ensino, porque é inspirado por Deus.

      37. Como se harmoniza Provérbios com os ensinamentos do Salomão Maior?

      37 Sendo proveitoso para endireitar as coisas, o livro de Provérbios, composto em grande parte de provérbios proferidos por Salomão, conduz os homens ao Todo-poderoso Deus. Assim fez também Jesus Cristo, mencionado em Mateus 12:42 como sendo “algo maior do que Salomão”.

      38. Como nos ajuda Provérbios a aumentar nosso apreço pelo Reino de Deus e pelos seus justos princípios?

      38 Quão gratos podemos ser de que Este preeminentemente sábio é a escolha de Jeová para ser a Semente do Reino! Seu trono “será firmemente estabelecido pela própria justiça”, será um reinado pacífico muito mais glorioso do que o do Rei Salomão. Dir-se-á a respeito da dominação desse Reino: “Benevolência e veracidade — elas salvaguardam o rei; e ele amparou seu trono pela benevolência.” Isso abrirá diante da humanidade uma eternidade de governo justo, a respeito do qual Provérbios também diz: “Quando o rei julga em veracidade os de condição humilde, seu trono ficará firmemente estabelecido para todo o sempre.” Assim, reconhecemos com prazer que os Provérbios iluminam a nossa vereda, dando-nos conhecimento, sabedoria e compreensão, bem como a vida eterna; mais importante, porém, magnificam a Jeová como a Fonte da verdadeira sabedoria, que ele dá por intermédio de Cristo Jesus, o Herdeiro do Reino. O livro de Provérbios aumenta o nosso apreço pelo Reino de Deus e pelos justos princípios segundo os quais governa agora. — Pro. 25:5; 16:12; 20:28; 29:14.

  • Livro bíblico número 21 — Eclesiastes
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • Livro bíblico número 21 — Eclesiastes

      Escritor: Salomão

      Lugar da Escrita: Jerusalém

      Escrita Completada: Antes de 1000 AEC

      1. Com que objetivo elevado foi escrito Eclesiastes?

      O LIVRO de Eclesiastes foi escrito com um objetivo elevado. Na qualidade de líder de um povo dedicado a Jeová, Salomão tinha a responsabilidade de manter este povo coeso em fidelidade à sua dedicação. Ele procurou cumprir essa responsabilidade por meio dos conselhos sábios contidos em Eclesiastes.

      2. Como se expressa esse objetivo no nome hebraico do livro de Eclesiastes, tornando-o assim mais adequado do que os nomes em grego e em português?

      2 Em Eclesiastes 1:1, ele se refere a si mesmo como o “congregante”. No idioma hebraico, esta palavra é Qo·hé·leth, e na Bíblia hebraica o livro recebe esse nome. A Septuaginta grega dá o título de Ek·kle·si·a·stés, que significa “um membro de uma eclésia (congregação; assembléia)”, do qual deriva o nome português Eclesiastes. Entretanto, a tradução mais apropriada de Qo·hé·leth é “O Congregante”, e esta designação é também mais adequada para Salomão. Expressa o objetivo de Salomão ao escrever esse livro.

      3. Em que sentido foi Salomão um congregante?

      3 Em que sentido foi o Rei Salomão um congregante, e a que congregou pessoas? Ele foi o congregante de seu povo, os israelitas, e dos companheiros destes, os residentes temporários. Congregou todos estes para a adoração do seu Deus, Jeová. Antes, ele havia construído o templo de Jeová, em Jerusalém, e, na ocasião da dedicação desse templo, ele havia convocado ou congregado todos eles para a adoração de Deus. (1 Reis 8:1) Agora, por meio de Eclesiastes, procurava congregar o seu povo para obras dignas, desviando-o das obras vãs e infrutíferas deste mundo. — Ecl. 12:8-10.

      4. Como se estabelece que Salomão é o escritor?

      4 Embora não se diga especificamente que Salomão foi o escritor, diversas passagens são bem conclusivas neste sentido. O congregante se apresenta como “filho de Davi”, que ‘veio a ser rei sobre Israel, em Jerusalém’. Isto só se poderia aplicar ao Rei Salomão, pois os seus sucessores, em Jerusalém, reinaram apenas sobre Judá. Além disso, conforme o congregante escreve: “Eu mesmo aumentei grandemente em sabedoria, mais do que qualquer outro que veio a estar antes de mim em Jerusalém, e meu próprio coração tem visto muita sabedoria e conhecimento.” (1:1, 12, 16) Isto se ajusta a Salomão. Eclesiastes 12:9 diz-nos que ele “ponderou e fez uma investigação cabal, a fim de pôr em ordem muitos provérbios”. O Rei Salomão proferiu 3.000 provérbios. (1 Reis 4:32) Eclesiastes 2:4-9 fala do programa de construção do escritor; de seus vinhedos, dos jardins e parques; do sistema de irrigação; de ter adquirido servos e servas; de ter acumulado prata e ouro e de outras consecuções. Tudo isto Salomão fez. Quando a rainha de Sabá viu a sabedoria e a prosperidade de Salomão, ela disse: “Não se me contou nem a metade.” — 1 Reis 10:7.

      5. Onde e quando deve ter sido escrito Eclesiastes?

      5 O livro identifica Jerusalém com o lugar da escrita, ao dizer que o congregante era rei “em Jerusalém”. O tempo da escrita deve ter sido antes do ano 1000 AEC, perto do fim do reinado de 40 anos de Salomão, depois de se ter empenhado nos numerosos empreendimentos referidos no livro, mas antes de sua queda na idolatria. Por volta desse tempo, ele já havia adquirido conhecimento extensivo das atividades deste mundo e do empenho deste por vantagens materiais. Nessa época, ele ainda estava no favor de Deus e sob Sua inspiração.

      6. Que objeções têm sido levantadas quanto à inspiração de Eclesiastes, mas como podem ser refutadas essas objeções?

      6 Como podemos ter certeza de que Eclesiastes é ‘inspirado por Deus’? Alguns talvez lancem dúvidas sobre a sua inspiração, porque não menciona nenhuma vez o nome divino, Jeová. Todavia, defende sem a mínima dúvida a verdadeira adoração de Deus, e encontramos ali repetidas vezes a expressão ha·ʼElo·hím, “o verdadeiro Deus”. Outra objeção talvez seja levantada, dizendo-se que não há citações diretas de Eclesiastes nos outros livros da Bíblia. Contudo, os ensinamentos apresentados e os princípios expressos no livro estão em perfeita harmonia com o resto das Escrituras. Eis o que declara o Commentary de Clarke, Volume III, página 799: “O livro, intitulado Koheleth, ou Eclesiastes, foi sempre aceito, tanto pela igreja judaica como pela cristã, como tendo sido escrito sob inspiração do Todo-poderoso; e foi considerado devidamente parte do cânon sagrado.”

      7. Que antecedentes de Salomão o tornaram altamente qualificado para escrever o livro de Eclesiastes?

      7 Os “altos críticos”, sábios segundo este mundo, afirmam que Eclesiastes não foi escrito por Salomão, e que não faz parte genuína de “toda a Escritura”, dizendo que sua linguagem e filosofia pertencem a uma época posterior. Eles ignoram o fundo de informações que Salomão pôde acumular graças ao desenvolvimento progressivo de seu comércio internacional e de sua indústria, bem como por meio de dignitários viajantes e outros contatos com o mundo exterior. (1 Reis 4:30, 34; 9:26-28; 10:1, 23, 24) Conforme escreve F. C. Cook no seu Bible Commentary (Comentário da Bíblia), Volume IV, página 622: “As ocupações diárias e os empreendimentos preferidos do grande rei hebreu certamente o levaram muito além da esfera da vida, do pensamento e da linguagem comuns dos hebreus.”

      8. Qual é a prova mais forte da canonicidade de Eclesiastes?

      8 Mas, são realmente necessárias fontes externas para provar a canonicidade de Eclesiastes? Um exame do próprio livro revelará não só sua harmonia intrínseca, mas também sua harmonia com o resto das Escrituras, das quais faz realmente parte.

      CONTEÚDO DE ECLESIASTES

      9. O que constata o congregante sobre as ocupações dos filhos dos homens?

      9 A futilidade do modo de vida do homem (1:1-3:22). As primeiras palavras ressoam o tema do livro: “‘A maior das vaidades’, disse o congregante, ‘a maior das vaidades! Tudo é vaidade!’” Que proveito tira o homem de toda a luta e labuta em que se empenha? Gerações vêm e vão, os ciclos naturais seguem seu curso na terra, e “não há nada de novo debaixo do sol”. (1:2, 3, 9) O congregante pôs o coração a buscar e perscrutar a sabedoria, no tocante às calamitosas atividades dos filhos dos homens, mas constata que, na sabedoria e na estultícia, nos empreendimentos e no trabalho árduo, no comer e no beber, tudo é “vaidade e um esforço para alcançar o vento”. Ele chega a ‘odiar a vida’, a vida cheia de calamidades e de empreendimentos materialistas. — 1:14; 2:11, 17.

      10. Qual é a dádiva de Deus, mas que evento conseqüente sobrevém ao homem pecador?

      10 Para tudo há um tempo designado — sim, Deus fez tudo “bonito no seu tempo”. Ele deseja que suas criaturas desfrutem a vida sobre a terra. “Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.” Mas, infelizmente, para o homem pecador e para o animal há o mesmo evento conseqüente: “Como morre um, assim morre o outro; e todos eles têm apenas um só espírito, de modo que não há nenhuma superioridade do homem sobre o animal, pois tudo é vaidade.” — 3:1, 11-13, 19.

      11. Que conselhos sábios dá o congregante ao homem que teme a Deus?

      11 Conselhos sábios para os que temem a Deus (4:1-7:29). Salomão congratula os mortos, porque estão livres de “todos os atos de opressão que se praticam debaixo do sol”. Daí, continua a descrever as obras vãs e calamitosas. Ele aconselha também de modo sábio, dizendo que é “melhor dois do que um” e que o “cordão tríplice não pode ser prontamente rompido em dois”. (4:1, 2, 9, 12) Ele dá bons conselhos ao povo de Deus, ao se congregar: ‘Guarde os seus pés, sempre que for à casa do verdadeiro Deus; e haja um achegamento para ouvir.’ Não seja precipitado em falar diante de Deus; ‘as suas palavras devem mostrar ser poucas’, e pague o que vota a Deus. ‘Tema o próprio verdadeiro Deus.’ Quando os pobres são oprimidos, lembre-se de que “alguém que é mais alto do que o alto está vigiando, e há os que estão alto por cima deles”. O simples servo, observa ele, terá sono doce, mas o rico está preocupado demais para poder dormir. Contudo, nu ele veio ao mundo, e, apesar de todo o seu trabalho árduo, não pode levar nada do mundo. — 5:1, 2, 4, 7, 8, 12, 15.

      12. Que conselhos nos são dados sobre as questões sérias da vida, e qual é a vantagem da sabedoria sobre o dinheiro?

      12 Um homem talvez receba riquezas e glória, mas que adianta viver “mil anos duas vezes”, se não vir o que é bom? É melhor tomar a peito as questões sérias da vida e da morte do que associar-se com o estúpido, “na casa de alegria”; com efeito, é melhor receber a repreensão do sábio, pois como o estalar “de espinhos sob a panela é o riso do estúpido”. A sabedoria é proveitosa. “Pois a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem.” Por que, então, se tornou calamitoso o caminho da humanidade? “O verdadeiro Deus fez a humanidade reta, mas eles mesmos têm procurado muitos planos.” — 6:6; 7:4, 6, 12, 29.

      13. O que nos aconselha o congregante, o que gaba ele, e que diz sobre o lugar para onde vai o homem?

      13 O mesmo evento conseqüente para todos (8:1-9:12). “Guarda a própria ordem do rei”, aconselha o congregante, mas ele observa que, visto que a sentença contra o trabalho mau não é executada prontamente, “o coração dos filhos dos homens ficou neles plenamente determinado a fazer o mal”. (8:2, 11) Ele próprio gaba a alegria, mas há outra coisa calamitosa! Toda sorte de homens segue o mesmo caminho — para a morte! Os vivos estão cônscios de que morrerão, os “mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada . . . Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens, pois não há trabalho,

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