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AssociaçãoEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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às ordens de Jeová, os israelitas começaram a associar-se com os cananeus, formando alianças matrimoniais com eles, e adotando sua degradada forma de adoração, o que resultou no desfavor de Jeová e em serem abandonados por ele. (De 7:3, 4; Jz 3:5-8) Até mesmo Salomão se desviou da adoração de Jeová, quando tomou por esposas adoradoras de deuses falsos. (Ne 13:26) Foi a influência da adoradora de Baal, Jezabel, que tornou Acabe pior do que todos os reis israelitas anteriores ao seu tempo. (1Rs 21:25) A íntima associação com a casa real de Acabe quase custou a vida ao piedoso Jeosafá, e a aliança matrimonial que formou com Acabe quase que destruiu mais tarde a casa real de Davi. — 2Cr 18:1-3, 29-31; 22:10, 11.
O corpo unido dos verdadeiros cristãos, embora composto de pequenos grupos, congregações ou pessoas fisicamente isoladas, constitui uma ‘associação de irmãos’, ou uma fraternidade, designada pela expressão grega a·del·fó·tes. (1Pe 2:17; 5:9) A fim de continuar a fazer parte desta fraternidade, os verdadeiros cristãos evitam toda a associação com todos aqueles no seu meio que se tornam promotores de ensinos falsos, divisórios. (Ro 16:17, 18) O apóstolo cristão João orientou concristãos a nunca receberem em casa tal instrutor falso, nem o cumprimentarem, porque isso daria a este a oportunidade de apresentar sua doutrina deturpada, corrupta. Cumprimentar a tal indicaria certa medida de aprovação e tornaria a pessoa partícipe das “suas obras iníquas”. (2Jo 10, 11) Apesar da sobrepujante evidência a respeito da certeza da ressurreição dos mortos, o apóstolo Paulo sabia que a associação com aqueles que haviam rejeitado este ensino cristão seria destrutiva para a fé. Por isso escreveu: “Não sejais desencaminhados. Más associações estragam hábitos úteis.” — 1Co 15:12-22, 33; veja APOSTASIA.
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AssosEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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ASSOS
Cidade portuária da Mísia, no litoral N do golfo de Adramítio, portanto, dentro da província romana da Ásia. O lugar é hoje conhecido como Behramkale (antes chamado Behramköy).
O apóstolo Paulo, na sua terceira viagem missionária, estava retornando a Jerusalém e tinha parado em Trôade. Dali enviou Lucas e outros, de barco, para Assos, onde planejava juntar-se a eles. O barco tinha de contornar o cabo Baba (Lectum) para chegar a Assos (do outro lado do promontório, desde Trôade), e isto possibilitou a Paulo andar a pé a distância mais curta (c. 32 km) e ainda assim chegar a Assos em tempo para tomar o navio, o qual partiu então para Mitilene, na ilha de Lesbos, ao S de Assos. — At 20:6, 13, 14.
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AssueroEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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ASSUERO
Nome ou título aplicado nas Escrituras Hebraicas a três governantes diferentes.
1. O pai de Dario, o Medo, mencionado em Daniel 9:1. Atualmente não é possível fazer uma identificação conclusiva deste Assuero com alguma pessoa da história secular.
2. O Assuero de Esdras 4:6, no início de cujo reinado foi redigida uma acusação contra os judeus, da parte dos inimigos deles, talvez fosse Cambises, o sucessor de Ciro, o conquistador de Babilônia e libertador dos judeus. Cambises reinou de 529 a 522 AEC.
3. O Assuero do livro de Ester, segundo se crê, é Xerxes I, filho do rei persa Dario, o Grande (Dario Histaspes). Mostra-se que Assuero (Xerxes I) governava 127 distritos jurisdicionais, desde a Índia até a Etiópia. A cidade de Susã era sua capital durante grande parte do seu governo. — Est 1:1, 2.
No livro de Ester, os anos de reinado deste rei aparentemente são contados a partir da corregência com seu pai, Dario, o Grande. Isto significaria que o ano de ascensão de Xerxes foi 496 AEC, e que seu primeiro ano de reinado foi 495 AEC. (Veja PÉRSIA, PERSAS.) No terceiro ano do seu reinado, num suntuoso banquete, ele ordenou que a linda Rainha Vasti se apresentasse e exibisse sua beleza ao povo e aos príncipes. A recusa por parte dela fez com que se acendesse a ira do rei e ele a dispensasse como esposa. (Est 1:3, 10-12, 19-21) No sétimo ano do seu reinado, ele escolheu Ester, uma judia, como a eleita dentre as muitas virgens que lhe foram trazidas como prospectivas substitutas de Vasti. (Est 2:1-4, 16, 17) No 12.º ano do seu reinado, ele permitiu que seu primeiro-ministro Hamã usasse o anel de sinete do rei para assinar um decreto que iria resultar na destruição genocida dos judeus. Esta trama foi frustrada por Ester e seu primo Mordecai; Hamã foi enforcado, e se emitiu um novo decreto, concedendo aos judeus o direito de lutar contra seus atacantes. — Est 3:1-11; 7:9, 10; 8:3-14; 9:5-10.
Subsequentemente, “o Rei Assuero passou a impor trabalho forçado ao país e às ilhas do mar”. (Est 10:1) Esta atividade se enquadra bem nos empenhos de Xerxes, que terminou grande parte das construções iniciadas pelo seu pai Dario em Persépolis.
Xerxes I também parece ser o “quarto [rei]” mencionado em Daniel 11:2, os três anteriores sendo Ciro, o Grande, Cambises II e Dario Histaspes. Ao passo que outros sete reis sucederam a Xerxes no trono do Império Persa, Xerxes foi o último imperador persa a travar guerra contra a Grécia, cuja ascensão como potência mundial dominante é descrita no versículo seguinte. — Dan. 11:3.
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AssurEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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ASSUR, I
[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido
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