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  • g83 22/2 pp. 15-16
  • “Dungeons and dragons” — diversão perigosa

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  • “Dungeons and dragons” — diversão perigosa
  • Despertai! — 1983
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g83 22/2 pp. 15-16

“Dungeons and dragons” — diversão perigosa

UM GUERREIRO, dois ladrões e um mago caminham silenciosamente por uma passagem de pedra, quase escura, em busca de um tesouro. O mago faz sinais ao grupo para que se detenham. “Sinto a presença de alguém iníquo”, diz ele como advertência. Repentinamente, de uma porta oculta, saem três duendes armados. “Moradores da superfície!”, gritam eles, “Destrocem-nos!”

Que é isto? Um pesadelo? O enredo de um filme de horror? Não, é simplesmente um episódio típico de Dungeons and Dragons (Masmorras e Dragões), jogo de fantasia cada vez mais popular nos EUA. Os fabricantes desse jogo arrecadaram, desde 1974, milhões de dólares.

Certo jovem que ultimamente deixou de jogar Dungeons and Dragons fez este comentário: “O jogo é muito enganoso. No início só parece diversão e aventura inofensiva, mas logo a pessoa se vê atraída a ele. A pessoa fica viciada no jogo.”

Outro ex-jogador concordou. “Dungeons and Dragons pode viciar.”

Mundo Mitológico da Violência

Não se joga Dungeons and Dragons numa prancha como a maioria dos jogos. Mas, antes, os jogadores adotam a identidade dos personagens que entram no mundo mitológico controlado por um jogador chamado “Dungeon Master”. Os jogadores, sentados em volta de uma mesa, traçam um mapa imaginário dos arredores por meio de perguntas feitas ao Dungeon Master. Este desempenha o papel de quaisquer monstros ou de personagens diversos com os quais se encontram os jogadores, e, com a ajuda de dados de formato especial, determina o que há de suceder aos jogadores. Os personagens dos jogadores buscam um tesouro. Os monstros do Dungeon Master tentam matar os personagens.

“O nível de violência nesse mundo de fantasia é elevado. É raríssimo um jogo em que os jogadores não assassinam, causam incêndio, torturam, estupram ou assaltam”, comenta John Eric Holmes, experiente Dungeon Master, num artigo que apareceu ultimamente em Psychology Today.

“A pessoa se apega ao seu personagem”, disse um ex-jogador. “A pessoa quer ficar jogando para saber o que lhe sucederá depois. Ademais, quando o personagem da pessoa passa por várias aventuras sem que o matem, adquire novos poderes e faculdades que o tornam mais interessante ainda.” Esse desejo de com o tempo desenvolver o personagem da pessoa até convertê-lo num super-homem imaginário atrai à índole sonhadora de muitas pessoas. Naturalmente, é preciso jogar várias partidas para se alcançar essa meta. Enquanto isso, o que sucede se o personagem for morto?

O Dungeon Master Holmes admite o seguinte: “Quando se mata o outro ego de alguém, às vezes o jogador sofre uma comoção psíquica que pode levá-lo a um estado de depressão.” Parece isso uma diversão inofensiva?

Um ex-Dungeon Master concorda com isso, pois disse: “É verdade. Matei o personagem favorito de meu irmão, um que ele vinha desenvolvendo por muito tempo, e ele se aborreceu muitíssimo com isso.”

Mudanças de Personalidade

“O jogo torna a pessoa egoísta”, disse esse ex-jogador. “No princípio todos os jogadores são nobres e abnegados, mas mudam depois de algum tempo. Dão-se conta de que, se não se cuidarem, alguém lhes dará uma punhalada pelas costas e lhes tirará seu tesouro. Em pouco tempo, a pessoa não pode confiar em ninguém.”

Quem quer que seja convidado a jogar Dungeons and Dragons, especialmente um cristão, deve ter em mente o seguinte:

O jogo ensina avareza e materialismo. Os personagens têm como meta fundamental apropriar-se de um tesouro que legitimamente não lhes pertence. Como se harmoniza isso com o conselho inspirado do apóstolo Paulo de que, “tendo sustento e com que nos cobrir, estaremos contentes com estas coisas. Porque o amor ao dinheiro é raiz de toda sorte de coisas prejudiciais”? — 1 Timóteo 6:8, 10.

O jogo ensina a violência. Jesus instou com seus seguidores a fazer isto: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.” (Mateus 5:44) Não é fácil fazer isso. Ajuda o cristão a seguir esse conselho o fato de adotar ele um outro ego imaginário de violência? É verdade que a violência do jogo não é “uma realidade”, mas mesmo a violência imaginária pode, mais cedo ou mais tarde, afetar o coração. Como Jesus advertiu: “Do coração vêm raciocínios iníquos, assassínios.” (Mateus 15:19) “Mais do que qualquer outra coisa a ser guardada”, adverte o livro bíblico de Provérbios, “resguarda teu coração, pois dele procedem as fontes da vida”. Por isso, surge a pergunta: Pode alguém que participa em jogos como Dungeons and Dragons estar seguindo este conselho bíblico? — Provérbios 4:23.

O jogo ensina o politeísmo e o demonismo. Uma simples olhada em alguns dos personagens e monstros mencionados no livro de instruções básicas de Dungeons and Dragons deve ser o suficiente para convencer o cristão de que esse jogo não é para ele. Entre os personagens há magos (médiuns, adivinhos e feiticeiros), duendes, cérberos, diabretes, ogros, esqueletos, fantasmas, vampiros e zumbis, só para se mencionar alguns! Espera-se dos jogadores experientes que aprendam muito sobre as características desses espantosos companheiros de jogo. Contudo, foi dito aos cristãos que não cheguem a conhecer as “coisas profundas de Satanás”. — Revelação (Apocalipse) 2:24.

Nas primeiras etapas do jogo, tais insinuações demoníacas podem parecer uma diversão inofensiva, mas a níveis mais adiantados, o demonismo chega a ser mais sério. “Alguns dos meus personagens de alto nível tinham poderes psíquicos superiores”, recorda um ex-jogador, “e durante um jogo lutaram diretamente contra demônios e diabos. Algo sobrenatural estava ocorrendo. Isso nos assustou e nunca mais tornamos a jogar”.

Pensamentos Satânicos

De fato, em níveis mais altos do jogo, espera-se que os personagens se dediquem a um deus mitológico. “Servir a uma deidade é parte importante de Dungeons and Dragons”, diz uma das publicações do jogo, “e todos os personagens do jogo devem ter um deus como padroeiro”. Inclui-se entre os padroeiros a maioria das divindades gregas, egípcias e babilônicas (como por exemplo Zeus, Ra ou Marduque), mas não se faz referência alguma ao único Deus verdadeiro, Jeová.

De fato, a suposição fundamental de Dungeons and Dragons é que não há nenhum Deus verdadeiro, que há apenas uma luta universal entre as forças abstratas do “bem e do mal, a lei e o caos”, com seus diversos campeões. Esta é a espécie de ensino que por muito tempo tem sido sustentada pelos inimigos do cristianismo, como os gnósticos.

Dungeons and Dragons está saturado de idéias procedentes de Satanás, o Diabo, que sempre patrocinou o egoísmo, a violência e o demonismo.

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