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Deve-se Crer na Trindade?
ti pp. 16-20

É Deus sempre superior a Jesus?

JESUS nunca afirmou ser Deus. Tudo o que ele disse a respeito de si mesmo indica que ele não se considerava igual a Deus em nenhum sentido — em poder, em conhecimento, em idade.

Em todo o período de sua existência, seja no céu, seja na terra, a sua fala e a sua con- duta refletem subordinação a Deus. Deus é sempre o superior, Jesus o menor, criado por Deus.

Jesus É Distinto de Deus

REPETIDAS vezes Jesus mostrou que ele era uma criatura à parte de Deus e que tinha um Deus acima de si, um Deus a quem adorava, um Deus a quem chamava de “Pai”. Em oração a Deus, isto é, o Pai, Jesus disse: “De ti, o único Deus verdadeiro.” (João 17:3) Em João 20:17 ele disse a Maria Madalena: “Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” (Soares [So]) Em 2 Coríntios 1:3 o apóstolo Paulo confirma essa relação: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” Visto que Jesus tinha um Deus, seu Pai, ele não podia ao mesmo tempo ser esse Deus.

O apóstolo Paulo não tinha reservas quanto a falar de Jesus e de Deus como pessoas distintas uma da outra: “Para nós, contudo, existe um só Deus, o Pai . . . e um só Senhor, Jesus Cristo.” (1 Coríntios 8:6, BJ) O apóstolo mostra essa distinção ao usar a expressão “diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos”. (1 Timóteo 5:21, BV) Assim como Paulo fala de Jesus e dos anjos como sendo distintos uns dos outros no céu, assim também o são Jesus e Deus.

As palavras de Jesus em João 8:17, 18 também são significativas. Ele diz: “Na vossa própria Lei está escrito: ‘O testemunho de dois homens é verdadeiro.’ Eu sou um que dá testemunho de mim mesmo, e o Pai que me enviou dá testemunho de mim.” Jesus mostra aqui que ele e o Pai, isto é, o Deus Todo-poderoso, têm de ser duas pessoas distintas, pois, senão, como haveria realmente duas testemunhas?

Jesus mostrou adicionalmente que ele era um ser à parte de Deus por dizer: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão só Deus.” (Marcos 10:18, BJ) Assim, Jesus dizia que ninguém é tão bom como Deus, nem o próprio Jesus. Deus é bom dum modo que o distingue de Jesus.

Servo Submisso de Deus

REPETIDAS vezes Jesus fez declarações assim: “Não pode o Filho fazer nada por si mesmo se não vir o Pai fazê-lo.” (João 5:19, Missionários Capuchinhos [MC]) “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” (João 6:38) “O que eu ensino não é meu, mas pertence àquele que me enviou.” (João 7:16) Não é aquele que envia superior ao que é enviado?

Essa relação fica clara na ilustração de Jesus a respeito de um vinhedo. Ele assemelhou Deus, seu Pai, ao dono do vinhedo, que viajou para o exterior e arrendou o vinhedo a lavradores, que representavam o clero judaico. Quando o dono do vinhedo mais tarde enviou um escravo para obter alguns frutos do vinhedo, os lavradores espancaram o escravo e o despacharam de mãos vazias. Daí o dono enviou outro escravo, e depois um terceiro, ambos os quais receberam o mesmo tratamento. Por fim, o dono disse: “Enviarei o meu filho [Jesus], o amado. É provável que respeitem a este.” Mas, os lavradores corruptos disseram: “‘Este é o herdeiro; matemo-lo, para que a herança se torne nossa.’ Com isso lançaram-no fora do vinhedo e o mataram.” (Lucas 20:9-16) Jesus ilustrou assim a sua própria posição como alguém que fora enviado por Deus para fazer a vontade deste, assim como um pai envia um filho submisso.

Os seguidores de Jesus sempre o encararam como servo submisso de Deus, não como igual a Deus. Eles oraram a Deus a respeito de “teu santo servo Jesus, a quem ungiste . . . para se operarem curas, milagres e prodígios em nome do teu santo servo Jesus”. — Atos 4:23, 27, 30, MC.

Deus É Sempre Superior

BEM no início do ministério de Jesus, quando este saiu da água batismal, a voz de Deus do céu disse: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” (Mateus 3:16, 17) Dizia Deus que ele mesmo era seu próprio filho, que ele aprovara a si mesmo, que enviara a si mesmo? Não, Deus, o Criador, dizia que, como superior, estava aprovando o inferior, seu Filho Jesus, para a obra à frente.

Jesus indicou que seu Pai é superior a ele ao dizer: “O espírito de Jeová está sobre mim, porque me ungiu para declarar boas novas aos pobres.” (Lucas 4:18) Ungir é o ato de conferir autoridade, ou uma incumbência, da parte de um superior a alguém que ainda não tenha tal autoridade. Aqui Deus é claramente o superior, pois ungiu a Jesus, dando-lhe autoridade que este não tinha antes.

Jesus deixou claro a superioridade de seu Pai quando a mãe de dois discípulos lhe pediu que seus filhos se sentassem, um à direita de Jesus, e outro à sua esquerda, quando este fosse empossado no Reino. Jesus respondeu: “Sentar à minha direita e à minha esquerda, não cabe a mim concedê-lo; mas é para aqueles aos quais meu Pai o preparou”, isto é, Deus. (Mateus 20:23, BJ) Se Jesus fosse o Deus Todo-poderoso, seria de sua alçada conceder tais posições. Mas, Jesus não as podia conceder, pois isso cabia a Deus, e Jesus não era Deus.

As próprias orações de Jesus constituem um poderoso exemplo de sua posição inferior. Pouco antes de morrer, Jesus mostrou quem era seu superior, por orar: “Pai, se tu quiseres, remove de mim este copo. Não obstante, ocorra, não a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22:42) A quem orava ele? A uma parte de si mesmo? Não, ele orava a alguém inteiramente separado, seu Pai, Deus, cuja vontade era superior e poderia ser diferente da sua própria, sendo Ele o Único capaz de ‘remover este copo’.

Daí, à beira da morte, Jesus clamou: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Marcos 15:34, BJ) A quem clamava Jesus? A si mesmo, ou a uma parte de si mesmo? Certamente, o brado “Deus meu”, não partia de alguém que considerava a si mesmo como sendo Deus. E, se Jesus fosse Deus, então, por quem teria sido ele abandonado? Por si próprio? Isto não faria sentido. Jesus disse também: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” (Lucas 23:46) Se Jesus fosse Deus, por que razão devia ele confiar seu espírito ao Pai?

Depois de morrer, Jesus ficou no túmulo por partes de três dias. Se ele fosse Deus, Habacuque 1:12 estaria errado ao dizer: “Ó meu Deus, meu Santo, tu não morres.” Mas a Bíblia diz que Jesus deveras morreu e ficou inconsciente no túmulo. E quem ressuscitou a Jesus? Se ele estivesse realmente morto, não poderia ressuscitar a si mesmo. Por outro lado, se não estivesse realmente morto, a sua pseudomorte não teria pago o preço de resgate pelo pecado de Adão. Mas, ele deveras pagou esse preço plenamente, por meio de sua morte real. Portanto, ‘Deus ressuscitou [a Jesus] por afrouxar as ânsias da morte’. (Atos 2:24) O superior, o Deus Todo-poderoso, levantou o menor, seu servo Jesus, da morte.

Será que a capacidade de Jesus de realizar milagres, tais como ressuscitar pessoas, indica que ele era Deus? Ora, os apóstolos e os profetas Elias e Eliseu também tinham esse poder, mas isso não fazia com que fossem mais do que homens. Deus deu o poder de realizar milagres aos profetas, a Jesus e aos apóstolos, a fim de mostrar que Ele os apoiava. Mas isso não tornou nenhum deles parte duma Divindade pluralizada.

O Conhecimento de Jesus Era Limitado

AO PROFERIR a sua profecia a respeito do fim deste sistema de coisas, Jesus declarou: “Quanto ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu nem o Filho mas somente o Pai.” (Marcos 13:32, BV) Tivesse Jesus sido a parte igual do Filho numa Divindade, teria sabido o que o Pai sabia. Mas Jesus não sabia, pois não era igual a Deus.

Similarmente, em Hebreus 5:8 lemos que Jesus “aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”. Podemos imaginar Deus precisar aprender algo? Não, mas Jesus precisava, pois ele não sabia tudo o que Deus sabia. E ele tinha de aprender algo que Deus jamais precisaria aprender — a obediência. Deus jamais precisa obedecer a alguém.

Uma diferença entre o que Deus sabe e o que Cristo sabe também existia quando Jesus foi ressuscitado para o céu a fim de estar com Deus. Note as primeiras palavras no último livro da Bíblia: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu.” (Revelação [Apocalipse] 1:1, MC) Se o próprio Jesus fosse parte duma Divindade, teria sido necessário dar-lhe uma revelação oriunda de outra parte da Divindade — Deus? Por certo ele teria sabido tudo a respeito dessa revelação, pois Deus sabia. Mas Jesus não sabia, pois não era Deus.

Jesus Continua Subordinado

NA SUA existência pré-humana, e também quando esteve na terra, Jesus estava subordinado a Deus. Após a sua ressurreição, ele continuou a estar numa posição subordinada, secundária.

Falando sobre a ressurreição de Jesus, Pedro e aqueles que o acompanhavam disseram ao Sinédrio judaico: “Deus enalteceu a este [Jesus] . . . para a sua direita.” (Atos 5:31) Paulo disse: “Deus o enalteceu a uma posição superior.” (Filipenses 2:9) Se Jesus tivesse sido Deus, como poderia Jesus ter sido enaltecido, isto é, erguido a uma posição superior a que ele tinha antes? Ele já teria sido uma parte enaltecida da Trindade. Se, antes de seu enaltecimento, Jesus já tivesse sido igual a Deus, enaltecê-lo ainda mais o teria feito superior a Deus.

Paulo disse também que Cristo entrou “no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor”. (Hebreus 9:24, BJ) Se você comparecesse à presença de outra pessoa, como poderia você ser aquela mesma pessoa? Não poderia ser. Você teria de ser uma pessoa diferente e à parte.

Similarmente, pouco antes de ser morto por apedrejamento, o mártir Estêvão “fitou os olhos no céu e avistou a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus”. (Atos 7:55) Claramente, ele viu duas pessoas distintas — mas nenhum espírito santo, nenhuma Divindade trina.

No relato de Revelação 4:8 a -5:7, mostra-se Deus sentado no seu trono celestial, mas Jesus não. Este tem de se aproximar de Deus a fim de apanhar o rolo da Sua mão direita. Isto mostra que no céu Jesus não é Deus, mas é distinto dele.

Em harmonia com o precedente, o Bulletin of the John Rylands Library (Boletim da Biblioteca John Rylands), de Manchester, Inglaterra, diz: “Na sua vida celestial pós-ressurreição Jesus é representado como retendo uma individualidade pessoal em todo pormenor tão distinto e separado da pessoa de Deus, como tinha na sua vida na terra como o terreno Jesus. Ao lado de Deus, e comparado com Deus, ele aparece, deveras, como ainda outro ser celestial na corte celestial de Deus, assim como os anjos são — embora, como Filho de Deus, pertença a uma categoria diferente e ocupe uma posição bem acima da deles.” — Compare com Filipenses 2:11.

O Boletim diz também: “O que, porém, se diz a respeito de sua vida e funções qual Cristo celestial não significa nem sugere que na sua condição divina ele se encontre no mesmo nível do próprio Deus e seja plenamente Deus. Ao contrário, no quadro que o Novo Testamento apresenta de sua pessoa e de seu ministério celestiais, observamos um personagem tanto à parte de Deus como subordinado a ele.”

No futuro eterno no céu, Jesus continuará a ser uma pessoa à parte de Deus, um subordinado servo Seu. A Bíblia expressa isso do seguinte modo: “Depois será o fim, quando [Jesus, no céu] tiver entregado o reino a Deus e ao Pai . . . Então ainda o mesmo Filho estará sujeito àquele que sujeitou a ele todas as coisas, a fim de que Deus seja tudo em todas as coisas.” — 1 Coríntios 15:24, 28, So.

Jesus Nunca Afirmou Ser Deus

O CONCEITO da Bíblia é claro. Não apenas é o Todo-poderoso Deus, Jeová, uma personalidade à parte de Jesus, mas Ele é sempre superior. Jesus sempre é apresentado como pessoa à parte e menor, um humilde servo de Deus. É por isso que a Bíblia diz claramente que “a cabeça do Cristo é Deus” assim como “a cabeça de todo homem é o Cristo”. (1 Coríntios 11:3) E é por isso que o próprio Jesus disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28, So.

O fato é que Jesus não é Deus e nunca afirmou ser. Isto está sendo reconhecido por um crescente número de peritos. Como diz o Boletim da Rylands: “Deve-se encarar o fato de que a pesquisa do Novo Testamento ao longo dos, digamos, últimos trinta ou quarenta anos tem levado um crescente número de renomados peritos do Novo Testamento à conclusão de que Jesus . . . certamente nunca creu ser ele mesmo Deus.”

O Boletim disse também a respeito dos cristãos do primeiro século: “Quando, pois, eles atribuíram [a Jesus] títulos honoríficos tais como Cristo, Filho do homem, Filho de Deus e Senhor, estes eram maneiras de dizer, não que ele era Deus, mas sim que ele fez a obra de Deus.”

Assim, até mesmo alguns peritos religiosos admitem que o conceito de Jesus ser Deus é inteiramente contrário ao testemunho da Bíblia. Ali, Deus é sempre o superior, e Jesus é o servo subordinado.

[Destaque na página 19]

‘A pesquisa do Novo Testamento têm levado um crescente número de peritos à conclusão de que Jesus certamente nunca creu ser ele mesmo Deus.’ — Boletim da Biblioteca John Rylands.

[Foto na página 17]

Jesus disse aos judeus: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” — João 6:38.

[Foto na página 18]

Quando Jesus clamou: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” com certeza não cria ser ele mesmo Deus.

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