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  • Milhões que agora vivem jamais nascerão
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • e frascos de sangue sempre se acham disponíveis para transfusões de emergência.

      Depois dum aborto, a mulher talvez fique estéril. Uma dentre as várias causas possíveis disto é a inflamação pós-operatória das trompas de Falópio.

      O aborto também envolve certo grau de sofrimento mental, que é seriíssimo efeito. A mulher grávida sabe que é responsável pela vida continuada de outra criatura humana. É somente natural que ela pense na criança que se desenvolve. Por isso, se obrigada a procurar alguém que mate o feto, isto coloca considerável tensão mental sobre ela, visto ser contrário ao amor maternal. Ela talvez tente persuadir-se de que um feto de seis, doze ou dezesseis semanas não é ainda um filho real e que poderá ter outro filho. Todavia, ela sabe que há possibilidade de jamais poder ter outro filho, e ela definitivamente sabe que será impossível ter da novo o mesmo filho.

      Em relação ao aborto em si, muitas mulheres sentem a tensão mental. A espera entre a injeção de sal e o conseqüente aborto é mui provador para considerável número delas. A mulher tem primeiro de sentir a matança do feto e então tem de tomar parte ativa no estrênuo processo do parto.

      Num hospital na Suécia, foram investigadas as reações das mulheres que abortavam pela solução salina. Algumas se expressaram da seguinte forma: “Quando injetaram a solução salina, eu sabia que não havia mais jeito de voltar atrás.” “Eu fui para o lavatório e se deu o aborto. Eu mesma tive que cuidar do feto.” “Senti que algo saía de mim e quando levantei a coberta, vi o feto.” “Foi terrível.” “Não se sofre nem a metade quando se tem um filho.”

      Mesmo anos depois do aborto, a mulher ainda sente o impacto emocional. Escreve a instrutora clínica Naomi Leiter: “Ela jamais se esquece realmente da gravidez, do pânico, e do aborto. Com freqüência, ela se sente deprimida, às vezes culpada.” Naomi Leiter também observa: “Tenho visto várias mulheres que, quinze anos depois do seu aborto, nutriam sentimentos de pesar e de remorso, porque então estavam já na menopausa e não tinham filhos.” — New York State Journal of Medicine, 1.º de dezembro de 1972.

      Se é provador para muitas mulheres, o aborto também é provador para muitos cirurgiões, enfermeiras e outros membros da equipe médica. Alguns abortos ocorrem bem tarde e os fetos são fortes e saudáveis quando são tirados. Tem havido casos de bebês abortados se reavivarem por si mesmos nos sacos de lixo junto aos incineradores hospitalares. Em especial, dar fim a fetos vivos leva a conflitos de consciência. Há enfermeiras que abandonaram este serviço de modo a não sofrer um colapso total. Em alguns casos, sentiram-se tentadas a dar uma oportunidade de sobrevivência a grandes fetos vivos, por criá-los às escondidas.

      O Conceito Bíblico

      Apesar de todos os riscos e aspectos detestáveis do aborto, há aqueles que justificam tal prática. Mas, poder-se-ia perguntar: Se é errado matar bebês recém-nascidos, não é igualmente errado matar um bebê que se desenvolve na madre? Se é correto tentar preservar a vida de bebês prematuros em incubadoras, não será correto preservar a vida dum feto no ventre?

      O Criador da vida, Jeová Deus, considera a vida como sagrada. O aborto provocado deliberadamente é um ato criminoso à vista de Deus. Sua lei a Israel, para exemplificar, protegia a vida dum bebê por nascer. Se certa mulher grávida, numa luta entre homens, sofresse um acidente fatal ao feto, tinha-se que pagar vida por vida. — Êxo. 21:22-25.

      A freqüência dos abortos hoje também se relaciona ao fato de o homem ignorar outras leis de Deus. As pessoas desejam a chamada moral livre, e colhem resultados indesejados — cônjuges indesejados, doenças indesejadas e gravidezes indesejadas. Em seus empenhos de fugir das conseqüências da maneira mais fácil, desejam divórcios mais fáceis, tratamento médico mais fácil e leis menos rigorosas. Mas, isto não as tem poupado das conseqüências trágicas adicionais. A única solução para a trágica situação moral hodierna é o homem e a mulher se amarem nos vínculos do matrimônio, planejando com sensatez sua vida em comum e obedecendo lealmente a seu Deus e Criador.

  • Xadrez — que tipo de jogo é?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Xadrez — que tipo de jogo é?

      O TORNEIO mundial de xadrez, disputado na Islândia, no verão setentrional de 1972, criou súbito e amplo interesse pelo xadrez. Milhões começaram a falar sobre isso ou a jogá-lo.

      “Os negócios são fantásticos”, relatou certo fabricante estadunidense de jogos de xadrez. Um vendedor de famosa livraria da cidade de Nova Iorque disse: “Nossos livros de xadrez simplesmente ficavam nas prateleiras, antes da disputa entre Fischer e Spassky. Daí, saiu tudo. Passaram dos itens menos vendidos para os de maior venda na loja.”

      Em alguns países, já existia grande interesse pelo xadrez. Sua popularidade na Rússia, exemplificando, rivaliza à do futebol no Brasil, ou do futebol americano ou do basquetebol nos EUA. Também na China, hsiang chi, a versão chinesa do xadrez, é um dos jogos favoritos daquele país.: Segundo noticiado, foram escritos mais livros sobre xadrez — quase 20.000 — do que sobre todos os outros jogos combinados!

      Por que existe tanto interesse pelo xadrez? O que torna o jogo tão interessante para muitos?

      Jogo Complexo de Perícia

      Um dos maiores atrativos do xadrez é sua complexidade, que pode tornar-se fascinante. O xadrez e as damas são jogados no mesmo tabuleiro — um que é dividido em sessenta e quatro casas, com oito filas de oito casas cada uma. Mas, no xadrez, há muitos mais movimentos que são possíveis. Exemplificando: há, segundo relatado, 169.518.829.100.544.000.000.000.000.000.000 modos de se fazer os primeiros dez movimentos! ‘Mas, como são possíveis tantos movimentos diferentes num tabuleiro de apenas sessenta e quatro casas’ — poderia alguém perguntar. Isto se deve às diferentes espécies de peças usadas no xadrez e a variedade de movimentos que cada uma pode fazer.

      No xadrez, há dois jogadores opostos, cada um tendo um conjunto de dezesseis peças. Estas incluem oito peões, dois cavalos, dois bispos, duas torres, um rei e uma rainha. Estes seis tipos diferentes

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