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  • Aborto — um mundo dividido
    Despertai! — 1987 | 8 de abril
    • esforçou-se muito de explicar que o aborto não é uma doutrina definida de sua Igreja.a De acordo com tal conceito, os católicos que defendem o aborto não podem ser excomungados, muito embora possam ser encarados como desleais.

      Por causa dessa ambigüidade das autoridades eclesiais, muitos católicos de destaque declaram-se abertamente favoráveis ao aborto. Nos Estados Unidos, alguns sacerdotes se incluem entre estes. Também várias freiras, algumas das quais subscreveram um controversial anúncio de jornal em favor do aborto, sendo por isso ameaçadas de ser expulsas de suas ordens.

      Adicionalmente, leigos católicos agora formam um lobby ativo a favor do aborto. “Eu faço parte da corrente principal do pensamento católico leigo”, asseverou a Sra. Eleanor C. Smeal, presidenta da NOW, sigla em inglês da Organização Nacional a Favor das Mulheres, num comício a favor do aborto,realizado em Washington, DC, EUA. Ao mesmo tempo, segundo o jornal The New York Times, ela zombou da sugestão de que seu apoio ao direito de aborto pudesse levar à sua excomunhão da Igreja Católica Romana.

      A Igreja de Roma está notando ser cada vez mais difícil harmonizar tais conceitos conflitantes em suas fileiras.

      Perigos dos Abortos Ilegais

      Promulgar leis e decretos é uma coisa. Todavia, mesmo com o melhor dos motivos, é bem outra coisa qualquer autoridade tentar fazer vigorar um decreto sobre o aborto. Há pessoas envolvidas, íntima e pessoalmente. Sob pressão, as pessoas podem revelar-se imprevisíveis.

      Caso um lobby contra o aborto tenha êxito, seja em impedir um Governo de legalizar o aborto, seja em revogar alguma legislação já existente, o que se segue? Será que isso soluciona quaisquer problemas? “A mulher encontrará um jeito [de fazer um aborto], às vezes ao preço da própria vida”, comentou Marilyn Waring, membra do Parlamento da Nova Zelândia — ela mesma sendo a favor do aborto — “e não há nada que os políticos, ou as leis, possam fazer para impedi-la”. E nisso reside um poderoso argumento. ‘O que é preferível?’, perguntam os que defendem o aborto.

      Onde o aborto é legalizado, embora ainda ocorram algumas mortes, essa prática acha-se sob estrita supervisão médica. Abortos ilegais, “no fundo do quintal”, por outro lado, apresentam chocante taxa de mortalidade, uma vez que, muitas vezes, são realizados por pessoas não habilitadas em condições insalubres. Em Bangladesh, por exemplo, calcula-se que, todo ano, morrem 12.000 mulheres em resultado de tais abortos.

      Mas, em tudo isto existe outro fator humano a ser considerado. O que pensam os médicos e as enfermeiras de fazer abortos como que numa linha de montagem? Que espécie de tributos físicos, mentais e emocionais o aborto exige da prospectiva mãe — e do prospectivo pai? Estas são perguntas que consideraremos a seguir.

  • Aborto — a que preço?
    Despertai! — 1987 | 8 de abril
    • Aborto — a que preço?

      EM GLASGOW, na Escócia, duas enfermeiras tiveram “horríveis pesadelos” e passaram muitas noites sem dormir, noticiou o jornal The Daily Telegraph. Por quê? Porque participaram duma operação de abortamento dum bebezinho homem de 24 semanas. Inesperadamente, ele viveu “por curto tempo”.

      Em Detroit, EUA, um feto de 29 semanas, que supostamente teria sido morto por uma injeção aplicada no abdome da mãe, foi jogado num balde de aço inoxidável, na enfermaria de abortos dum hospital. Mas ele sobreviveu. Seus gritos foram ouvidos, e esta menininha

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