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A criação chega à faculdadeDespertai! — 1979 | 22 de fevereiro
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evolucionista na geração espontânea da vida. Também se exige: a fé nos fósseis que ele jamais encontrou e a fé nas mutações que jamais viu.
A evolução é uma filosofia, mas mascarada em ciência. Deposita fé no “acaso” como criador de milhões de projetos complicados, objetivos, das coisas viventes. Isto traz à lembrança certas pessoas, dos dias de antanho, que puseram de lado a Jeová e se tornaram ‘os que põem em ordem uma mesa para o deus da Boa Sorte e os que estão enchendo vinho misturado para o deus do Destino’. — Isa. 65:11.
Há gritante incoerência no modo de pensar dos cientistas evolucionistas. É no aspecto do projeto e da ordem. Por exemplo, fizeram-se propostas de enviar sinais de rádio a algumas das estrelas mais próximas, na esperança de comunicar-se com uma civilização distante que se presume habite hipotético planeta ali existente. Se tais sinais mostrarem uma configuração, ao invés de serem apenas uma mistura ao acaso, isso indicaria uma fonte inteligente. Deixemos que o Dr. Carl Sagan, da Universidade de Cornell, EUA, explique isto:
“É fácil criar uma mensagem interstelar de rádio que possa ser reconhecida como emanando, sem ambigüidade, de seres inteligentes. Um sinal modulado (‘bip’, ‘bip-bip’, . . .) compreendendo os números 1, 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, por exemplo, consiste exclusivamente nos primeiros 12 números primos — isto é, números que podem ser divididos apenas por 1, ou por si mesmos. Um sinal desta espécie, baseado num conceito matemático simples, só poderia ter origem biológica. . . . Sem comparação, porém, o método mais promissor é enviar gravuras.” — Revista Smithsonian, maio de 1978, págs. 43, 44.
Uma gravura sugerida para ser enviada mostraria um homem, uma mulher e uma criança, o sistema solar e vários átomos — tudo isso sendo feito por se enviar uma série de pontos e traços, cada um sendo chamado um “bit” de informação, exigindo, ao todo, 1.271 bits. E, já se enviou ao aglomerado estelar M13, em 1974, uma gravura ainda mais complicada.
Agora, o ponto é o seguinte: se 1.271 bits de informação numa certa seqüência sugerem ordem e projeto, e provam, “sem ambigüidade”, uma fonte inteligente, que dizer de cerca de dez bilhões de bits de informações codificados nos cromossomos de toda célula viva?
O ADN (ou DNA) numa célula de óvulo humano fecundado contém, não apenas cerca de mil bits para transmitir uma gravura simples, rudimentar, em preto e branco, mas bilhões e mais bilhões de bits de informação que determinam o crescimento de um humano vivo, tridimensional, em plenas cores, de carne e sangue! E a célula do óvulo não tem de esperar que algum cientista calcule o que representam todos os símbolos genéticos, e organize essa informação para traçar planos para o bebê. Nenhum geneticista sabe o bastante para ter a mais leve noção de como começar. Todavia, a diminuta célula do óvulo prossegue na execução de toda a tarefa sem qualquer supervisão externa!
Bem, o que pensam os cientistas deste código genético que se repete trilhões de vezes em cada uma das células da criatura humana em crescimento? Afirmam que simplesmente aconteceu. Daí, dizem que um sinal de rádio do espaço sideral, contendo simplesmente centenas de bits de informação, seria sensacional e provaria que veio duma fonte inteligente — que isso jamais poderia acontecer por acaso! Mas, recusam admitir que a prova milhões de vezes mais forte do espaço interior do código genético revela um Programador supremamente inteligente de informações. Bem, o que pensa o leitor? Que os comparativamente poucos bits simples de informação num sinal de rádio provam uma fonte inteligente, mas que a assombrosa complexidade do projeto objetivo dos organismos vivos simplesmente acontece por acaso? Quão tolo seria pensar assim! — Sal. 14:1.
A criação ajusta-se aos fatos conhecidos da ciência. Gênesis, capítulo um, alista onze eventos ou condições da obra criativa de Jeová. A ciência reconhece a tais eventos como estágios no desenvolvimento da terra e da vida sobre ela, e também reconhece a correção da ordem da lista de Gênesis. Quais são as probabilidades de o escritor bíblico ter adivinhado isto? Uma em 39.916.800! Não argumenta isto que o homem já recebeu comunicações do espaço sideral? Não tem Jeová se comunicado com os homens, por inspirar alguns deles a escrever a Bíblia?
Quando a criação chega à faculdade, ela passa em seus exames. A evolução só conseguirá passar se for a ‘protegida’ do professor.
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A origem do baralhoDespertai! — 1979 | 22 de fevereiro
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A origem do baralho
‘QUEM quer jogar cartas?’ Em qualquer língua, esta expressão seria facilmente reconhecida, pois o baralho é internacional e pode-se verazmente dizer que abrange o globo todo, de norte a sul, e de leste a oeste. Desde os pontos áridos e solitários nos pólos, até as fervilhantes selvas equatoriais, poderá encontrar um baralho. Interessante observação é que o baralho tem exercido tremenda influência nos assuntos humanos. Decisões, quer de êxito quer de outra forma, foram feitas com a ajuda do baralho. Ganharam-se e perderam-se fortunas no virar de uma carta.
O que há num baralho que promove tamanha popularidade, uma distração tão universal? Vamos considerar alguns fatos.
Primeiro e o principal deles seria seu tamanho e conveniência. Um baralho moderno exige muito pouco espaço e só pesa
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