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Quando for hóspede no JapãoDespertai! — 1973 | 22 de agosto
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balconista apenas deseja ajudá-lo, assim, é melhor repetir bem devagar o que deseja, e tudo será bem cuidado. Fazer compras de lembranças é comparativamente fácil, visto que tudo fica à mostra.
Uma Noite de Diversão
Em sua última noite, talvez decida ver Kabuki, as antigas peças tradicionais do Japão. O inteiro programa realmente dura cerca de oito horas. A forma em que os atores de Kabuki falam é muito diferente da linguagem comum, além de não falarem o japonês do livrinho de frases feitas. Não fique desanimado porque não entende. Nem os japoneses os entendem. Seu programa lhe dará a inteira história em inglês e poderá acompanhá-la.
Uma diversão interessante é fornecida pelos cenógrafos, vestidos de preto. Também usam véus negros sobre seus rostos. Durante toda a peça, entram e saem do palco, mudando os cenários e entregando as coisas aos artistas quando são necessárias. Os japoneses lhe dirão que a assistência supostamente não os deve ver, e, por conseguinte, não os vê. Espera-se que o leitor também não os veja.
Todavia, outra diversão são as manifestações da assistência. Isto realmente é um encorajamento para os atores. No entanto, seria melhor que não tentasse manifestar-se desse jeito. Seus esforços poderiam ser mal interpretados e poderiam convidá-lo a retirar-se, por conduta desordeira. Embora só possa assistir quatro horas do programa, jamais se esquecerá dessa noite gasta no passado do Japão.
Sayonara, Japão!
Como se sentiu quando se tornou um honorável visitante? Não poderia negar que todos foram bondosos e hospitaleiros. O Japão é deveras um país de contrastes estranhos; o velho e o novo pairam lado a lado, ambos tendo muita coisa interessante a lhe oferecer. Tal visita amplia a mente. Vem a compreender que sua maneira não é a única de se fazer as coisas, e divertiu-se aprendendo isso.
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Um “modo” de vidaDespertai! — 1973 | 22 de agosto
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Um “modo” de vida
É PROVÁVEL que a maioria de seus amigos e colegas afirmem que têm uma religião ou conceitos religiosos. Mas, ao que eqüivale sua religião? Sob inspiração, o apóstolo Paulo disse, a respeito de nossos dias, que muitos teriam “uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém falsos para com o seu poder”. — 2 Tim. 3:5.
No livro The Person in Psychology (A Pessoa em Psicologia), Gordon W. Allport comentou: “Para muitas pessoas, a religião é um hábito enfadonho, ou um investimento tribal a ser usado para cerimônias, para a conveniência da família, ou para conforto pessoal. É algo a ser usado, e não para ser vivido. Poderá ser usada para melhorar a condição social, para aumentar a confiança própria da pessoa. Poderá ser usada como defesa contra a realidade, e como sanção divina para a própria fórmula de viver da pessoa. Tal sentimento me assegura de que Deus vê as coisas do meu jeito. Em termos teológicos, a pessoa extrinsicamente religiosa se volta para Deus, mas não se afasta do seu ego. Este tipo de religião é um escudo para a concentração em si mesmo.” — Página 131.
Em contraste, aqueles no primeiro século que se tornaram seguidores de Jesus foram mencionados como pertencendo a “O Caminho”. (Atos 19:9, 23) Aderiram a um modo de agir ou modo de vida que se centralizava na sua fé em Deus e em Cristo. Se estiver interessado em conhecer como a religião pode ser para o leitor uma forma satisfatória de vida que agrada a Deus, as testemunhas de Jeová ficarão muito contentes de ajudá-lo.
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