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  • Transfusões de sangue: por que muitos adotam novo enfoque
    Despertai! — 1979 | 8 de março
    • É contra esse direito ter até mesmo isso aqui. Eu não o pedi e quero que seja retirado daqui.”

      Ela se recuperou e voltou para casa. Duas semanas depois, ela teve de telefonar a um especialista a respeito da remoção das amígdalas de sua filha. Ao ouvir falar em sangue, ele ficou bem transtornado e disse: “Não vou operar com as mãos amarradas!” Ela mencionou o ginecologista e sua própria operação, feita sem transfusão. Isso resultou na mudança do tom de voz. Mais tarde, o especialista removeu as amígdalas da jovem. Posteriormente, quando a mãe retornou ao ginecologista para um exame geral, ele perguntou: “Como foi a operação de sua filha?” Como veio a saber dela? Ele respondeu:

      “Quando a senhora disse ao médico dela pelo telefone, que eu fiz uma histerectomia sem sangue, quase o deixou louco. Ele veio até aqui todo transtornado. Mas eu o corrigi. Forneci-lhe seu folheto e lhe disse que ele não tinha nenhum direito de lhe impor as opiniões morais dele.”

      Sim, o primeiro médico ficou convicto, e ajudou a convencer o seu colega.

      Alguns meses antes da campanha, a Sra. Hilda Meeks explicou sua posição ao médico dela em Geneva, Ohio, EUA. Crendo que sua consciência o obrigaria a sobrepor-se ao ponto de vista dela, ele instou com ela a que procurasse outro cirurgião. Quando o folheto se tornou disponível, ela lhe levou um exemplar. Explica a Sra. Meeks:

      “Na manhã seguinte, a enfermeira do médico telefonou-me e me disse: ‘O doutor pediu que a senhora viesse aqui e apanhasse aquele folhetinho. Ele está cabalmente convencido de que poderá ficar de seu lado nesta questão’.”

      Uma semana depois de terem sido dados 100 folhetos aos estudantes e professores de medicina em Gotemburgo, Suécia, duas Testemunhas foram convidadas para uma palestra. Alguns estudantes mostraram-se muito críticos, especialmente sobre o direito de um genitor de decidir por filhos menores. Daí, um professor de cirurgia levantou-se e disse que o assunto estava sendo muito exagerado, que um grupo de cirurgiões e médicos principais tinha concordado que as transfusões de sangue raramente são necessárias, mesmo nos casos em que se tenha imposto o sangue a alguém. “O tempo vindica as Testemunhas de Jeová”, acrescentou ele.

      Mais Interesse nas Coisas Espirituais

      Vários médicos e advogados mostravam maior interesse nos assuntos espirituais, depois de lerem essa matéria, baseada na Bíblia.

      Desde que o folheto Sangue foi distribuído na Itália, uma Testemunha de Jeová tem considerado regularmente a Bíblia com um neurocirurgião, que comentou: “Depois de um dia pleno de trabalho, sempre lidando com corpos físicos, acho necessário interessar-me por coisas espirituais.” De Avellino, Itália, escreve uma Testemunha: “Iniciei um estudo bíblico regular com um médico [que leu o folheto]. É uma pessoa extremamente devotada a Deus, e disse-me: ‘Gostaria de ser um homem como o senhor, completamente dedicado a Deus e à Sua obra’”.

      Lorraine Sanchez apresentou o folheto a um advogado em Las Vegas, Nevada, EUA. Já tendo lido um exemplar, ele disse:

      “Depois de se estudar para ser advogado e passar nos exames, a pessoa realmente não sabe tudo que se precisa saber sobre a lei. Similarmente, acho que os médicos não sabem tudo que precisam saber sobre o sangue. O sangue de cada pessoa é ímpar. Agora estou começando a aprender o que Deus pensa sobre o sangue.”

      Continuou seus comentários sobre a situação mundial, o que levou a uma palestra sobre o que a Bíblia diz sobre estarmos vivendo nos “últimos dias”. A Testemunha deixou com ele o livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna. Quando, a convite dele, a Testemunha retornou, o advogado lhe disse:

      “Não tenho nenhuma objeção a nada do que li nesse livrinho. Verifiquei que algumas coisas são muito diferentes das crenças religiosas em que fui criado. Disse à minha esposa que quero ser Testemunha de Jeová. Gastei minha vida toda estudando estes livros todos [apontando para sua biblioteca jurídica], e decidi que não é tarde demais. Irei estudar a Bíblia.”

      O visitante explicou o serviço de estudos bíblicos que as Testemunhas de Jeová oferecem. Ele respondeu que sua esposa também estava interessada, e convidou a Testemunha a vir à casa deles e estudar com ambos.

      Advogados e Juízes

      Muitos outros, da classe jurídica, acolheram de forma favorável a campanha e as informações do folheto sobre o Sangue.

      Gregory King é um administrador ligado à Suprema Corte do Estado de Nova Iorque, EUA. Sendo Testemunha, forneceu um folheto a um dos ministros da Corte, que então indagou amplamente sobre o sangue. Por fim, o ministro mostrou-se surpreso, afirmando que jamais soubera que as Testemunhas aceitavam alternativas que não contenham sangue, e que ele imaginara, erroneamente, que estavam lutando por certo “direito de morrer”. O ministro comentou que a argüição, no tribunal, é usualmente unilateral. Achando que os outros ministros gostariam de ouvir o lado das Testemunhas, deu permissão para que se usasse o sistema de correspondência interna para chegar a todos os ministros.

      Aconteceu algo similar em Pasadena, Califórnia, EUA. Depois de ouvir o que havia no folheto, um juiz disse: “Sempre fiquei imaginando por que as Testemunhas de Jeová não aceitam transfusões. Agora acho que descobrirei isto.” Embora a Testemunha só lhe tivesse solicitado alguns minutos, o juiz considerou o assunto por mais de uma hora e tornou possível a entrega do folheto a todos os demais juízes sob sua supervisão.

      Depois de deixar um opúsculo com um advogado num bairro rico de Washington, D. C., EUA, Gladys Clemmons recebeu uma carta dizendo:

      “Li com real interesse a brochura que me deixou, explicando por que as Testemunhas se opõem a receber transfusões de sangue. Foi um artigo interessantíssimo e a explicação, creio eu, foi convincente.”

      Semelhantemente, um advogado num escritório dum Promotor Público dos EUA, escreveu:

      ‘Li com grande entusiasmo o panfleto que me deram na sexta-feira, 7 de outubro de 1977. As questões médico-legais suscitadas e respondidas nele me convenceram de que as Testemunhas de Jeová devem merecer toda oportunidade de ter a palavra final sobre se as transfusões de sangue devem ou não ser administradas a um membro. Creio que este é um privilégio fundamental garantido pela Constituição.’

      Um juiz da divisão do juizado de menores de Orlando, Flórida, EUA, comentou: “Sou forte adepto da liberdade religiosa. Acho que este folheto será de grande ajuda para mim, para que possa compreender seu conceito sobre a transfusão de sangue.” Outro de tais juízes, de Orlando, disse: “Estou muito feliz que vieram oferecer-me este folheto, porque não raro ficava imaginando por que as Testemunhas de Jeová não aceitam sangue. Com efeito, solicitei a meu ministro que me mostrasse, na Bíblia, mas ele disse que não sabia onde encontrá-lo.”

      Um juiz na Califórnia, EUA, disse a Ralph Hainsworth:

      ‘Nunca entendi por que as Testemunhas de Jeová recusam o sangue. Depois de ler o folheto, e examinar os textos, compreendi que se trata de pura e simplesmente um motivo religioso.’ Expediria um mandado judicial para impor o sangue? ‘Não, absolutamente; a questão não deve ser resolvida num tribunal. Trata-se duma questão religiosa e os tribunais não devem intervir.’ Que dizer do caso de um menor de idade? ‘Seria difícil, mas, novamente, depois de ler o opúsculo, os pais têm a responsabilidade quanto aos filhos, física e espiritualmente. Estou colocando o opúsculo em meus arquivos. O fato de que a questão do sangue é, primariamente, uma questão religiosa, e não médica, foi o que mais me impressionou.’

      Excelente Compêndio de Ensino

      Em muitos lugares, o material sobre o sangue será usado no ensino de estudantes de medicina e de advocacia.

      Camilo Iacoboni deixou dois folhetos com o médico encarregado da seção de enfermagem, na Universidade Estadual Towson, de Maryland, EUA. Quando voltou na semana seguinte, disseram ao Sr. Iacoboni que o pessoal do departamento tinha examinado a matéria e desejava 175 exemplares, um para cada estudante de enfermagem e membro do corpo docente. O médico disse: “Os folhetos serão usados como matéria suplementar para cada estudante, num curso que trata com as crenças religiosas e como influem no tratamento.”

      Que dizer dos médicos e advogados? Na universidade de Lubbock, Texas, EUA, o médico encarregado dos estudos da Faculdade de Medicina desejava um folheto para exame. Quando o Sr. L. St. Clair voltou, o médico o tinha considerado com o deão, e concluíram que, todo ano, os estudantes de medicina estudariam o folheto. Solicitaram 185 exemplares para começar, e alistaram um ministro local das Testemunhas como consultor, para explicar a posição bíblica aos futuros médicos. O Sr. St. Clair também entrou em contato com o deão da Faculdade de Direito, que decidiu: “Se fornecerem esses folhetos, nós o incluiremos em nossos estudos. Nós precisaremos de 465 folhetos.”

      O ministro que coordenou a campanha de folhetos em San Antonio, Texas, EUA, concluiu: “Em meus 60 anos de associação com as Testemunhas de Jeová, esta campanha foi a melhor demonstração de zelo e cooperação em se executar um grande projeto.”

      Que dizer de muitos profissionais que receberam o prestimoso material sobre o sangue? Um médico de Nova Iorque, EUA, escreveu:

      “Nós, do campo médico, compreendemos a importante obra feita pelas Testemunhas de Jeová na disseminação de seus conceitos. Elas têm exercido profunda influência sobre as idéias médicas.”

      Na verdade, esta campanha educativa mundial tem sido muito gratificante, em muitos sentidos.

  • A Comemoração da morte de Cristo
    Despertai! — 1979 | 8 de março
    • A Comemoração da morte de Cristo

      Em 1978, um total de 5.095.831 pessoas se reuniram para comemorar a morte de nosso Senhor Jesus Cristo, em 23 de março. Agora, em 1979, espera-se que um total tão grande como este, ou ainda maior, reúna-se para realizar a única Comemoração realmente ordenada por Jesus Cristo, ao dizer: “Persisti em fazer isso em memória de mim.” — Luc. 22:19.

      Foi mediante a morte de Cristo que a humanidade foi resgatada da morte para a vida. Assim, a morte de Cristo em breve significará o alívio da doença, do sofrimento e da morte. Até nossos entes queridos mortos serão ressuscitados para viver numa terra restaurada em um paraíso. Assim, com todos estes aspectos positivos envolvidos, não é de se admirar que cada Testemunha de Jeová faça o máximo esforço de estar presente a uma de tais Comemorações, em seu Salão do Reino local, na quarta feira, 11 de abril, após o pôr-do-sol.

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