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Deve realizar sua própria construção?Despertai! — 1978 | 8 de fevereiro
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Agora, algumas idéias quanto à segurança. Certifique-se de ter, onde desejado, o seguro adequado para cobrir tanto a você mesmo como a outros, em caso de acidente. Disponha de equipamento contra incêndio, e aprenda a usá-lo. Certifique-se de que haja, facilmente acessíveis, suprimentos de socorros urgentes, e estabeleça um processo a seguir no caso duma emergência.
Construir um Salão do Reino
Atualmente, talvez não tenha oportunidade de construir sua própria casa. Mas, se for uma das testemunhas cristãs de Jeová, talvez, algum dia, participe na preparação dum Salão do Reino. Com mais de 40.000 congregações em todo o mundo, número este que cresce sempre, há constante necessidade de mais destes locais de reunião. Na Espanha, mais de dois terços das mais de 600 congregações possuem seus próprios salões de reunião, e, no vizinho Portugal, mostra-se similar zelo na preparação destes locais de reunião.
Deve uma congregação pensar em construir um novo Salão do Reino? Isso tem de ser decidido pelos membros da congregação. Devem considerar suas necessidades. Por exemplo, é apinhado demais o atual salão? Caso haja notável crescimento, deve-se fazer algo antes que a situação se torne crítica. No entanto, e também importantíssimo que se considere as possibilidades de a congregação lidar com tal projeto. Uma congregação, exatamente como uma família que pensa em construir uma casa, não deve ficar sobrecarregada com dívidas excessivas. Naturalmente, nem toda congregação precisa possuir seu próprio Salão do Reino. Amiúde, várias congregações, agindo juntas, conseguem obter um local de reuniões que uma congregação apenas não poderia ter. E, no caso de algumas congregações, alugar algo é a alternativa prática para a construção dum Salão do Reino.
Deveras, há muitos fatores a considerar quando se trata de erguer um local de adoração ou uma casa. É melhor alugar, comprar ou construir? Reflita cuidadosamente sobre essa pergunta, e decida se deve realizar sua própria construção.
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“Bom senso náutico” — a sabedoria na navegaçãoDespertai! — 1978 | 8 de fevereiro
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“Bom senso náutico” — a sabedoria na navegação
Do Correspondente de “Despertai!” na Nova Zelândia
“DESAPARECIDOS em Barco Submerso”, “Homem Some no Estreito de Cook”, “Lancha da Polícia Salva Iate”, “Seis Bons Garotos Morrem — e Cidade Chora”, “Homem Salvo Após 11 Horas na Água sem Colete Salva-Vidas”, “Morrem 14 Afogados no Feriado”.
Essas manchetes e outras semelhantes foram publicadas nos diários de Auckland, Nova Zelândia, entre meados de dezembro de 1975 e meados de Janeiro de 1976. Todas referiam-se a tragédias pessoais que envolviam os que utilizavam, para diversão, o mar e as vias navegáveis da Ilha do Norte da Nova Zelândia.
Notícias tais como as precedentes serão, infelizmente, ecoadas por toda a terra, sempre que o homem lance seu conhecimento, ou a falta dele, contra o mar, quer por prazer quer por lucro.
Ao passo que é verdade que a prática do iatismo alcançou um auge nos anos recentes, atraindo assim muitos novatos, deve-se observar cuidadosamente que, mesmo os navios que são inspecionados pelas autoridades de maior reputação, e dirigidos por marujos profissionais habilitados, continuam a ser sobrepujados por tempestades e outros perigos, amiúde resultando na perda de vidas.
Cidades Junto a Baías, Rios e Lagos
Quase todas as grandes concentrações populacionais se localizam quer em baias, rios ou lagos. Uma de tais cidades é Auckland, com uma população que se acerca de 800.000. Alastra-se por um istmo entre duas grandes baías, a do oeste dando para o Mar da Tasmânia e a do leste fornecendo a entrada pelo Oceano Pacífico. Apenas nessas duas vias navegáveis há um litoral combinado de cerca de 610 quilômetros, ao passo que outras balas, rios, e ilhas e enseadas abrigadas abundam, sendo facilmente alcançadas por pequenas embarcações. Tal ambiente, junto com um clima ameno, tornam essa cidade do Pacífico Sul um local de considerável atividade náutica.
Não só nessa área, mas em toda a Nova Zelândia, com sua longa faixa costeira e numerosos rios e lagos, o tributo de afogamentos continua a aumentar, nada menos de 130 pessoas perdendo a vida desse modo em 1975. O conselho de segurança marítima apelou às pessoas para terem mais cuidado na água no último ano; e a Guarda Costeira Voluntária da Nova Zelândia recomendou que “um estado saudável de temor é provavelmente a coisa mais importante a levar junto consigo num pequeno barco”.
“A Prática Comum dos Marujos”, ou o Bom Senso
Por acordo internacional, as nações marítimas observam e seguem os “Regulamentos Internacionais Para a Prevenção de Abalroamento no Mar”, os quais incorporam as luzes e formatos que as embarcações devem levar, bem como as “Regras de Governar e Velejar”, e pedidos de socorro. Visto que o parágrafo inicial dos regulamentos declara que devem ser observados por todas as embarcações em alto mar, e nas águas ligadas a ele, segue-se que qualquer pessoa que procure levar uma embarcação de qualquer tipo para longe das praias deve, pelo menos, estar familiarizado com seu conteúdo. Mas, por certo, a regra mais importante é a N.º 2, que declara: “Nada nessas regras exonerará qualquer embarcação ou proprietário, mestre ou tripulação dela, das conseqüências de qualquer negligência em cumprir tais regras ou de negligência em tomar qualquer precaução que possa ser exigida pela prática comum dos marujos, ou por circunstâncias especiais do caso.”
As palavras sobrepujantes que definem “a prática comum dos marujos” são bom senso, nada mais, nada menos. Não ser exonerado, conforme declarado na regra, pode significar a suspensão da licença ou certificado, ou poderá até mesmo significar uma multa ou detenção. Algumas autoridades locais impõem multas e penalidades aos proprietários amadores de barcos de recreio que infringem posturas e regulamentos. Mas que dizer do dono duma embarcação que, por falta de observar “a prática comum dos marujos”, e por descuido ou negligência em tomar precauções ditadas pelo bom senso, provoca a perda de vidas? Por certo sua consciência jamais o desculparia, mesmo que a lei o fizesse.
Dez Regras Básicas
O opúsculo neozelandês Ahoy Skipper (Capitão de Bordo) alista o que chama de dez regras de ouro para a navegação segura. Estas são: (1) Observe o tempo, (2) Não leve carga demais, (3) Certifique-se de ter o equipamento correto, inclusive coletes salva-vidas, (4) Conserve seu motor 100 por cento fidedigno, (5) Conheça os regulamentos e as posturas sobre abalroamento,
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