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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • os regentes dos governos humanos, não devido à pessoa destes homens, alguns dos quais talvez sejam pessoalmente corruptos. Nem é porque esperam merecer favores especiais deles, graças ao seu poder, como é amiúde o motivo daqueles que favorecem os governantes. Os cristãos respeitam os governantes porque Deus assim o ordena; também, por causa da alta posição de responsabilidade que tal cargo representa. A honra prestada neste sentido pelos cristãos, mais do que a que rendem aos cidadãos comuns, não é ‘fazer acepção de pessoas’, nem é mostrar parcialidade. — Rom. 13:1, 2, 7.

  • Implementos Agrícolas
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    • IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS

      Embora a Bíblia mencione várias atividades agrícolas, os implementos utilizados para cultivar a terra não são descritos em pormenores. No entanto, as gravuras de implementos agrícolas em monumentos egípcios, bem como os exemplares mesmos, encontrados no Egito e na Palestina, suplementam de certo modo o registro bíblico. Ademais, há grande similaridade entre os simples instrumentos agrícolas ainda usados em partes do Egito e da Palestina. Isto, junto com o fato de que a passagem dos séculos presenciou poucas mudanças nos instrumentos agrícolas empregados no Egito, dá peso à conclusão de que os simples implementos agrícolas ainda empregados em partes da Palestina são também muito semelhantes aos utilizados nos tempos antigos.

      Forcados empregados para joeirar (Isa. 30:24; Jer. 15:7), como nos tempos mais recentes, eram provavelmente feitos de madeira, e tinham várias pontas curvas.

      A grade não é mencionada na Bíblia, mas a operação agrícola de gradar é mencionada como diferente do arar. (Jó 39:10; Isa. 28:24; Osé. 10:11) A pulverização e o amaciamento do solo constituem a principal função da grade moderna, embora seja também usada para cobrir as raízes das plantas com palha, cobrir as sementes e remover ervas daninhas. Antigamente, talvez uma prancha com peso sobre ela, ou um tronco áspero de árvore fosse arrastado sobre o solo arado a fim de esterroar e nivelar o solo.

      Empregavam-se enxadas para remover ervas daninhas do solo e, provavelmente, também para desfazer os torrões de terra. Certos trechos proféticos mencionam especificamente o uso de enxadas no vinhedo. — Isa. 5:5, 6; 7:23-25.

      Alviões (enxadões, NM) eram provavelmente empregados para cavoucar e revolver o solo. Achavam-se entre os instrumentos que os israelitas, nos dias de Saul, tinham de levar aos filisteus, para afiá-los. (1 Sam. 13:20, 21) Alviões de bronze e de ferro, um tanto semelhantes à moderna enxada de cavoucar, têm sido encontrados.

      O arado simples de madeira, ainda empregado em algumas partes das terras bíblicas, só passou por ligeiras transformações no decorrer dos séculos, como mostra claramente uma comparação de representações de arados, constantes de monumentos antigos, e até mesmo de tabuinhas de argila. O arado não estava nem equipado de rodas, nem era feito para abrir sulcos; simplesmente arranhava a superfície do solo a uma profundidade de c. 8 a 10 cm. Excetuando-se a relha, que era de metal, o arado era todo de madeira. (Compare com 1 Samuel 13:20; 1 Reis 19:19, 21; Isa. 2:4.) Um bastão, a que se prendia a relha, constituía a parte principal do arado. Relhas (em realidade pontas afiadas) de arado, de cobre e de bronze, que têm sido encontradas em escavações feitas na Palestina, em geral se apresentam com bastantes mossas, devido ao uso.

      Podadeiras são especificamente mencionadas na Bíblia, com referência à poda da videira. (Isa. 18:5) Visto que as Escrituras se referem à conversão de lanças em podadeiras e, por contraste, de podadeiras em lanças, este instrumento parece ter consistido em uma lâmina afiada com uma faca, presa a um cabo, e pode ter sido similar a uma foice. — Isa. 2:4; Joel 3:10.

      Foices eram usadas principalmente para ceifar o cereal em pé, embora a Bíblia também fale de se meter a foice para ceifar a videira. (Joel 3:13; Rev. 14:18) As foices encontradas na Palestina são ligeiramente curvas. Alguns tipos consistem em lascas chanfradas de pederneira que eram agrupadas e fixadas com betume numa armação, quer de madeira, quer de osso. Lâminas de ferro para foices também têm sido encontradas, e estas eram presas a um cabo por meio de rebites, de uma espiga ou de um encaixe.

      O trenó debulhador visava separar os grãos das espigas do cereal. O implemento utilizado nos tempos antigos provavelmente se parecia a dois tipos ainda utilizados em algumas partes das terras bíblicas atualmente: Um consiste em tábuas de madeira juntadas e curvadas para trás, na frente. Sua parte de baixo é dotada de pedras afiadas ou facas. (Compare com 1 Crônicas 21:23; Jó 41:30; Isa. 41:15.) O seu utilizador fica em pé sobre o trenó, para fazê-lo baixar com o peso. O outro tipo possui um banco para o manejador e consiste em uma estrutura de carroça baixa, de quatro cantos. Nessa armação se fixam dois ou três rolos paralelos, giratórios, dotados de tiras de ferro. — Compare com Isaías 28:27, 28.

      Pás de joeirar, provavelmente feitas de madeira, eram usadas para lançar o cereal debulhado no ar, de modo que o vento soprasse a palha e as glumas para longe. — Mat. 3:12.

      [Imagem na página 778]

      Forcado e pá de joeirar.

      [Imagem na página 778]

      Arado sírio, sem dúvida similar aos utilizados na antiga Palestina.

  • Imposição Das Mãos
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    • IMPOSIÇÃO DAS MÃOS

      Veja MÃO.

  • Imposto
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    • IMPOSTO

      Veja TRIBUTAÇÃO.

  • Impureza
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    • IMPUREZA

      Veja LIMPO, LIMPEZA (PURO, PUREZA).

  • Inauguração
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    • INAUGURAÇÃO

      Investidura cerimoniosa no cargo; início do funcionamento, com cerimônias solenes, de uma instituição ou dum lugar. A palavra provém do latim inaugurare, mas a palavra portuguesa não mais apresenta o significado original do latim, que era de “adivinhação por augúrio”, isto é, pela leitura de presságios ou de portentos. “Inaugurar”, revestido de seu significado moderno, é, assim, um equivalente apropriado do verbo hebraico hhanákh (forma do nome, hhanukkáh) quando significa “iniciar, dedicar ou consagrar formalmente”. Similarmente, “inaugurar” é uma tradução apropriada do verbo grego egkainízo, que significa primariamente tornar novo, renovar, ou inovar, como pela dedicação. — Veja FESTIVIDADE DA DEDICAÇÃO.

      Quando entrou em vigor o pacto da Lei mosaica, ele foi solenemente iniciado por cerimônias apropriadas de sacrifícios animais, e pela aspersão de sangue sobre o altar, sobre o livro e sobre o povo. O apóstolo Paulo se referiu a este evento como o egkainízo, ou ato de inauguração daquele pacto. — Êxo. 24:4-8; Heb. 9:18-20.

      Pelas palavras de Paulo, “tampouco o pacto anterior foi inaugurado sem sangue” (Heb. 9:18), ele indica que o novo pacto foi similarmente posto em vigor — inaugurado — pela morte, ressurreição e ascensão de Jesus ao céu, para ali apresentar o valor de sua vida humana, e, depois disso, para derramar espírito santo sobre seus discípulos. Jesus Cristo, sendo ressuscitado no espírito, podia realmente entrar no verdadeiro “lugar santo”, os céus da presença de Jeová, e, com seu sacrifício redentor, tornou possível que seus seguidores ungidos entrassem também no céu. Assim, podia-se dizer que ele iniciou, inovou ou inaugurou o caminho para os céus que, depois disso, seria utilizado por outros. — Heb. 10:19, 20.

      Lemos também sobre as cerimônias solenes que envolviam as ofertas feitas pelos maiorais tribais na inauguração do altar do tabernáculo no deserto. (Núm. 7:10, 11, 84-88) Houve uma assembléia especial para a inauguração do templo de Salomão e de seu grande altar sacrificial. — 1 Reis 8:63; 2 Crô. 7:5, 9.

      Quando o templo foi reconstruído sob Zorobabel, depois do exílio babilônico, houve cerimônias solenes de inauguração, em que se sacrificaram centenas de animais. (Esd. 6:16, 17) Mais tarde, os muros em torno da Jerusalém reconstruída foram restaurados, sob a direção de Neemias, e, novamente, realizou-se elaborada festa de inauguração, dois grandes coros de agradecimento participando em louvar a Jeová. — Nee. 12:27-43.

  • Incensário (Porta-lume)
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    • INCENSÁRIO (PORTA-LUME)

      Incensários eram empregados de vários modos, com relação ao serviço no santuário. Havia incensários de ouro que, pelo que parece, serviam como receptáculos para os pedaços de pavio queimados, que eram removidos das lâmpadas do candelabro de ouro. (Êxo. 25:38; 37:23; Núm. 4:9) Os porta-lumes de cobre do altar da oferta queimada evidentemente serviam como cinzeiros ou utensílios para a remoção de brasas do fogo. (Êxo. 27:3; 38:3) Primariamente, usavam-se incensários para queimar incenso. (Lev. 10:1) Cada manhã e entre as duas noitinhas, o sumo sacerdote fazia com que incenso perfumado fumegasse sobre o altar de ouro do incenso. (Êxo. 30:7, 8) Daí, anualmente, no Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava o incensário, sem dúvida o “incensário de ouro” mencionado por Paulo, para dentro do Santíssimo. — Lev. 16:12, 13; Heb. 9:3, 4.

  • Incenso
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    • INCENSO

      Composto de resinas e bálsamos aromáticos que se queima lentamente, desprendendo fragrante aroma. As palavras hebraicas qetóreth e qetohráh provêm da raiz qatár, que significa ‘queimar, fumegar ou defumar, especialmente por queimar madeira ou especiarias fragrantes; oferecer fumaça sacrificial ou transformar sacrifícios em fumaça’. O equivalente nas Escrituras Gregas Cristãs é thumíama, de thumiáo.

      O incenso sagrado prescrito para uso no tabernáculo do deserto era feito de materiais custosos que a congregação contribuiu. (Êxo. 25:1, 2, 6; 35:4, 5, 8, 27-29) Ao dar a fórmula divina para esta mistura quádrupla, Jeová disse a Moisés: “Toma para ti perfumes: gotas de estoraque [ou opobalsameira], e onicha, e gálbano perfumado, e olíbano puro. Deve haver a mesma porção de cada. E tens de fazer disso um incenso, uma mistura aromática, trabalho de fabricante de ungüento, salgado, puro, algo sagrado. E um pouco dele tens de reduzir a pó fino e tens de pôr um pouco

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