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  • Arão
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • recebido Seu perdão por manter válida a designação de Arão como sumo sacerdote. — Êxo. 40:12, 13.

      Depois de ter lealmente apoiado seu irmão- mais moço através de muitas experiências difíceis, e de ter sido recentemente empossado como sumo sacerdote por Moisés, como representante de Deus, Arão tolamente associou-se com sua irmã, Miriã, em criticar Moisés por seu casamento com uma cusita, e em desafiar as relações e a posição ímpares de Moisés com Jeová Deus, afirmando: “É somente por meio de Moisés que Jeová falou? Não falou também por meio de nós?” (Núm. 12:1, 2) Jeová agiu prontamente, trouxe os três diante de si, em frente da tenda de reunião, e castigou fortemente Arão e Miriã por desrespeitarem a designação de Deus. O fato de que apenas Miriã foi afligida de lepra pode apontá-la como instigadora dessa ação, e pode indicar que Arão de novo mostrara fraqueza por ser induzido a juntar-se a ela. Não obstante, se Arão tivesse sido similarmente afligido de lepra, isso invalidaria sua designação como sumo sacerdote, segundo a lei de Deus. (Lev. 21:21-23) Sua correta atitude de coração se manifestou por sua confissão e pedido de desculpas imediatos, devido à tolice de seu ato, e por sua súplica desesperada em prol da intercessão de Moisés em favor da leprosa Miriã. — Núm. 12:10-13.

      Arão de novo teve responsabilidade pelo erro quando ele, junto com Moisés, deixou de santificar e honrar a Deus perante a congregação no incidente que envolvia as provisões de água em Meribá, em Cades. Por tal ação, Deus decretou que nenhum dos dois usufruiria o privilévio de ver a nação entrar na Terra Prometida. — Núm. 20:9-13.

      No primeiro dia do mês de ab, no quadragésimo ano do êxodo, a nação de Israel estava acampada na fronteira de Edom, diante do monte Hor. Em questão de meses atravessariam o Jordão; mas não Arão, com 123 anos. Segundo instruções de Jeová, com todo o acampamento observando, ele e Moisés, e o filho de Arão, Eleazar, subiram ao cume do monte Hor. Ali Arão deixou que seu irmão removesse seus trajes sacerdotais e os colocasse em seu filho e sucessor como sumo sacerdote, Eleazar. Daí Arão morreu. Foi provavelmente sepultado ali por seu irmão e seu filho, e, por quarenta dias, Israel pranteou a sua morte. — Núm. 20:24-29.

      É digno de nota que, em cada um dos três desvios, Arão não apareça como o principal iniciador da ação errada, mas, antes, pareça ter permitido que a pressão das circunstâncias ou a influência de outros o desviasse dum proceder de retidão. Especialmente em sua primeira transgressão, poderia ter aplicado mais plenamente o princípio subentendido na ordem: “Não deves acompanhar a multidão para maus objetivos.” (Êxo. 23:2) Sem embargo, seu nome é posteriormente usado nas Escrituras de modo honroso, e o Filho de Deus, durante sua vida terrestre, reconheceu a legitimidade do sacerdócio arônico. — Sal. 115:10, 12; 118:3; 133:1, 2; 135:19; Mat. 5:17-19; 8:4.

  • Arar (Lavrar)
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    • ARAR (LAVRAR)

      Com o solo endurecido pelo sol quente do verão, era costumeiro adiar a passagem do arado até que as chuvas do outono ou do inverno setentrionais amolecessem o solo. O solo era então arado e semeava-se a semente. Os dias ou épocas mais frios, de tempo incerto ou de nuvens ameaçadoras, não detinham a pessoa máscula de seu trabalho na época de arar a terra, mas o lavrador preguiçoso aproveitava tal desculpa para evitar o trabalho. Seus vizinhos não tinham motivos para condoer-se dele quando não colhia nada, devido à sua preguiça na época de arar. (Pro. 20:4; Ecl. 11:4) Mesmo na época de lavrar a terra, porém, os lavradores israelitas tinham de guardar o sábado. — Êxo. 34:21.

      No mesmo arado não se devia juntar um touro e um jumento, sem dúvida por causa da desigualdade de sua força e passo. (Deut. 22:10) Amiúde, uma junta de bois puxava o arado. (Luc. 14:19; Jó 1:14) Vários homens, cada um com uma junta ou parelha de bois, talvez trabalhassem juntos, arando fileiras paralelas, um atrás do outro. No caso de Eliseu, conforme relatado em 1 Reis 19:19, ele era o décimo segundo e último, de modo que pôde parar sem perturbar outros que o seguiam. Ele deixou o campo e usou seus instrumentos de madeira, de arar, como lenha para oferecer os touros como sacrifício. (1 Reis 19:21) Em The Land and the Book (A Terra e o Livro, p. 144), W. M. Thomson relata que um único homem podia facilmente semear a área lavrada por um grupo de homens.

      USO ILUSTRATIVO

      O trabalho familiar de arar amiúde surge em ilustrações. Quando os filisteus convenceram a esposa de Sansão a conseguir dele uma resposta de seu enigma, Sansão disse que eles haviam ‘lavrado com sua novilha’, isto é, tinham usado para lhes servir alguém que deveria estar servindo a ele. (Juí. 14:15-18) Um rochedo não é lugar para se lavrar, e, como mostra Amós, era igualmente irracional que os líderes de Israel corrompessem a justiça e praticassem a injustiça, e, ainda assim, esperassem derivar benefícios de tal proceder. (Amós 6:12, 13) Oséias 10:11 evidentemente utiliza o arar (uma tarefa muito mais dura para uma novilha do que o trilhar) como representando o trabalho estrênuo ou servil que sobreviria a Judá e Israel, sendo-lhes provavelmente imposto por opressores estrangeiros. O que Judá e Israel precisavam, segundo Jeremias 4:3, 4 e Oséias 10:12, 13, era mudar seu modo de vida, preparando, amainando e purificando seu coração (compare com Lucas 8:5-15), como que por arar e remover os espinhos, de modo que, ao invés de desperdiçar seus esforços e seu trabalho em práticas erradas que só trazem uma colheita ruim, pudessem, ao invés, colher bênçãos divinas.

      A descrição dos métodos ordeiros, objetivos e criteriosos do lavrador para arar, gradar, semear e trilhar é usada em Isaías 28:23-29 a fim de ilustrar os modos de Jeová, que é “maravilhoso no conselho, que tem agido grandiosamente em trabalho eficiente”. Assim como arar e gradar são passos limitados, sendo simplesmente preparatórios da semeadura, assim, também, Jeová não disciplina ou pune para sempre Seu povo, mas o disciplina primariamente para amainá-lo e torná-lo acessível para receber seu conselho e sua orientação, que produzem bênçãos. (Compare com Hebreus 12:4-11.) Assim como a dureza do solo governa a extensão ou a intensidade da lavra, assim também o tipo de grão determina a força e o peso dos instrumentos usados para trilhar o cereal, para eliminar a palha, tudo isso ilustrando a sabedoria de Deus em purificar seu povo e livrá-lo do que é indesejável, variando seu tratamento conforme as necessidades e as circunstâncias. — Compare com Isaías 21:10; 1:25.

      Uma cidade “lavrada como mero campo” significava uma cidade completamente transtornada e deixada deserta. (Jer. 26:18; Miq. 3:12) Falar Israel daqueles que haviam ‘arado sobre as minhas próprias costas, prolongando os seus sulcos’, descreve, evidentemente, os sofrimentos daquela nação sob seus muitos inimigos, que de forma incessante e cruel a pisotearam e maltrataram, à medida que Israel tornava suas costas “como a terra . . . para os que [a] atravessam”. (Sal. 129:1-3; Isa. 51:23; compare com Salmo 66:12.) Na profecia de restauração, em Amós 9:13-15, mostra-se que a benção de Jeová sobre seu povo o torna como um campo fértil, com uma produção tão abundante que a colheita ainda está em andamento quando chega a época de se arar para a próxima estação. — Compare com Levítico 26:5.

      Assim como Jesus disse que seus discípulos deviam aceitar alimento, bebida e abrigo daqueles a quem serviam, visto que “o trabalhador é digno de seu salário”, assim também o apóstolo Paulo sustentou o direito de aqueles que trabalhavam no ministério cristão receberem apoio material de outros, assim como o homem que ara o faz na esperança legítima de ser partícipe da colheita para a qual contribuiu. Todavia, Paulo, pessoal e voluntariamente, preferiu não utilizar tal direito de abster-se do trabalho secular, de modo a fornecer “as boas novas sem custo” àqueles a quem ele ministrava. — Luc. 10:7; 1 Cor. 9:3-10, 15, 17, 18.

  • Ararate
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    • ARARATE

      [terra santa, altiplanos]

      O nome aplicado a uma região e também à cadeia montanhosa no que é agora a Turquia oriental, perto das fronteiras do Irã e da U.R.S.S.

      Após o dilúvio, a arca de Noé pousou sobre os “montes de Ararate”. (Gên. 8:4) No reinado do Rei Ezequias, foi para a “terra de Ararate” que os filhos de Senaqueribe — Adramaleque e Sarezer — fugiram, depois de assassinarem seu pai. ( 2 Reis 19:37; Isa. 37:38) Jeremias predisse que Ararate se situaria entre os “reinos” a subir contra Babilônia no tempo da destruição dela, no sexto século A.E.C. (Jer. 51:27) Estas últimas referências bíblicas indicam uma terra ao N da Assíria. Eusébio e Jerônimo, e a maioria dos outros primitivos escritores cristãos, consideravam Ararate como equivalente da Armênia, e as traduções Septuaginta e Vulgata assim a representam. Numerosas inscrições assírias, dos reinados de Assurnazirpal n, Salmaneser, Tiglate-Pileser III, e Sargão, no nono e oitavo séculos A.E.C. fazem referência a Ararate como “Urartu”. Uma inscrição de Esar-Hadom, outro filho de Senaqueribe e sucessor no trono assírio, afirma que derrotou os exércitos de seus irmãos parricidas em Hanigalbat, na área da Armênia. À base de tais inscrições, e da associação, feita por Jeremias, de Ararate com os reinos de Mini e Asquenaz, parece que a terra de Ararate se situava na região montanhosa do lago Van, na antiga Armênia, com os mananciais do rio Tigre ao S e os montes Cáucaso ao N.

      O nome Ararate é especificamente aplicado ao monte culminante desta região, e é o lugar tradicional de repouso da arca de Noé. Há dois picos cônicos, distantes cerca de 11 km um do outro, e separados por profunda depressão. O mais alto destes picos ascende a uns 5.165 m acima do nível do mar, e é coberto de neve perpétua nos últimos 914 m até o seu cume. O pico menor, a SE, tem 3.913 m acima do nível do mar. O pico mais elevado é especialmente difícil de escalar, e foi primeiramente escalado por Parrot, em 1829. Muitos nomes de lugares da região fazem lembrar o relato bíblico. O próprio monte Ararate é chamado pelos turcos de Aghri Dagh (Monte da Arca), e pelos persas de Kuhi-Nuh (Monte de Noé). — Veja Arca.

  • Araúna
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    • ARAÚNA

      [significado incerto]

      O proprietário jebuseu da eira comprada pelo Rei Davi para ali edificar um altar a Jeová. Tal medida foi o meio divinamente indicado para terminar um flagelo provocado pela contagem do povo, feita por Davi. — 2 Sam. 24:16-25;  1 Crô. 21:15-28.

      Araúna, pelo que parece, ofereceu tal local, junto com o gado e a lenha para o sacrifício, sem cobrar nada, mas Davi insistiu em pagar algo. O registro em  2 Samuel 24:24 mostra que Davi comprou a eira e o gado por cinquenta siclos de prata. No entanto, o relato em  1 Crônicas 21:25 fala de Davi ter pago 600 siclos de ouro pelo local. O escritor de Segundo Samuel lida apenas com a compra, conforme ela se relaciona com a localização do altar e os materiais para o sacrifício então feito, e, assim, parece que o preço de compra mencionado por ele se restringia a tais coisas. Por outro lado, o escritor de Primeiro Crônicas considera os assuntos segundo relacionados com o templo

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