BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Festividades alegres
    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • em geral. Este último evento é entendido como acontecendo no outono (setentrional) de 36 E.C. (Atos, caps. 8 e 10) Os dois pães antitípicos foram completados durante estes últimos 19 séculos. Os fatos mostram que alguns foram acrescentados nos últimos tempos, para fazerem parte dos “pães”, tendo sido prefigurados por Rute, a moabita e ancestral de Jesus Cristo, e pela Rainha Ester, prima do judeu Mordecai, que se tornou primeiro ministro do Império Persa. — Veja o livro Preservação, publicado em inglês no ano de 1932, reproduzindo a matéria duma série de artigos publicados nos números da Sentinela de 1931 e 1932, em inglês.

      17. (a) O processo do preenchimento do número de membros dos dois pães simbólicos tem sido motivo de que por parte dos celebrantes da festividade? (b) Por que motivo são os que constituem os pães simbólicos uma espécie de “primícias”?

      17 O preenchimento do número de membros dos dois antitípicos pães pentecostais, durante os agora já mais de dezenove séculos, tem sido motivo de grande alegria por parte dos israelitas espirituais que celebram a antitípica festividade das semanas. Assim como os dois pães típicos representavam as primícias do mês de colheita, sivã, assim os que constituem os pães antitípicos são primícias para Jeová Deus por meio de Jesus Cristo, visto que têm precedência aos demais do mundo da humanidade, obtendo uma herança celestial como os primeiros beneficiados pelo sacrifício do “Cordeiro de Deus”. — Tia. 1:18; Rev. 14:4.

      FESTIVIDADE DAS BARRACAS

      18. Como se chamava a última festividade do ano sagrado judaico, quando era celebrada e quem participava nela?

      18 A última grande festividade do ano sagrado judaico ocorria no sétimo mês, o mês de etanim ou tisri. (1 Reis 8:2) Em certos sentidos, ela era notável. Com mais freqüência era chamada de festividade das barracas, mas por duas vezes é chamada de festividade do recolhimento. (Êxo. 23:16; 34:22) Por exemplo, Êxodo 23:16, 17, declara: “Também a festividade da colheita dos primeiros frutos maduros dos teus trabalhos, daquilo que semeias no campo; e a festividade do recolhimento, à saída do ano, quando recolheres dos campos os teus trabalhos. Três vezes por ano, todo macho teu comparecerá perante a face do verdadeiro Senhor Jeová”. Também Êxodo 34:22 fala sobre “a festividade do recolhimento na volta do ano”. Deuteronômio 16:13-15 menciona-a como sendo a festividade das barracas, dizendo: “Deves celebrar para ti a festividade das barracas por sete dias, quando fizeres o recolhimento da tua eira e do teu lagar de azeite e vinho. E tens de alegrar-te durante a tua festividade, tu e teu filho, e tua filha, e teu escravo, e tua escrava, e o levita, e o residente forasteiro, e o menino órfão de pai, e a viúva, que estão dentro dos teus portões. Por sete dias celebrarás a festividade para Jeová, teu Deus, no lugar que Jeová escolher, porque Jeová, teu Deus, te abençoará em todos os teus produtos e em todo ato da tua mão, e tens de ficar de todo alegre.”

      19. (a) Pela maneira em que era celebrada, por que era esta festividade fiel ao seu nome? (b) Por que era muito favorável para os celebrantes o tempo em que era celebrada?

      19 Na maior parte, esta festividade é chamada de “festividade das barracas”. Durante os seus sete dias, os judeus reunidos em Jerusalém moravam em barracas ou tabernáculos, de acordo com o nome da celebração. Ela começava cinco dias após o dia da Expiação, que ocorria anualmente em 10 de tisri, sendo que por ele a nação de Israel era restabelecida numa relação pacífica com Jeová Deus. De modo que a festividade das barracas começava numa época bem propícia, e durava de 15 a 21 de tisri, um número completo de dias.

      20. Segundo registros históricos além dos da Bíblia, o que fazia um sacerdote cada manhã da festividade?

      20 Ela não tinha igual na alegria que a destacava. Segundo registros históricos, ao amanhecer de cada dia festivo, um sacerdote tomava um jarro de ouro com capacidade para três medidas de logue, ou cerca de um litro, e descia de Jerusalém até o que veio a ser chamado de reservatório de água de Siloé. Aqueles dos nossos leitores que visitaram a Jerusalém atual talvez se lembrem de que, quando saíram da cidade pelo Portão do Estrume, no canto sudeste, desceram ao que era chamado de Fonte da Virgem ou Fonte de Giom. Partindo desta fonte, o Rei Ezequias escavou um túnel, durante a ameaça duma invasão assíria. Os visitantes corajosos devem lembrar-se de que, depois de tatearem seu caminho através da escuridão deste túnel, por algum tempo, saíram no reservatório de água de Siloé.

      21. (a) Como ia o sacerdote ao reservatório de água de Siloé e o que fazia com a água de Siloé? (b) A alegria daquela ocasião lembrava aos judeus que palavras da profecia de Isaías?

      21 O sacerdote com o jarro de ouro descia ao reservatório de água de Siloé não através do túnel de Ezequias, mas à cabeceira duma grande procissão, que incluía uma banda de música. Depois de encher o jarro com água, o sacerdote voltava a cidade, subindo ao pátio onde ficava o altar de sacrifícios, de Jeová. Na parte sul do altar instalaram-se duas bacias, cada uma com um furo no fundo. A bacia no canto sudoeste do altar destinava-se à água do reservatório de Siloé. Quando o sacerdote derramava a água, esta escorria para a base do altar. Nesta ocasião, os judeus espectadores rejubilavam grandemente. Talvez lembrasse aos celebrantes alegres o capítulo 12 de Isaías, que descreve o prazer dos israelitas ao serem libertos do exílio em Babilônia, em 537 A.E.C. Isaías 12:3 diz: “Com exultação haveis de tirar água dos mananciais de salvação.”

      22. (a) De que modo era Jeová a Fonte da água da salvação para os antepassados dos celebrantes Judaicos? (b) Como se descrevia a alegria com o derramamento da água de Siloé?

      22 Jeová Deus foi a Fonte celestial de sua salvação. Foi Ele quem libertou os antepassados deles dos 70 anos de exílio na Babilônia pagã, onde haviam estado sedentos da salvação que viria após a derrubada de Babilônia em 539 A.E.C. (Isa. 44:28 a 45:7; Jer. 2:13) A lembrança desta libertação era uma das causas de alegria durante a festividade das barracas. Um antigo provérbio judaico dizia: ‘Quem nunca viu a alegria por causa do derramamento da água de Siloé nunca na vida viu o que é alegria.’

  • Iluminação festiva
    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • Iluminação festiva

      1. Como recebia Jerusalém uma iluminação especial durante a festividade das barracas, e como agiam os judeus sob esta iluminação?

      A FESTIVIDADE das barracas era ocasião duma iluminação especial da “cidade do grande Rei”, Jeová. (Mat. 5:35) Cada noite, no templo de Herodes, no Pátio das Mulheres, que ficava ao leste do altar, havia um espetáculo inusitado. Ali eram instalados quatro candelabros gigantescos. Cada um deles tinha quatro grandes bacias. Para encher as bacias com óleo combustível era preciso usar escadas. Vestimentas descartadas dos sacerdotes eram usadas como mechas para as bacias de óleo. A luz provida por estas 16 bacias de óleo em combustão era bastante forte para iluminar toda a Jerusalém, à noite. Debaixo desta iluminação magnífica, os homens israelitas, no Pátio das Mulheres, costumavam dançar e fazer acrobacias, ao passo que as mulheres presenciavam o espetáculo desde a sua varanda. Cantores entoavam os 15 Salmos de Subida ao acompanhamento musical dos levitas. Esta alegria continuava até o amanhecer.

      2. Onde ficavam os gentios que assistiam à festividade, nesta ocasião?

      2 Os gentios incircuncisos que assistiam à festividade ficavam restritos ao Pátio dos Gentios, separado do Pátio de Israel pela barreira de pedra e pelo Pátio Externo. — Veja Atos 21:28, 29, como ilustração das restrições impostas aos gentios no templo.

      3, 4. (a) Como foi Jesus assistir à festividade no outono de 32 E.C., e o que disse ele ali, que poderia lembrar aos judeus a água de Siloé? (b) Segundo João 7:39, a que se referia ali Jesus?

      3 Em vista dos aspectos destacados que se adicionaram à celebração da festividade das barracas, podemos apreciar algumas observações pertinentes de Jesus Cristo nesta festividade. Celebrou esta festividade pela última vez no outono de 32 E.C. Visto que certos judeus em Jerusalém procuravam matá-lo, Jesus partiu sozinho da Galiléia e subiu discretamente para a festividade. Mais ou menos no meio dela, lá pelo dia 18 de tisri, ele se apresentou abertamente e começou a ensinar o povo, as multidões de celebrantes no templo.

      4 O último dia da festividade, 21 de tisri, era chamado de “grande dia da festividade”. Naquele dia, Jesus provavelmente lembrou ao povo o derramamento da água de Siloé, quando disse: “Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. Quem depositar fé em mim, assim como disse a Escritura: ‘Do seu mais íntimo manarão correntes de água viva.’” O apóstolo João fez o seguinte comentário sobre o que Jesus disse: “No entanto, ele disse isso com respeito ao espírito que os que depositavam sua fé nele estavam para receber; pois, por enquanto ainda não havia espírito, porque Jesus ainda não havia sido glorificado.” — João 7:37-39.

      5. Quando começaram a cumprir-se estas maravilhosas palavras, e como?

      5 Essas maravilhosas palavras começaram a cumprir-se no dia de Pentecostes do ano seguinte, quando cerca de 120 discípulos, reunidos num sobrado em Jerusalém, receberam o derramamento do espírito santo Deles, de fato, passaram a manar correntes de água viva, quando falaram, em muitas línguas dadas milagrosamente, sobre “as coisas magníficas de Deus” a milhares de judeus espantados, que se haviam reunido para presenciar o espetáculo. — Atos 2:1-41.

      6. No último dia festivo, o que disse Jesus que talvez lembrasse aos seus discípulos a iluminação, especial do tempo?

      6 No sétimo e último dia da festividade das barracas, Jesus fez um comentário adicional, que pode ter lembrado aos seus

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar