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  • A água que bebe
    Despertai! — 1976 | 22 de junho
    • não raro, estão bem além da capacidade do sistema purificador da natureza. Em resultado, a autopurificação, afirma Preventive Medicine and Public Health (Medicina Preventiva e Saúde Pública) tornou-se “no máximo, uma meia-verdade e, no passado, foi com freqüência usada para justificar a aceitação de águas inseguras”. Agora, quase todas as comunidades nos países desenvolvidos tratam a água de alguma forma, antes de usá-la.

      Ao fazê-lo, seus métodos amiúde seguem a orientação da natureza. Assim, a aeração é usualmente o primeiro passo dum sistema típico de tratamento. Submete-se a água à pulverização, ao cascateamento ou a bolhas de ar, de modo a absorver o máximo possível de oxigênio purificador. Daí, adicionam-se-lhe certas substâncias químicas que provocam a “floculação” das impurezas e bactérias. Este processo de coagulação acelera o depósito natural, que é completado durante a sedimentação. Daí vem a filtração, usualmente através de filtros de areia, para se remover os flocos remanescentes e a maioria das outras impurezas. Por fim, a desinfecção mata a maioria dos organismos vivos restantes, usualmente por meio do cloro.

      Problemas de Tratamento da Água

      Imaginaria que o processo precedente fosse suficiente para remover tudo que houvesse de perigoso da água que bebe. Mas, recentes testes feitos pela Agência de Proteção ao Meio Ambiente (sigla EPA) dos EUA indicam que pequenas doses de numerosos compostos químicos chegam às torneiras, em algumas cidades. Alguns destes compostos provocam o câncer, segundo se sabe. A ironia disto é que se diz que vários deles são compostos do próprio cloro que é acrescentado às águas para torná-las seguras!

      Alguns médicos até apresentam evidência de que o cloro pode ajudar a provocar o aumento do colesterol nos vasos sanguíneos humanos que, segundo afirmado, provoca ataques cardíacos e apoplexia. Joseph N. Price, doutor em medicina, assevera em seu livro Coronaries/Cholesterol/Chlorine (Coronárias/ Colesterol/Cloro) que é “um dos maiores paradoxos da história registrada” que certa medida de saúde pública, responsável pela salvação de tantas vidas, “deva ser também insuspeitamente responsável por muitos dos distúrbios crônicos na vida posterior”.

      Embora tais conclusões sejam questionadas, centenas de cidades na Europa, Rússia, Canadá e Japão preferem métodos alternativos para tratar sua água. Nice, em França, por exemplo, tem usado o ozônio, ao invés do cloro, por mais de sessenta anos; Paris, desde 1968. O ozônio é uma forma instável de oxigênio que reage com a água num frenesi químico, oxidando as impurezas rapidamente e não deixando nenhum resíduo de ozônio.

      Outros advogam os grânulos ativados de carvão em lugar, ou em adição, aos convencionais filtros de areia. O carvão ativado possui ímpar “aderência” química que “absorve” as impurezas. Diz-se que apenas 450 gramas expõem mais de trezentos e setenta mil metros quadrados de superfície de carvão ativado para remover as impurezas. Agora, muitos ambientalistas dos EUA exercem crescentes pressões para impor a adoção de tais alternativas.

      Água Como Remédio

      Devem os cidadãos ficar sujeitos a tratamento médico em massa devido à sua água potável? Essa questão ainda inflama os oponentes da fluoração, muito embora quase a metade da população dos EUA agora beba água fluorada. Alegadamente, as crianças que bebem água tratada só apresentam a metade ou um terço do número comum de cáries dentárias.

      Os oponentes, porém, citam que a maioria das pessoas não tiram proveito, visto que, admitidamente, isso só ajuda os jovens. Ademais, argumentam, visto que alguns bebem mais água do que outros, tendem a sofrer maior exposição a quaisquer perigos potenciais, que alegadamente incluem o mongolismo, o câncer e uma vida encurtada. Embora a maioria das autoridades médicas não levem em conta tais acusações, os que se opõem à fluoração afirmam que devem ser livres para decidir.

      Alguns recorrem à água “mineral” para obter segurança. No entanto, estudos recentes indicam que até mesmo algumas águas engarrafadas não podem ser tidas como seguras. Certo médico, escrevendo no anual Cardiovascular Review (Panorama Cardiovascular) do Medical World News (Notícias Médicas Mundiais), sugere que se ferva sua água potável para eliminar qualquer cloro livre. Mas, até mesmo a fervura não eliminará, necessariamente, outros compostos prejudiciais.

      Conceito Equilibrado

      Assim, é sábio nutrirmos um conceito equilibrado da água que bebemos. É limitado o que podemos fazer para assegurar sua pureza. O ar que respiramos é bastante poluído para encurtar a vida, em algumas localidades, mas as máscaras contra-gases são impraticáveis.

      Assim, ao invés de permitirmos que tais situações distorçam nossa perspectiva na vida, devemos ver nelas a prova de que os sistemas humanos falham quando não operam em harmonia com os maravilhosos sistemas naturais da terra. Ao mesmo tempo, porém, podemos ter confiança de que o Arquiteto destes sistemas naturais em breve se certificará de que operem de acordo com seu propósito, quando “arruinar os que arruínam a terra” e suas águas. — Rev. 11:18.

      Daí, as águas da terra sustentarão a vida sem jamais provocarem dor, doença ou morte. Apropriadamente, a provisão de vida eterna na terra, da parte de Deus, naquele tempo, é representada como um “rio de água da vida, límpido como cristal”. “Quem tem sede, venha; quem quiser, tome de graça a água da vida.” — Rev. 21:1-5; 22:1, 17.

  • Como responde quando suas crenças são questionadas?
    Despertai! — 1976 | 22 de junho
    • Como responde quando suas crenças são questionadas?

      “HÁ DUAS coisas que não se discute: religião e política”, é a resposta de muitas pessoas quando surgem tais assuntos. Sabem que disso resultam discussões desagradáveis e até mesmo a perda de amigos. Assim, evitam tais assuntos.

      Sem dúvida, também possui suas próprias convicções sobre tais assuntos — e talvez ache que está certo. É provável que não considere que suas crenças devam, ou possam, mudar. E, se suas convicções forem impopulares ou mal-interpretadas, sabe que despertam fortes emoções quando fala sobre elas.

      Por outro lado, responder quando suas crenças são questionadas amiúde pode ser mutuamente proveitoso. A palestra franca talvez remova barreiras infundadas e abra as mentes de outros para novas idéias que possam verdadeiramente beneficiá-los. No entanto, o modo como responde àqueles que discordam do leitor

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