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Quando toca em Ciência, a Bíblia é científicaDespertai! — 1982 | 22 de março
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Quando toca em Ciência, a Bíblia é científica
“No princípio Deus criou os céus e a terra.” — Gên. 1:1. O livro “God and the Astronomers” [Deus e os Astrônomos], página 14, diz: “Vemos agora como a evidência astronômica conduz a um conceito bíblico sobre a origem do mundo.”
“Ele . . . suspende a terra sobre o nada.” — Jó 26:7. Os egípcios diziam que era sustentada por pilares; os gregos diziam que era por Atlas; outros diziam que era sustentada por um elefante em pé numa tartaruga que nadava num oceano cósmico. Mas o livro de Jó, do século 15 A.E.C., estava cientificamente correto.
No oitavo século A.E.C. Isaías escreveu que Jeová “mora acima do círculo da terra”. O hebraico “hhug”, traduzido “círculo”, pode também significar “esfera”, conforme mostra a “Concordância” de Davidson e os “Estudos das Palavras do Velho Testamento”, de Wilson [ambos em inglês]. Assim, a tradução de Isaías 40:22 do Pontifício Instituto Bíblico reza: “Aquele que está sentado sobre o globo da terra.”
A Bíblia declara: “Estrela difere de estrela em glória.” A ciência sabe agora que existem estrelas azuis, amarelas, estrelas anãs brancas e muitas outras diferenças. — 1 Cor. 15:41.
Séculos antes de os naturalistas estarem a par da migração, Jeremias escreveu (sétimo século A.E.C.): “Até a cegonha conhece no céu a sua estação; a rola, a andorinha e o grou conhecem o tempo da sua migração.” — Jer. 8:7, “PIB”.
Mil anos antes de Cristo, Salomão escreveu a respeito da circulação do sangue, em linguagem figurada. (Ecl. 12:6) A ciência médica não conhecia o assunto até o século 15 depois de Cristo, quando foram feitos os estudos do Dr. Harvey.
A lei mosaica (século 16 A.E.C.) refletia conhecimento da existência de germes nocivos milhares de anos antes de Pasteur. A lei continha preceitos para proteção contra o contágio. — Lev. caps. 13, 14.
Em 1907 a ciência médica descobriu que os roedores causam epidemia. Durante uma epidemia, 1 Samuel 6:5 referiu-se a “ratos que devastam o país”. (“PIB”) Isto foi no século 11 A.E.C.
O relato da criação em Gênesis é biologia exata — confirmada pela documentação dos fósseis e pela genética moderna — quando diz que cada espécie de família se reproduziria “segundo a sua espécie”. — Gên. 1:12, 21, 25.
“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; . . . tem recolhido seus alimentos na própria colheita.” (Pro. 6:6-8) Os críticos escarneciam dizendo que nenhuma formiga faz isso, mas em 1871 um naturalista britânico descobriu formigas que mantinham celeiros. São chamadas de formigas-ceifeiras. A Bíblia já sabia a respeito delas centenas de anos antes de Cristo.
O esquema genético no óvulo humano fecundado contém programas para todas as partes do corpo, antes de haver qualquer indício da presença delas. Compare com o Salmo 139:16: “Teus olhos [de Jeová] viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.”
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A opção: futuro nenhum ou futuro brilhanteDespertai! — 1982 | 22 de março
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A opção: futuro nenhum ou futuro brilhante
ANTES DE SE DECIDIR, INFORME-SE!
A VERDADE QUE MUITOS NÃO QUEREM ENCARAR: TER ESPERANÇA EM DEUS OU DESISTIR DE QUALQUER ESPERANÇA
OS CIENTISTAS predizem que o universo em expansão vai ficar sem energia, vai escurecer e acabar com toda a vida. Ou que vai entrar em colapso por si mesmo e acabar com toda a vida. O cientista Peacocke diz: “Deste modo a ciência falha em responder ‘a derradeira pergunta sobre a esperança’.” “Suscita perguntas a respeito do derradeiro significado da vida humana num universo que eventualmente com certeza a obliterará.”
Se atribuirmos à evolução a nossa presença aqui, se eliminarmos a Deus e a Bíblia e as restrições morais, eliminamos também qualquer objetivo e significado que a nossa vida possa ter tido. Tornamo-nos irmãos de formigas e de elefantes, de vermes e de ervas rasteiras, de baratas e de gatos. De que importância são as formigas? Ou as ervas rasteiras? Ou os homens?
Os evolucionistas, tendo nos despojado de significado, sentem a pressão de fazer com que tenhamos significado. Muitos concluem seus livros com sermões fracos a respeito da glória que temos em ser um degrau na escada evolucionária que daqui a milhões de anos alçará nossos descendentes a um soberbo pináculo de grandeza.
O Filosofar Vazio dos Evolucionistas
O professor Millikan teatraliza ao falar do “tremendo apelo emocional” que o homem pode derivar de participar na escalada evolucionária em direção a futuras alturas. O geneticista Herman Muller treme diante do armagedom biológico com que as mutações nos ameaçam, mas ainda pensa que elas nos evoluirão a “não-sonhadas alturas”. O valor de uma idéia se vê com o tempo, mas parece que ele não quer comprovar a teoria que advoga, desejando mutações para si mesmo. Dobzhansky diz que os empenhos do homem para evoluir conferem esperança, dignidade e significado à vida e conclui: “Assim, repito, a evolução confere esperança.”
Tal conversa vazia não conforta a ninguém. Sullivan, em “Limitations of Science” [Limitações da Ciência] diz corretamente: “Nossos impulsos religiosos não podem ser satisfeitos com nada que seja menos do que a crença de que a vida tem um significado transcendental.” (Pp. 149, 150) Se nosso destino final é o esquecimento eterno, neste caso nada realmente importa. E se este é também o destino final para a nossa hipotética grande descendência daqui a milhões de anos, a sua existência é sem significação. Por seu filosofar vazio os evolucionistas andam tateando em busca da ainda inerente necessidade de Deus. Forjam novos sustentáculos para substituir os sustentáculos religiosos que descartaram. Recusam-se a encarar esta verdade: ter esperança em Deus ou então desistir de qualquer esperança.
A Esperança Bíblica
Em contraste, qual a esperança dada por Deus? Ele fez a terra para durar eternamente para ser um paraíso eterno, para ser habitada eternamente por criaturas humanas obedientes. (Ecl. 1:4; Isa. 45:18) As pessoas não fabricam bons relógios, belos edifícios, encantadores jardins, simplesmente para depois destruí-los. Tampouco será derrotado o propósito de Jeová Deus em criar a terra e toda a vida existente nela. Ele diz: “Eu . . . planejei-o e o hei de realizar.” — Isa. 46:11, “Pontifício Instituto Bíblico”.
Sua preocupação para com a terra é demonstrada pelo seu decreto a respeito de homens que agora a poluem, que é “arruinar os que arruínam a terra”. (Rev. 11:18) O reino de Deus sob Cristo Jesus tornará realidade as condições descritas em Revelação 21:3, 4: “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles . . . E enxugará dos seus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.”
A “esperança” evolucionária é desesperançada. É esquecimento eterno. A esperança bíblica é de um futuro brilhante de vida eterna numa terra paradísica. Cada um faz a sua própria escolha. Antes de fazer a sua, informe-se cabalmente.
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A questão atual: deve ser concedido à criação um tempo igual ao concedido àDespertai! — 1982 | 22 de março
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A questão atual: deve ser concedido à criação um tempo igual ao concedido à evolução, nas aulas de ciência?
UM PONTO DE VISTA BÍBLICO
MESMO AS DENOMINAÇÕES RELIGIOSAS ESTÃO EM DESACORDO
OS CRISTÃOS fundamentalistas nos Estados Unidos fazem campanha para que “o criacionismo científico” seja ensinado além da evolução nas aulas de ciência nas escolas públicas. Certo informe diz que chega a 40 o número de legislaturas estaduais que estudaram projetos que exigiam isso. O Estado de Arkansas promulgou essa lei. O assunto tem sido debatido nos tribunais. Foram introduzidas mudanças nos compêndios. O assunto também está em debate no Canadá.
Muitos pais cristãos acham que seus filhos estão sob ataque. O alvo, a fé de seus filhos. O local de ataque, a sala de aula. Os atacantes, os evolucionistas. A munição, asserções — não ciência. A técnica, intimidação e lavagem cerebral. O resultado, a perda de valores.
Os evolucionistas discordam dessas declarações, especialmente da última. O historiador H. G. Wells não discordou. Em seu “Outline of History” [O Perfil da História], páginas 956, 957, ele referiu-se ao livro de Darwin “A Origem das Espécies” e disse: “Seguiu-se verdadeira desmoralização . . . Houve verdadeira perda de fé após 1859. O verdadeiro ouro da religião em muitos casos foi lançado fora junto com a bolsa puída que o continha por tanto tempo, e não foi recuperado.”
Descontrolado Colapso na Moral
Atualmente o colapso moral é muito pior, e piora a cada dia. O sexo pré-marital, a gravidez pré-marital, o controle da natalidade por meio de aborto, o homossexualismo — vale tudo. ‘Faça o que quiser, qualquer coisa que lhe parece certo’, é a atitude prevalecente. Contudo, “há caminhos que parecem retos, mas afinal são caminhos para a morte”. — Pro. 16:25, “A Bíblia de Jerusalém”.
As respostas dadas pelos grupos religiosos à questão sobre ensinar a criação nas salas de aula não são uniformes. Alguns dizem que deveria ser ensinada, outros dizem que não, e amiúde até há desacordo entre o mesmo grupo religioso. Os que se opõem dizem que viola o princípio da separação entre a Igreja e o Estado, os que são favoráveis protestam dizendo que seus impostos agora estão sendo usados para ensinar a evolução atéia. O assunto tornou-se político.
Como encaram tudo isso as Testemunhas de Jeová? Não se empenham na política mundana mas contam com o reino de Jeová sob Cristo como a solução para o vasto rol de problemas que agora confrontam a humanidade. (João 18:36) Pregam ativamente o reino de Deus qual única esperança — cuja pregação inclui o relato da criação em Gênesis.
Representantes das Testemunhas de Jeová muitas vezes são convidados para falar a respeito de sua organização, nas salas de aula. Essas palestras incluem matéria sobre a criação. Alguns professores até mesmo tem usado o seu livro intitulado “Veio o Homem a Existir por Evolução ou por Criação?”, para consideração nas salas de aula.
Os Pais Ensinam a Seus Filhos
Os filhos das Testemunhas de Jeová amiúde discutem sobre a criação quando o professor fala a respeito da evolução. São capazes disso porque o assunto lhes foi ensinado em casa. Esses pais ensinam a seus filhos a respeito das origens, em vez de deixar tal instrução a cargo de instrutores seculares ou de professores de escola dominical.
Assim, as Testemunhas de Jeová cumprem a responsabilidade bíblica imposta aos pais: “Pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” Também, “tens de inculcá-las a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada e ao deitar-te e ao levantar-te”. — Efé. 6:4, Deut. 6:6, 7
As Testemunhas de Jeová e seus filhos não depositam nenhuma crença nas filosofias evolucionárias, mas reconhecem Jeová qual ‘Criador do céu e da terra e Aquele que dá vida a todas as pessoas’. — Isa. 42:5.
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