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  • A multiplicação dos bens do Rei
    Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
    • e gerados pelo espírito, andariam no nome de seu Deus e reconheceriam apenas o nome de testemunhas de Jeová. — Miquéias 4:5.

      64. Por que se reconhecem como testemunhas cristãs de Jeová?

      64 Visto que houve também testemunhas do único Deus vivente e verdadeiro antes da primeira vinda do Senhor Jesus Cristo, reconhecem-se como sendo testemunhas cristãs de Jeová. — Isaías 43:10-12; 44:8; Hebreus 11:1 a 12:1. Veja também The Watch Tower de 15 de setembro de 1931, páginas 278, 279.

  • Ajuste de contas com os escravos atuais
    Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
    • Capítulo 13

      Ajuste de contas com os escravos atuais

      1, 2. (a) O que deu aos do restante dos “escravos” de Cristo levarem o nome divino, e quem era a fonte disso? (b) Que menção se faz desta alegria na parábola dos “talentos”?

      LEVAREM o nome divino a partir do ano de 1931 deu nova alegria aos do restante dos “escravos” do Senhor Jesus Cristo ainda na terra. Sua alegria procedeu da mesma fonte da qual seu Senhor e Dono obteve a alegria dele, a saber, de Jeová Deus. O Senhor Jesus Cristo referiu-se a esta alegria sua quando ajustou as contas com seus escravos, no cumprimento da parábola dos “talentos”. Observamos isso em Mateus 25:20-23, onde lemos:

      2 “Apresentou-se então o que recebera cinco talentos e trouxe cinco talentos adicionais, dizendo: ‘Amo, confiaste-me cinco talentos; eis que ganhei mais cinco talentos.’ Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel em poucas coisas. Designar-te-ei sobre muitas coisas. Entra na alegria do teu amo.’ A seguir, apresentou-se aquele que recebera dois talentos e disse: ‘Amo, confiaste-me dois talentos; eis que ganhei mais dois talentos.’ Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel em poucas coisas. Designar-te-ei sobre muitas coisas. Entra na alegria do teu amo.’”

      3, 4. (a) São os três “escravos” representativos de pessoas, ou de que? (b) Como argumenta o ajuste de contas com o que é representado pelos “escravos” no cumprimento da parábola, a favor do significado correto de parusia?

      3 Este ajuste de contas com os escravos certamente exigiu tempo e atenção. Por isso, representa um período de presença ou parusia da parte do Amo celestial, Jesus Cristo, em cumprimento da parábola, nos seus aspectos finais. (Mateus 24:3) Não nos esqueçamos de que os três escravos na parábola representavam classes e que estas classes são compostas de pessoas. Requer mais tempo e atenção lidar com uma classe ou um grupo do que com uma única pessoa. No caso duma classe ou dum grupo, é preciso tratar com cada membro dele. O apóstolo Paulo escreveu em Romanos 14:9, 10:

      4 “Pois, para este fim morreu Cristo e passou a vive novamente, para que fosse Senhor tanto sobre morto’ como sobre viventes. . . . Porque nós todos ficaremos postados diante da cadeira de juiz de Deus.”

      5. (a) Em lugar de quem julga Jesus Cristo ao julgar os vivos e os mortos? (b) O que precisavam fazer com respeito a recompensa os das classes representadas pelos “escravos” que morreram antes da parusia de Cristo?

      5 No cumprimento da parábola dos “talentos”, o Senhor Jesus Cristo julga em lugar de Jeová Deus. Nem todos os seus “escravos” aos quais confiou “talentos” estão vivos na carne aqui na terra, neste século vinte. Por exemplo, os do primeiro século, durante os dias dos doze apóstolos, até João, quem recebeu a Revelação (Apocalipse), morreram há muito tempo atrás, adormecendo na morte e aguardando a parusia de seu Senhor e Dono celestial quando receberiam a recompensa dele, como justo Juiz. Assim como o apóstolo Paulo, pouco antes de seu martírio, escreveu a Timóteo, seu companheiro missionário: “Tenho travado a luta excelente, tenho corrido até o fim da carreira, tenho observado a fé. Doravante me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, o justo juiz, me dará como recompensa naquele dia, contudo, não somente a mim, mas também a todos os que amaram a sua manifestação.” (2 Timóteo 4:7, 8) Sim, de fato, o apóstolo Paulo

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