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  • Tiro — cidade traiçoeira
    A Sentinela — 1976 | 15 de novembro
    • indício de quão cabal e eficaz foi o sítio babilônico. Em vista da descrição profética contida no livro de Ezequiel, porém, ficamos sabendo que Tiro sofreu grande perda de vidas e propriedades. (Eze. 26:7-12) Evidentemente, porém, os babilônios não receberam “salário” pelos seus esforços estrênuos, visto que não obtiveram o que esperavam. Quaisquer despojos que conseguiram devem ter sido muito inferiores às suas expectativas. Talvez fosse assim porque só a cidade continental sofreu calamidade, ao passo que a cidade insular, a pouca distância da costa, escapou ilesa.

      Há indícios de que Tiro se restabeleceu do golpe sofrido da parte dos babilônios. Quando os israelitas retornaram do exílio babilônico para Judá e Jerusalém, os tírios forneceram madeira de cedro-do-líbano para a reconstrução do templo de Jeová em Jerusalém. (Esd. 3:7) Anos depois, no tempo de Neemias, mercadores tírios moravam em Jerusalém e vendiam peixes e grande variedade de outras mercadorias na cidade. — Nee. 13:16.

      O SÍTIO POR ALEXANDRE, O GRANDE

      Mas a palavra profética dirigida contra Tiro não estava morta. A cidade ainda havia de ser despojada de toda a sua glória. Enfatizando que Tiro não havia sofrido o cumprimento derradeiro das profecias contra ela, Jeová Deus induziu seu profeta Zacarias a declarar: “O próprio Jeová a desapossará [i. e., Tiro] e certamente golpeará a sua força militar lançando-a dentro do mar; e ela mesma será devorada pelo fogo.” (Zac. 9:4) Esta e outras profecias anteriores tiveram um cumprimento espantoso no ano 332 A. E. C.

      Foi então que Alexandre, o Grande, da Macedônia, invadiu o Oriente Médio, exigindo que as cidades da Fenícia, inclusive Tiro, se entregassem a ele. Ao passo que as outras cidades deram sua lealdade a Alexandre, Tiro negou-se a abrir-lhe seus portões. Naquele tempo, a cidade estava situada numa ilha, a uns 800 metros do continente, e estava protegida por fortificações maciças. A parte da muralha que dava para o continente tinha a altura de não menos de 46 metros.

      Confrontado com a recusa obstinada de Tiro, de se entregar a ele, Alexandre iniciou o sítio da cidade. Visto que não possuía frota, ordenou que a velha cidade continental de Tiro fosse derrubada e os escombros usados para a construção dum molhe ou dique até a cidade insular. Na extremidade do dique, de 61 metros de largura, ergueu engenhos de guerra e torres. Os tírios, usando navios incendiários, destruíram essas torres e também danificaram o molhe. Sem se deixar abater, Alexandre mandou que as torres fossem reconstruídas e o molhe alargado. Reconhecendo que, sem navios, não conseguiria êxito garantido, Alexandre reuniu uma enorme frota, de Sídon, Rodes, Malo, Soli, Lícia, Macedônia e Chipre. Os habitantes de Tiro perderam assim o acesso livre ao mar. A queda da cidade estava assegurada.

      Não querendo prolongar o sítio, Alexandre ordenou a construção de engenhos flutuantes de sítio, com aríetes. Suas forças penetraram então nos dois portos de Tiro e escalaram suas fortificações.

      Depois dum sítio de sete meses, Tiro caiu. Confrontado com uma resistência desesperada mesmo depois da tomada da cidade, os homens de Alexandre incendiaram Tiro. Além dos 8.000 tírios mortos em combate, 2.000 foram posteriormente mortos em represália e 30.000 foram vendidos em escravidão.

      FIM DA GLÓRIA DE TIRO

      Embora Tiro tivesse depois várias restaurações, a profecia bíblica se cumprira nela. Atualmente, a antiga glória de Tiro não existe mais. Ruínas e um pequeno porto de mar, chamado Sur, assinalam o lugar. A respeito deste local, a Encyclopœdia Britannica (1971) observa que ‘não é de nenhuma importância particular; tinha uma população calculada em 16.483, em 1961’. (Vol. 22, p. 452) De modo que a história de Tiro, até o dia de hoje, confirma a exatidão da palavra profética:

      “Eis que [eu, Jeová,] sou contra ti, ó Tiro, e vou fazer subir contra ti muitas nações, assim como o mar faz subir as suas ondas. E elas certamente arruinarão as muralhas de Tiro e derrubarão as suas torres, e vou raspar dela o seu pó e fazer dela a lustrosa superfície escalvada dum rochedo. Enxugadouro de redes de arrasto é o que ela se tornará no meio do mar.” — Eze. 26:3-5.

      A sorte de Tiro demonstra claramente que Jeová Deus não encara a traição como de somenos importância. Isto devia incutir em nós o valor de conhecer a vontade de Deus e apegar-nos fielmente a ele. Assim como ele não deixará a traição impune, assim tampouco deixará de recompensar os seus servos leais. “Deus não é injusto”, escreveu o apóstolo Paulo a concrentes, “para se esquecer de vossa obra e do amor que mostrastes ao seu nome”. — Heb. 6:10.

  • O inferno não é quente!
    A Sentinela — 1976 | 15 de novembro
    • O inferno não é quente!

      As igrejas têm ensinado por muito tempo que os iníquos são atormentados num inferno quente. Mas a Bíblia não ensina isso.

      Informe-se sobre o que é o inferno e sobre o que a Bíblia diz a respeito da condição dos mortos. Leia o capítulo “Onde Estão os Mortos?” no livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna. Este livro encadernado de 192 páginas custa apenas Cr$ 3,00.

      Queiram enviar-me, porte pago, o livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna. Envio Cr$ 3,00, por Valor Declarado ou Vale Postal pagável na Agência Vila Mariana, São Paulo, SP.

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