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  • Comece a ensinar seu filhinho a ler
    Despertai! — 1984 | 22 de julho
    • primeiros meses, objetos de cores brilhantes captarão a atenção dele. O formato do brinquedo pouco lhe importará, quer tenha forma de um animal ou de uma letra do alfabeto. O que importa é que ele está-se distraindo, assim, por que não familiarizá-lo bem cedo com os instrumentos que precisará para ler, ao mesmo tempo em que ele se diverte com eles?

      Comece com uma ou duas letras, em cores brilhantes, do alfabeto. Estas se acham disponíveis em muitas lojas como brinquedos para estimular a dentição. Use-as assim como outros brinquedos, mas talvez com um pouco maior ênfase, referindo-se ao nome das letras. À medida que o bebê cresce, aumente o número delas.

      Quando estiver dando seus primeiros passinhos, ele já poderá identificar muitas dessas letras, embora talvez ainda não consiga falar. Esteve em contato com elas por um ano, através dos sentidos. Ele as via, ouvia-o — a seu pai ou mãe — repetidamente dizer o nome delas, brincava com elas e as mordia. Logo estará pronto a utilizar estes instrumentos que são, agora, brinquedos bem conhecidos.

      Depois de seu filhinho conhecer todas as letras do alfabeto, o próximo passo é apresentar em linguagem infantil as letras na ordem em que aparecerão impressas. Visto que o português é escrito da esquerda para a direita, será necessário orientar a criança neste sentido. Ao ler para ela, esteja cônscio disso por apontar freqüentemente as palavras, à medida que vai lendo, de modo que o movimento de seus olhos se faça da esquerda para a direita. Quando souber falar, coloque algumas letras em seqüência e peça a ela que diga os nomes delas numa ordem da esquerda para a direita. Mostre gravuras de objetos que se movam da esquerda para a direita na página. Devem ser simples e óbvias . . . um cachorrinho andando para pegar sua comida à direita, um menino pronto a chutar uma bola à direita.

      Quando ele já conseguir fazer um completo reconhecimento das letras e a ordem da esquerda para a direita, comece a formar palavras conhecidas. Um bom começo é o nome do bebê. Poderá usar uma gravura duma criança fora de casa que chama seu amiguinho para brincar. A gravura é óbvia. A criança do lado de fora está com as mãos em concha perto da boca, olhando para a casa, e até uma criancinha entende que está chamando alguém. Poderá dizer a seu filho que, visto não podermos ouvir o que ela está dizendo, é necessário empregar letras para nos esclarecer o que está falando.

      “Eis aqui as letras que usaríamos se estivéssemos chamando o seu nome.” Daí, soletre as letras do nome do seu filhinho e fale sobre este. Trabalhe apenas com essa palavra, até que ele consiga identificar aquela combinação específica de letras com o seu nome e possa reconhecer seu nome quando o vir. Seja paciente! Deixe que progrida no nível dele. Faça disso uma brincadeira e lembre-se sempre de elogiá-lo pelos seus esforços. Nesse ponto, tente simplesmente instilar nele a idéia de que as letras impressas eqüivalem a sons proferidos (letras = sons).

      Quando puder reconhecer o nome dele assim que o vê, vá gradualmente acrescentando outras palavras. Por exemplo: Num cartão de tamanho médio, escreva em grandes letras maiúsculas a palavra CAMA. Coloque o cartão sobre uma cama e explique: “Estas letras nos fornecem o som de CAMA.” Fale sobre as letras que formam essa palavra e deixe que ele mencione cada letra da esquerda para a direita. Deixe o cartão sobre a cama por vários dias. Gradualmente, adicione outros cartões a objetos conhecidos.

      Tenha presente que ele não está lendo a esta altura, mas simplesmente aprendendo que as letras impressas representam sons vocais. Depois de lhe apresentar diversas palavras, faça disso uma brincadeira de ver quantos cartões ele consegue colocar junto (ou sobre) o objeto correto. Quando já tiver realizado isto, o bebê terá dominado. . .

      Os Três Primeiros Passos

      1. Reconhecer e mencionar o nome de cada letra do alfabeto.

      2. Citar o nome das letras da esquerda para a direita.

      3. Entender que as letras impressas representam sons vocais.

      Ele está então pronto para conhecer as letras pequenas ou minúsculas. Muitas cartilhas ilustram-nas com animais adultos e seus filhotes, e isto será uma boa ajuda. Talvez se deva mencionar também que um caderno simples de caligrafia será de grande ajuda para os pais, de modo que possam escrever mais tarde as letras como a criança as verá na escola. Não tente ensinar seu filhinho a escrever as letras a essa altura. Lembre-se, seu alvo é ensinar-lhe a ler. Não o sobrecarregue com uma tarefa ainda mais difícil ao mesmo tempo. Ele naturalmente tentará escrever, assim como o vê fazer, e talvez precise de um pouco de orientação, de vez em quando, mas não faça da escrita um projeto para ele. Isso virá mais tarde.

      “Meu Livro de Histórias Bíblicas”

      Não se pode estabelecer nenhum limite de idade para os passos apresentados, mas os resultados dependerão da quantidade de tempo e de esforço que gastar. Presume-se que, já então, seu filhinho entrou em contato com muito material educativo, leu-se para ele extensivamente, ele tem seus livrinhos de gravuras e está a par de muitos dos versinhos infantis. Também, muitos pais acham de inestimável valor Meu Livro de Histórias Bíblicasa com suas muitas gravuras. Tudo isto será de ajuda, à medida que seu filhinho começa agora a dominar a página impressa.

      Sua primeira lição é com palavras rimadas. Recapitule alguns versinhos que ele já conhece e deixe que complete as rimas. Por exemplo:

      Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar

      Vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos [dar].

      Batatinha quando nasce, se esparrama pelo chão.

      Menininha quando dorme, põe a mão no [coração].

      Ajude seu filhinho a entender que rimas são palavras que têm terminações que soam idênticas, mas que começam com diferentes sons. Faça com ele uma brincadeira, fornecendo-lhe uma palavra e lhe pedindo que tente dizer uma rima, por exemplo: PÃO — MÃO. Talvez precise fornecer-lhe diversos exemplos antes que ele entenda o que é rima. Escreva a palavra CAMA num cartão e peça à criança que diga o nome de cada letra. Diga-lhe: “Já dissemos os nomes das letras, agora leiamos a palavra. A palavra é CAMA. Agora, leia-a para mim — CAMA.”

      Quando seu filhinho entender que a combinação de letras forma o som de CAMA, escreva outra palavra que rime com esta, no mesmo cartão — DAMA — e siga o mesmo processo. Mostre a semelhança de aparência e de som, exceto a primeira letra. Ajude-o a diferençar as duas palavras. Empregue repetidas vezes a palavra LEIA. “Leia esta palavra” (aponte para CAMA). “Agora leia esta palavra” (aponte para DAMA). “Agora eu vou ler uma palavra e você vai apontar com o dedinho a que eu ler.” Tais lições não deviam ser longas demais, visto que já exigem sério esforço intelectual da criança. No entanto, agora que ela já pensa em termos de leitura, mantenha este programa, se possível, numa base diária.

      Na segunda lição, recapitule as duas palavras, CAMA, DAMA, e adicione outras duas do mesmo grupo (fama, gama, lama, etc.). Não acrescente outras palavras até que seu filhinho possa ler com facilidade cada uma das que já lhe foram mostradas. Isso levará várias lições, mas esta apresentação básica é essencial para que adquira uma boa base. Este método é eficaz por causa de sua simplicidade. A criança está familiarizada com rima, e tem de observar apenas a consoante inicial que altera o som. Refira-se a tais palavras como tendo um som de “AMA”, e continue trabalhando somente com este grupo de sons até que a criança possa ler qualquer palavra do grupo “AMA”, quer isoladamente, quer numa sentença. Por exemplo: CAMA DE FAMA. LAMA NA DAMA. Não prolongue a lição além do período em que a criança mostre interesse. Se ela se sentir forçada, ela rapidamente perderá o interesse em aprender a ler.

      Quando ela já tiver dominado plenamente as palavras com som final “AMA”, passe para o grupo de palavras curtas que utilizam o som “ATA” (gata, lata, mata, pata, etc.) Siga o mesmo processo que no caso do grupo anterior, mas recapitule constantemente o grupo “AMA”. Apresente os dois grupos em pares, para que a criança grave os novos sons:

      CATA DATA GATA LATA MATA RATA

      CAMA DAMA GAMA LAMA MAMA RAMA

      Peça-lhe que leia as palavras na mesma linha para proferir os sons finais iguais, e que leia de cima para baixo para dizer as palavras que começam com os mesmos sons iniciais. Em seguida, forme sentenças curtas, utilizando palavras de ambos os grupos. Peça-lhe que observe quais as palavras que são de cada um dos grupos.

      A GATA DA DAMA CATA A LATA DA CAMA

      De início, o bebê lerá cada palavra apenas pelo seu som, sem pensar na idéia representada. Peça que a leia várias vezes, e então lhe pergunte:

      “O que tal frase dizia?”

      “O filhinho acha que a gata vai pegar a lata com a pata?”

      “Será alguma brincadeira da gatinha?”

      Isto ajudará a entender que as palavras impressas expressam idéias e que aprender a ler é um prazer em potencial. Lembre-se sempre de elogiar os esforços que faça, não importa qual o índice de progresso dele.

      Seria útil ter um grande caderno de anotações, pondo-se cada grupo de sons numa página separada. Isto será útil também nas recapitulações. Exemplo da página 1 e da página 2:

      AMA

      cama dama gama lama mama rama

      a cama a dama a lama a rama

      cama da dama, gama da lama

      ATA

      bata gata lata mata pata Tata

      a gata a lata a mata a pata

      gata da Tata. Lata da nata.

      bata a pata na lata.

      (Introduza os sons ATA e AMA)

      gata lata mata pata rata

      cama dama fama gama rama

      a cama da dama é de rama da mata

      a pata da gata na cama da dama

      Prossiga por várias páginas com palavras que apresentem a vogal A, utilizando terminações com diferentes consoantes, antes de passar para a vogal E (dedo, Eva, é, pé, Zé, etc). Visto que o programa de leitura principiou com a vogal A, é necessário que se gaste muito mais tempo com este grupo de palavras, uma vez que o inteiro conceito de leitura é algo novo para a criança. No entanto, ao progredir à vogal E, verificará ser mais fácil para seu filhinho dominá-la, e precisará de menos tempo, o que lhe permitirá continuar o programa com as outras vogais, I, O, U. A bem do ensino, tente usar sempre palavras com menos letras, só progressivamente empregando palavras com maior número de letras, e polissílabas.

      Já por essa época ficará muito contente de ouvir seu filhinho ler palavras de outras fontes. Algumas das estórias mais simples que costumava ler para ele, deveria então poder ler para o leitor, talvez com um pouco de ajuda.

      Muito embora os pormenores deste programa tenham sido aqui abreviados, em razão do espaço, este método tem-se mostrado muito bem sucedido no caso de muitas criancinhas. Muitas conseguiram ler matéria bem difícil, até mesmo textos da Bíblia, já aos quatro anos.

      Logo todos os seus esforços, e os dele, serão recompensados. Que emoção será ouvir seu filhinho ou filhinha realmente ler! Que alegria será vê-lo entretido com um livro, em vez de sempre vendo televisão! Mas, espere só até fazer uma longa viagem e ele se curvar no assento de trás do carro com um livro em mãos. Quando ele não mais perguntar: “Quanto tempo falta para chegarmos?”, mas, em vez disso, afirmar: “Já chegamos?”, então saberá que realmente “atingiu seu objetivo”.

  • Chamada do alto?
    Despertai! — 1984 | 22 de julho
    • Chamada do alto?

      ● As faculdades de teologia de Toronto, Canadá, gozam de um aumento de inscrições, veicula o jornal The Globe and Mail. “As autoridades escolares afirmam que a falta de oportunidades de emprego, o surgimento do movimento feminista cristão e a decisão da Igreja Anglicana, em 1975, de ordenar mulheres, fazem com que a igreja seja uma carreira atraente para ampla gama de estudantes.” O que também trouxe resultados foi o emprego de cartazes de rua, por parte da Igreja Católica, para estimular o interesse pelo sacerdócio. Relata-se que mais de cem homens com sérias intenções de se tornarem sacerdotes responderam ao apelo. “Alguns acham que é terrível dizer que estamos recebendo pessoas porque não conseguem emprego em outra parte”, disse certo clérigo, “mas, simplesmente acontece que o ministério é uma das profissões úteis em que há oportunidades de emprego”. Não obstante, teve-se de exercer cuidado para excluir candidatos que nada sabiam sobre a denominação em pauta, ou que tinham contrastantes conceitos teológicos.

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