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  • O que acontece com seu alimento?
    Despertai! — 1971 | 8 de janeiro
    • substâncias químicas para preservá-los e destacar seu sabor e sua aparência até que o consumidor os comprasse.

      O consumidor não deixa de ter culpa. Muitas pessoas querem coisas com boa aparência, bom gosto e boas de se segurar, sem considerar seu valor alimentício. Assim, os fabricantes colocam nos alimentos substâncias químicas que produzem tais efeitos. Por exemplo, um pedaço de pão branco talvez tenha boa aparência, seja macio e até mesmo tenha bom sabor. Mas, usualmente é feito de farinha branca descorada, da qual se tirou a maior parte do valor nutritivo no seu processamento. Adicionam-se substâncias químicas para lhe dar boa aparência, ficar macio, ter bom sabor e preservá-lo. Não raro, adicionam-se algumas vitaminas sintéticas, e é vendido como pão “vitaminado”. O consumidor fica contente de comprar tal produto, ao invés de recusá-lo.

      Em relação ao pão, o Sr. Longgood observa: “A sorte que cabe ao inocente grão de trigo caberia mais apropriadamente aos anais do crime do que a um tratado sobre alimentos.” Afirma: “O pedaço mediano de pão branco comercial vendido hoje em dia é primariamente o produto do engenho químico, da astuciosa tecnologia mecânica e da artimanha publicitária. É submetido a um bombardeio de substâncias químicas, sendo despojado de praticamente todos os nutrientes, recebe algumas vitaminas sintéticas, é injetado com emulsificantes para mantê-lo macio e . . . é vendido ao público crédulo como produto enriquecido. O pão e a maioria dos outros produtos comerciais cozidos estão mais intimamente aliados à proveta do que à natureza.”

      Se vive no mundo ocidental, até mesmo a carne que compra já foi, provavelmente, tratada quimicamente. Muitos animais recebem doses de hormônios sexuais quando muito jovens e então recebem hormônios sintéticos, antibióticos e outras substâncias químicas para adquirirem o máximo de peso e impedir certas doenças. Também, seus corpos contêm pesticidas apanhados da forragem que foi tratada com aerossóis químicos, além de ser fertilizada quimicamente. Muitos produtos de carne, em especial pedaços congelados, são ainda mais tratados quimicamente no processo de cura, aromatização, coloração e preservação.

      Exatamente quanto destas substâncias químicas ingere a pessoa mediana? Calcula-se que ingira cerca de um quilo e trezentos gramas por ano. Mas, qual é o efeito destes aditivos químicos?

  • São prejudiciais os aditivos químicos?
    Despertai! — 1971 | 8 de janeiro
    • São prejudiciais os aditivos químicos?

      PEDE-SE que o público creia não haver nenhum dano em todos os aditivos químicos no alimento, visto que a quantidade ingerida cada dia é usualmente pequeníssima. Ainda assim, esta questão persiste nas mentes dos que arrazoam sobre o que se lhes pede que creiam: Se ampla dose de uma substância química é

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