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Quando a energia elétrica falhaDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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Não entre em pânico. Permaneça calmo. Muitos nova-iorquinos agiram muito bem neste respeito no blecaute de 1965, mostrando senso de humor e encarando as coisas com calma. Isso, junto com circunstâncias favoráveis, impediram o que, de outra forma, seria um grande desastre.
A preparação de antemão é de ajuda em enfrentar tal problema. Por exemplo, talvez queira possuir em casa fósforos de segurança e velas extrafortes, bem como faroletes junto com pilhas novas. Alguns também têm um rádio de pilha, de modo que possam saber pelos noticiários a causa do blecaute e quanto tempo é provável que dure.
O preparo para tal eventualidade como uma falha de energia elétrica inclui a consciência mental do que talvez esteja envolvido. Não só não poderá usar seus aparelhos elétricos, mas seu telefone talvez não funcione, seus termostatos não funcionarão, nem sua caldeira, se for caldeira a óleo. Se morar num prédio alto de apartamentos, logo não terá mais água, nem poderá dar descarga no vaso sanitário. Assim, logo que faltar energia, faça questão de conseguir uma reserva de água para beber em panelas e potes. Se acontecer que a água fique poluída, então ferva a água, se puder, ou deite cloro nela por meio de algum composto como a halazona.
A comida também é algo em que se deve pensar, em especial se o blecaute durar mais de algumas horas. Para uma emergência a curto prazo, modesto suprimento de alimentos que não precisam ser cozidos nem esquentados, tais como cereais secos, nozes, frutas secas, leite enlatado ou em pó, podem ser úteis. Existe o calor enlatado, e algumas pessoas, onde possível, têm em mãos algumas latas disso, em caso de emergência.
Via de regra, os alimentos perecíveis se conservam num refrigerador de trinta e seis a quarenta e oito horas, mas tudo depende de quão fresco era o alimento quando começou a faltar energia. Quanto às carnes congeladas, assegura-se-nos que podem ser recongeladas se não foram descongeladas por muito tempo. Mas, ao utilizá-las por fim, seria bom examiná-las cuidadosamente para certificar-se de que ainda sejam comestíveis. Com respeito a todos esses alimentos, aplicar-se-ia a regra: Se em dúvida, jogue-os fora!
Naturalmente, os elevadores não andam sem eletricidade. Se for apanhado dentro dum elevador quando faltar energia, não entre em pânico. Os elevadores dispõem de dispositivos de segurança que os impedem de cair em caso duma falha de energia. Também dispõem de respiradouros que podem ser abertos para ventilação. Na verdade, a temperatura talvez suba, tornando-se desconfortável, mas não precisa recear; não morrerá sufocado.
Precisará ter cuidado quanto a usar seu carro. Se o tiver estacionado em alguma garagem elevada, deixe-o ficar ali até que volte a energia. Se puder usá-lo, lembre-se de que os sinais de trânsito não estarão funcionando. Também, mui provavelmente, nem funcionarão as bombas de gasolina, de modo que assegure-se de que seu suprimento o levará a seu destino.
Dependendo da estação do ano, talvez seja melhor simplesmente ir dormir a fim de manter-se quente e conservar sua própria energia por descansar o máximo que puder, em especial se houver escassez de alimentos. Naturalmente, se tiver ocorrido um grande desastre em sua localidade, e seu apartamento ou sua cidade estiver sendo evacuada, então não se demore em fugir junto com os demais.
Uma palavra de cautela. Nestes tempos críticos, tem havido um grande aumento do crime. Assim, não se arrisque. Fique longe das ruas escuras, se ocorrer um blecaute. Como diz a Bíblia, as pessoas que fazem coisas más amam a escuridão. — João 3:19-21.
Em suma, se faltar energia, não entre em pânico, mantenha seus sentidos, permaneça calmo, seja cauteloso, seja engenhoso, tirando máximo proveito das circunstâncias.
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Milhares são batizados cada semanaDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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Milhares são batizados cada semana
AS TESTEMUNHAS cristãs de Jeová reconhecem que têm de pregar a outros. Levam a sério as palavras de Jesus Cristo: “Fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” — Mat. 28:19, 20.
No ano de serviço de 1973 (que foi de 1.º de setembro de 1972 a 31 de agosto de 1973), fizeram exatamente isso em 208 terras. Cada semana, as testemunhas de Jeová dirigiram mais de um milhão e duzentos mil estudos bíblicos com interessados, e continuam a fazê-lo. Em resultado de gastaram mais de 25 milhões de horas cada mês, dezenas de milhares foram ajudados a se tornar discípulos batizados de Jesus Cristo, capazes de ensinar a ainda outros. O ano de serviço de 1973 viu uma média de mais de 530 de tais novos discípulos serem batizados cada dia — cerca de 3.700 cada semana. O número total de batizados durante o inteiro ano de serviço foi de 193.990.
Abençoados os Esforços Corajosos
Esta obra de fazer discípulos amiúde exige coragem. Considere, por exemplo, o que aconteceu num povoado do sudeste da Nigéria, África:
Surgiu oposição à obra das testemunhas de Jeová. Fanáticos assassinaram um ministro “pioneiro especial” que devotava cerca de 150 horas cada mês a ajudar pessoas a entender melhor a Bíblia. A família de três Testemunhas, com as quais este ministro “pioneiro especial” morava, também foi assassinada. Por fim, os criminosos foram levados às barras da justiça, e doze pessoas foram executadas.
Ocorrendo tão trágicos acontecimentos em relação com sua obra, poder-se-ia concluir que as testemunhas de Jeová se esqueceriam por completo desse povoado. Mas, isso não se deu. Um jovem casal de Testemunhas se mudou para lá e começou a trabalhar ali, com genuíno interesse no povo daquela localidade. Dentro em pouco já dirigiam estudos bíblicos domiciliares e gastavam tempo adicional ensinando os analfabetos a ler e escrever. A atitude de muitos no povoado começou a mudar. Tornou-se necessário procurar um local para acolher os que desejavam assistir
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