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Aprecia o que possui?Nosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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do que em atividades espirituais? Será que ele realmente está dando o seu melhor? — Veja Malaquias 1:8.
5 Reconhecendo que seremos chamados a prestar contas a Deus e a Cristo, faremos bem em examinar como usamos nosso tempo. (Rom. 14:10; 2 Cor. 5:10; compare isso com Lucas 12:35-40, 47, 48.) Escolhemos servi-los, e, portanto, recebemos inestimáveis benefícios, inclusive o perdão de nossos pecados, ajuda e orientação divinas, e a promessa de vida eterna. Portanto, o modo em que gastamos o nosso tempo deve harmonizar-se com o que concordamos fazer e mostrar apreço pelo que Jeová Deus e Jesus Cristo fizeram por nós. Cada um de nós pode perguntar-se: Gostaria de ficar perante Deus para um exame do registro de minhas boas obras? Estou disposto a orar assim como Davi: “Examina-me, ó Jeová”? — Sal. 26:2.
6 Reconhecendo, talvez, que não usamos nosso tempo muito bem, possivelmente sejamos receosos quanto a ser examinados agora. Neste caso devemos pensar seriamente em fazer melhoras no futuro. Nosso amor a Jeová e a Jesus Cristo deve induzir-nos a servi-los de toda a alma. Se fizermos o que está razoavelmente ao nosso alcance, não teremos motivos para temer um exame cuidadoso de nossa atividade como cristãos. De fato, teremos prazer em que se examinem nossas obras excelentes, confiantes em que Jeová nos recompensará. — Heb. 6:10.
7 Deveras, queremos ser iguais a Davi, achando deleite na nossa relação com Jeová e no nosso serviço a ele. Se continuarmos a encarar isso como possessão inestimável, podemos aguardar ficar aprovados perante a vara do tribunal de nosso Amo, Jesus Cristo, e, por isso, também perante Jeová Deus.
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O que faz com as suas revistas?Nosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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O que faz com as suas revistas?
1 Cada vez que você recebe um novo número da revista A Sentinela, o que faz com ele? É a sua reação imediata aquela do chamado “leitor de títulos” que apenas folheia a revista, observando os títulos e outros pontos de destaque? Ou é você “leitor de gravuras”, agradando-se das ilustrações? Ou é “leitor com interesse especial”, sentindo-se atraído por alguma parte especial da revista, tal como “Perguntas dos Leitores” ou “Por Dentro das Notícias”? Ou faz outra coisa?
2 Admite-se que cada número de A Sentinela suscita certa medida de expectativa, e é muito satisfatório folhear as suas páginas enquanto ela ainda é nova. Mas, então nos confrontamos com a pergunta: E agora? O que faz você com a revista depois de satisfazer esta centelha inicial de interesse? Será que simplesmente a enfia numa gaveta e se esquece dela? Ou talvez a arquive cuidadosamente, para saber exatamente onde encontrá-la, quando chegar a hora de se preparar para o estudo congregacional da Sentinela, achando que assim cumpriu com seu dever? Ou deixa-a pelo menos exposta, em algum lugar, pensando em dar-lhe depois mais atenção, mas verificando que, depois de algum tempo, ela fica enterrada junto com outras coisas e se perde da vista?
3 Quer alguns desses exemplos sejam verdade, quer não, certamente se ajustam a nós, não é? Talvez não tenhamos intenção de ser tão negligentes assim, mas, com a demanda sobre nosso precioso tempo, cada dia talvez simplesmente achemos que afinal, o “alimento no tempo apropriado” está nos artigos de estudo e que estes serão abrangidos no estudo congregacional da Sentinela. Quanto aos outros artigos, alguns talvez pensem que muitos deles são apenas recapitulações de matéria bastante conhecida aos que estão por algum tempo na verdade. Por isso, não estamos perdendo muito, não é?
4 Bem, talvez estejamos perdendo mais do que nos damos conta. Em que sentido? Nem tudo naqueles artigos menores é simples recapitulação. Algumas partes são bem novas. Às vezes, há comentários sobre textos bíblicos que não foram considerados nas publicações da Sociedade já por uns trinta ou mais anos. Podemos encontrar também um novo aspecto dum tópico conhecido, ou pormenores expressos com clareza, que nos habilitam a obtermos pessoalmente pela primeira vez verdadeira compreensão do assunto. Tudo isso será perdido se não lermos esses artigos, não será?
5 Mas, e se alguns de nós verificarmos que o artigo é simplesmente uma recapitulação? Por que devemos gastar tempo com ele? Porque é assim que nutrimos nosso coração. (2 Ped. 1:12, 13) Não é por sempre procurarmos algo novo, mas por recapitularmos o que já conhecemos e por meditarmos sobre isso que aumentamos em apreço pela verdade. E isto nos mantém no caminho da verdade.
6 Além disso, tais artigos amiúde ajudam-nos de maneira pratica. Por exemplo: “Está Preparado Para Falar Sobre a Bíblia?”, no número de 1.º de novembro de 1977, tem ajudado a alguns a vencer a tendência de se esquivarem de falar sobre a Bíblia a pessoas com formação especial. Que dizer de algo para a família? Se você achar que pode usar alguma sugestão prática sobre como fortalecer os vínculos familiares, o artigo “Sugestões (tais Para a Conservação do Círculo Familiar”, no número de 1.º de agosto de 1978, talvez seja a resposta.
7 Naturalmente, é um fato que nem todos nós tiraremos tudo o que há para ler nas revistas. Nem todos nós lemos com o mesmo ritmo, e nem todos temos o mesmo tempo para estudo pessoal. Mas, certifiquemo-nos de que, se não abrangemos tudo, que não seja por falta de preocupação com isso ou porque nos agradam mais a leitura de matéria mundana ou a diversão.
8 Olhando à frente, que aplicação prática podemos ter em mente para lermos tal matéria com o objetivo correto, em vez de apenas com um senso de obrigação? Muitos destes artigos podem ser matéria excelente para nosso estudo em família. Também, a informação que obtemos de tais artigos podem tornar-se tópicos interessantes para conversas edificantes com concristãos. Conhecermos pessoalmente as revistas por certo aumentará nosso entusiasmo para as recomendarmos a outros no campo. De fato, por fazermos questão de ler e aplicar regularmente tal matéria, meditando e refletindo sobre ela, nossa vida será imensamente enriquecida e nosso progresso se tornará manifesto, em benefício nosso e de outros. — 1 Tim. 4:15, 16.
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Cultive um anseio por alimento espiritualNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Cultive um anseio por alimento espiritual
1 Anseia o alimento espiritual? Está à espreita de oportunidades para aumentar seu entendimento das Escrituras, para fortalecer sua própria fé e para estar melhor preparado para ajudar outros a obter um conhecimento exato da verdade? Como se sente quando passa um dia sem que você tenha pensado em assuntos espirituais? Sente um certo vazio?
2 Termos verdadeiro anseio pelo alimento espiritual não vem automaticamente. Antes de nos tornarmos discípulos de Jesus Cristo, talvez tenhamos estado totalmente absortos nos assuntos diários da vida e nos prazeres. Por isso, é preciso fazer empenho para sair desta rotina e começar a fazer a vida girar em torno de coisas espirituais. O apóstolo Pedro exorta os novos crentes: “Como crianças recém-nascidas, ansiai o leite não adulterado pertencente à palavra.” — 1 Ped. 2:2.
3 Mas, não apenas os novatos devem preocupar-se com o seu apetite espiritual. (Heb. 5:14 a 6:2) Assim como alguém não pode continuamente negligenciar suas necessidades físicas e esperar fazer bom trabalho, dia após dia, ele não pode ter uma fé forte e sustentadora sem se alimentar espiritualmente. Confrontando-se repetidas vezes com a falta de aceitação por parte de parentes, conhecidos e pessoas no território, talvez verifique que não tem a fortaleza espiritual para continuar a dar testemunho, com a convicção de que está fazendo o trabalho de Deus e que a recompensa é certa. (1 Cor. 3:9; Heb. 6:10; 11:6) Sem um correto regime alimentar, espiritual, simplesmente não se pode ter entusiasmo para com a proclamação das “boas novas”. O coração não fica cheio a ponto de transbordar, induzindo a boca a falar. — Luc. 6:45.
COMO CULTIVAR O APETITE ESPIRITUAL
4 Isso suscita a pergunta: O que podemos fazer para melhorar nosso apetite espiritual? Precisamos de algum estímulo específico para induzir-nos a querer considerar coisas espirituais. O apóstolo Pedro trouxe isso à atenção, quando escreveu: “Desde que provastes que o Senhor é benigno.” (1 Ped. 2:3) Portanto, se achar que seu desejo de alimento espiritual não é o que devia ser, tome tempo para pensar no que você já saboreou. De fato, todos nós podemos tirar proveito por refletir em perguntas tais como estas: Que evidência posso apresentar de que o Senhor Jesus Cristo tem sido bondoso comigo? Não estou endividado com ele, por ele ter dado sua vida por mim? Não me tem alegrado o coração estar associado com seus discípulos, que têm genuíno amor entre si? Não sou grato pela misericórdia e benignidade imerecida de Jeová? Considerarmos estas coisas vez após vez pode exercer um efeito salutar sobre o nosso coração, induzindo-nos a querer mostrar nosso apreço a Jeová Deus e Jesus Cristo.
5 Como se manifestará esta atitude apreciativa? Queremos ser ensinados por Jeová e seu Filho, por meio das páginas da Bíblia e de publicações baseadas na Bíblia. Também, ficaremos incitados a imitar o perfeito exemplo deles. Sim, requer esforço para ler as Escrituras e publicações baseadas na Bíblia, e depois para meditar no que lemos e para aplicar a informação a nós mesmos. Mas, não é verdade que manter boas amizades sempre requer esforço? E o que poderia ser de maior valor do que tomar medidas para aumentarmos em amor a Jeová e seu Filho? Portanto, façamos empenho para ter e manter um bom apetite espiritual, para que possamos mostrar que somos amigos de Deus e de Cristo, e um encorajamento para nossos irmãos. Além disso, sejamos diligentes em ajudar outros a criar um anseio pelo alimento espiritual, por estimularmos seu apetite com as boas coisas que nós já saboreamos.
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Apresentação das Boas Novas — Pelo uso das folhas de assinaturas expirantesNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Apresentação das Boas Novas — Pelo uso das folhas de assinaturas expirantes
1 Reconhecemos o valor de uma assinatura, pois quando alguém assina para Sentinela ou Despertai! recebe muitas oportunidades de conhecer melhor a Jeová. Por isso, estamos interessados em que os assinantes continuem recebendo, sem interrupção, a mensagem impressa que conduz à vida eterna.
2 Quando uma assinatura está prestes a expirar, a Sociedade coloca um aviso de renovação numa das revistas. Ao mesmo tempo, preparamos uma folha de revisita de assinatura expirante (formulários M-91 e M-191).
3 Quando a congregação receber essas folhas, elas deverão ser comparadas com as folhas-duplicatas do arquivo. Essas folhas-duplicatas poderão ser anexadas às folhas de revisita e entregues ao superintendente dos estudos bíblicos. Daí, cada folha de revisita, tendo anexa a folha de assinatura, poderá ser entregue ao publicador que originalmente angariou a assinatura. Há vantagem em que o publicador que angariou a assinatura faça a revisita, porque ele já sabe alguma coisa sobre a pessoa. Isto é especialmente importante em algumas localidades, onde o endereço é impreciso e difícil de localizar. Aquele que originalmente angariou a assinatura provavelmente se lembrará da casa da pessoa.
4 Quando receber uma dessas folhas esforce-se de visitar prontamente o assinante, visto ser desejável que ele receba as revistas sem interrupção. (As folhas de assinaturas expirantes são enviadas à congregação algum tempo antes da data da expiração.) Obtida a renovação, entregue a folha de revisita de assinatura expirante, e uma cópia da folha de assinatura, preenchida, junto com a importância, à pessoa que maneja as assinaturas na congregação. A renovação deverá ser relatada pelo publicador (ou pioneiro) como uma nova assinatura angariada.
5 Sermos diligentes e fiéis no que se refere ao uso das folhas de assinaturas expirantes faz parte do nosso trabalho de procurar os que estão “corretamente dispostos para com a vida eterna”. (Atos 13:48) Assim, uma folha de assinatura expirante poderá levá-lo a alguém que talvez esteja disposto a tornar-se um verdadeiro cristão. Se houver folhas de assinaturas expirantes na congregação ou na sua pasta ou bolsa, use-as durante novembro na obra de fazer discípulos.
6 Ao revisitar alguém com a folha de assinatura expirante, muitos acharam útil mencionar, logo no início algo assim: “Eu venho da parte da revista A Sentinela (ou Despertai!); de vez em quando fazemos breves visitas àqueles que recebem esta excelente publicação e gostam dela.” O morador fica assim sabendo que a nossa visita não é incomum, e que não estamos ali apenas para renovar a assinatura. Será de ajuda ter em mente um assunto interessante numa das revistas correntes. Ofereça-se para ajudá-lo gratuitamente a obter o conhecimento que poderá levá-lo à vida eterna, e explique que terá o prazer de renovar a assinatura.
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Relatório de JulhoNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Relatório de Julho
Méd. Méd. Méd. Méd.
Publ. Hrs. R.Av. Rev. E.B.
Pion. E. 1.062 125,0 53,6 42,3 7,0
Pion. R. 1.588 83,1 60,4 28,7 4,5
Pion. A. 2.392 61,0 60,7 16,3 1,8
Publ. 97.345 7,6 6,6 2,9 0,5
TOTAL 102.387
Recém-dedicados batizados: 387
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Informação sobre a hospedagem nos congressosNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Informação sobre a hospedagem nos congressos
Temos o prazer de avisá-lo de que já funcionam departamentos de hospedagem em São Paulo e Rio de Janeiro, para atender os pedidos de hospedagem. A Sociedade enviou novos formulários de Pedido de Quarto para as congregações que vão assistir à assembléia no Rio ou em São Paulo. Todos os que querem pedir hospedagem, quer em hotel, pensão ou lar particular, podem começar a fazer isso. As congregações que receberam novos formulários não devem usar os antigos formulários de Pedido de Quarto, dos anos anteriores, que talvez ainda sobraram no Salão do Reino, porque este formulário foi revisado.
A Sociedade pede que o Secretário da congregação, verifique cada formulário entregue quanto à sua exatidão, legibilidade, e assim por diante, e o assine, mostrando sua aprovação antes de enviá-lo ao Departamento de Hospedagem do congresso para que seja solicitada a hospedagem. Portanto, ninguém que preenche um formulário de Pedido de Quarto deve enviá-lo pessoalmente à cidade do congresso, mas deve entregá-lo ao ancião designado na congregação para verificar o pedido. O ancião pode então enviá-lo à cidade do congresso junto com outros formulários de Pedido de Quarto que talvez recebeu para a mesma cidade, usando o endereço do Departamento de Hospedagem impresso no verso de cada formulário de Pedido de Quarto. O corpo de anciãos em cada congregação deve determinar imediatamente se o Secretário ou outro ancião será usado para verificar os formulários de Pedido de Quarto, anunciando isso, então, à congregação.
O trabalho de hospedagem para a obtenção de acomodações em lares particulares de publicadores, de interessados e do público começará em outubro nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. Assim, sem dúvida haverá quartos suficientes disponíveis para todos os que enviarem um formulário de Pedido de Quarto para o tipo de acomodação que desejam, quer em hotel, quer em pensão ou em casa particular. Aqueles que escolherem acomodações em casa particular devem estar preparados para pagar uma contribuição nominal pela hospedagem, visto que o hospedeiro quer seja Testemunha, quer não, terá despesas extras para cuidar de tais hóspedes com roupa de cama, e coisas assim. Devem também ter em mente que o hospedeiro não tem nenhuma obrigação de prover alimento ou condução aos hóspedes, nem tampouco tem a obrigação de deixar os hóspedes ocupar os quartos por mais do que os dias da assembléia. Quaisquer exceções caberão ao hospedeiro fazer, se desejar.
Nós, os que moramos na cidade da assembléia, estamos arrumando as coisas em casa, para podermos hospedar alguns irmãos. Os irmãos que virão de outras cidades deverão preencher seu pedido de quarto logo que os formulários forem recebidos. Não devem esquecer-se de indicar até quanto podem pagar em pensão ou hotel popular, pois, embora façamos o possível para que todos sejam hospedados, talvez não seja possível hospedar todos em casas particulares.
Esta informação o ajudará a fazer seus arranjos de hospedagem no futuro próximo. Outros assuntos pertinentes ao congresso são tratados no suplemento que acompanha este Serviço do Reino.
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AnúnciosNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Anúncios
● Oferta de publicações:
Outubro: Distribuição gratuita de kn-25, junto com a oferta do livro A Vida Tem Objetivo, por Cr$ 9,00.
Novembro: Assinatura de A Sentinela para um ano, (com um livro de 384 ou 416 páginas grátis para cada nova assinatura) por Cr$ 40,00, ou assinatura de A Sentinela e Despertai! (com dois livros grátis), por Cr$ 80,00.
Dezembro: Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas e um livro pequeno, por Cr$ 49,00.
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Estudo de Livro de CongregaçãoNosso Ministério do Reino — 1978 | outubro
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Estudo de Livro de Congregação
Tabela para estudar o livro A Vida Tem Objetivo nos estudos de livro de congregação:
(Semana de)
5 de novembro: Págs. 127 até 135*
12 de novembro: Págs. 135 até 143
19 de novembro: Págs. 143 até 151*
26 de novembro: Págs. 151 até 162*
* Até o subtítulo.
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