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    • Prometida, receberam ordens de destruir os altos sagrados dos cananeus e todos os acessórios da adoração falsa ligados a eles. (Núm. 33:51, 52) Mas os israelitas falharam nisto, e, após a morte de Josué e da geração mais antiga, grassou ampla apostasia. — Juí. 2:2, 8-13; Sal. 78:58.

      A ADORAÇÃO EM CERTOS ALTOS NÃO FOI CENSURADA POR JEOVÁ

      De acordo com a lei de Jeová, só se deviam oferecer sacrifícios no local por ele designado. Nos dias de Josué, os israelitas reconheceram que a edificação não autorizada de um altar para ofertas queimadas era, efetivamente, rebelião contra Jeová. (Deut. 12:1-14; Jos. 22:29) Entretanto, há indícios de que, depois de a arca sagrada ter sido removida do tabernáculo (1 Sam. 4:10, 11; 6:1, 10-14; 7:1, 2), ofereciam-se sacrifícios aprovados em outros locais diferentes da tenda de reunião, não apenas sob circunstâncias especiais, mas, em alguns casos, também numa base um tanto regular. (1 Sam. 7:7-9; 10:8; 11:14, 15; 16:4, 5; 1 Reis 3:3; 1 Crô. 21:26-30) Que este bem pode ter sido o caso é sugerido pelo fato de que, no alto numa cidade cujo nome não é mencionado, na terra de Zufe, aparentemente se havia erguido certa estrutura em que, pelo que parece, podiam ser comidos os sacrifícios de comunhão. O refeitório ali comportava cerca de trinta homens, se não mais. Até mesmo as moças da cidade estavam familiarizadas com a maneira de se oferecerem sacrifícios ali. (1 Sam. 9:5, 11-13, 22-25) Pode também ter sido costumeiro que as famílias oferecessem um sacrifício anual, não no tabernáculo, mas em suas próprias cidades. — 1 Sam. 20:6, 29.

      O sacrifício apresentado nos altos é desculpado à base de que não se havia construído nenhuma casa no nome de Jeová. Por isso, Salomão teve de oferecer sacrifícios no grande alto de Gibeão, onde se localizava o tabernáculo, naquele tempo. — 1 Reis 3:2-4; 1 Crô. 16:37-40, 43; 21:29; 2 Crô. 1:3, 13.

      ENTRE OS ISRAELITAS

      Perto do fim do seu reinado, o Rei Salomão construiu altos em honra aos deuses falsos adorados por suas esposas estrangeiras. Isto contribuiu para que os israelitas abandonassem a verdadeira adoração de Jeová e servissem a deuses falsos. Por conseguinte, Jeová, por meio de Aijá, seu profeta, indicou que as dez tribos seriam arrancadas do filho de Salomão, e Jeroboão regeria sobre elas. (1 Reis 11:7, 8, 30-35) Com raras exceções, os reis da linhagem davídica estavam envolvidos na adoração realizada nos altos.

      Sob inspiração, o profeta Amós predisse que os “altos de Isaque” ficariam desolados. Os “altos de Isaque” referiam-se, evidentemente, aos altos sagrados onde os israelitas do reino das dez tribos, descendentes de Isaque por meio de Jacó ou Israel, praticavam a adoração apóstata. Isto também é indicado pelo fato de que a expressão “altos de Isaque” é usada como paralelo de “santuários de Israel”. — Amós 7:9; veja também Oséias 10:2-10.

      Depois que o rei da Assíria levou para o exílio o reino das dez tribos, os altos continuaram a existir por certo tempo, visto que os povos alienígenas, que haviam sido transferidos para o território de Samaria pelo rei da Assíria, continuaram a utilizar os altos em sua adoração. (2 Reis 17:24, 29-32) Cerca de cem anos depois disso, o fiel Rei Josias, de Judá, derrubou o altar e o alto de Betel e dessagrou o altar por queimar nele ossos humanos. Também removeu todas as casas dos altos nas cidades de Samaria, sacrificou (matou) todos os sacerdotes dos altos, e queimou ossos humanos sobre tais altares. (2 Reis 23:15-20) Isto cumpriu uma profecia proferida mais de trezentos anos antes por anônimo “homem de Deus”. — 1 Reis 13:1, 2.

  • Ama [Aio (A); Enfermeiro(A)]
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    • AMA [AIO (A); ENFERMEIRO(A)]

      Dois tipos de amas [enfermeiros(as)] eram utilizados nos tempos antigos. A “ama” de leite (Heb., mehnéqeth; Gên. 24:59; 35:8; Êxo. 2:7; 2 Reis 11:2; 2 Crô. 22:11; Isa. 49:23) servia como substituta da mãe para amamentar um bebê. Débora serviu como tal ama-de-leite de Rebeca, mais tarde, porém, serviu como criada ou tutora, continuando como serva da família mesmo depois da morte de sua senhora. (Gên. 24:59, 67; 35:8) O outro tipo poderia ser um enfermeiro (Heb., ’omén; Núm. 11:12; Isa. 49:23 [“tutores”]), ou uma enfermeira ou “aia” (Heb., ’oméneth; 2 Sam. 4:4). Uma pessoa de qualquer dos dois sexos poderia cuidar de crianças, de pessoas doentes ou idosas. O papel duma aia ou enfermeira foi preenchido pela idosa Noemi para com seu neto Obede, e pela linda virgem Abisague em conexão com o Rei Davi. — Rute 4:13, 16, 17; 1 Reis 1:1-4.

  • Amaleque, Amalequitas
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    • AMALEQUE, AMALEQUITAS

      [marcial, habitante do vale]. Filho de Elifaz, primogênito de Esaú, e de sua concubina, Timna. (Gên. 36:12, 16) Amaleque, neto de Esaú, era um dos quatorze xeques de Edom. (Gên. 36:15, 16) O nome de Amaleque também designava seus descendentes tribais. — Deut. 25:17; Juí. 7:12; 1 Sam. 15:2.

      A crença de alguns de que os amalequitas tinham origem muito anterior e não eram descendentes de Amaleque, neto de Esaú, não se alicerça em sólida base fatual. Quase que o único apoio que resta para a noção de que os amalequitas antecederam a Amaleque é o dito proverbial de Balaão: “Amaleque foi a primeira das nações, mas o seu fim posterior será mesmo seu perecimento.” (Núm. 24:20) Este, contudo, é um argumento fraco, pois Balaão não falava da História em geral, nem da origem das nações, sete e meio séculos antes. Falava da História apenas em relação aos israelitas, contratado como foi para amaldiçoá-los, quando estavam prestes a entrar na Terra Prometida. Por isso, depois de alistar Moabe, Edom e Seir como oponentes de Israel, Balaão declara que os amalequitas foram realmente “a primeira das nações” a suscitar oposição aos israelitas em sua marcha para fora do Egito, em direção à Palestina, e, por este motivo, o fim de Amaleque “será mesmo seu perecimento”.

      Moisés, por conseguinte, ao relatar os eventos dos dias de Abraão, antes de Amaleque nascer, falou de “todo o campo dos amalequitas”, evidentemente o fazendo em sentido proléptico, isto é, descrevia a região conforme entendida pelo povo do tempo de Moisés, ao invés de dar a entender que os amalequitas precederam a Amaleque. (Gên. 14:7) O centro deste território amalequita achava-se ao norte de Cades-Barnéia, no deserto do Negebe, na parte sul da Palestina, seus acampamentos nômades auxiliares irradiando-se pela península do Sinai e pelo norte da Arábia. (1 Sam. 15:7) Houve época em que sua influência se estendia até as colinas de Efraim. — Juí. 12:15.

      Os amalequitas eram “a primeira das nações” a lançar um ataque não provocado contra os israelitas após o êxodo, em Refidim, próximo do monte Sinai. Como conseqüência disso, Jeová decretou a total extinção dos amalequitas. (Núm. 24:20; Êxo. 17:8-16; Deut. 25:17-19) Um ano depois, quando os israelitas tentaram entrar na Terra Prometida, contrário à palavra de Jeová, foram repelidos pelos amalequitas. (Núm. 14:41-45) Por duas vezes, nos dias dos juízes, tais adversários de Israel compartilharam o ataque contra Israel. Fizeram-no nos dias de Eglom, rei de Moabe. (Juí. 3:12, 13) De novo, junto com os midianitas e os orientais, saquearam a terra de Israel por sete anos, antes que Gideão e seus 300 lhes impusessem esmagadora derrota. — Juí. 6:1-3, 33; 7:12; 10:12.

      Por causa deste ódio persistente, no período dos reis, Jeová ‘acertou as contas’ com os amalequitas, mandando que o Rei Saul os abatesse, o que ele fez, “desde Havilá até Sur, que está defronte do Egito”. No entanto, Saul, infringindo a ordem de Jeová, poupou Agague, rei deles. Mas de Deus não se zomba, pois “Samuel foi retalhar Agague perante Jeová em Gilgal”. (1 Sam. 15:2-33) Algumas das incursões de Davi incluíam povoados amalequitas, e, quando estes, por sua vez, atacaram Ziclague e levaram as esposas e os bens de Davi, este e 400 homens caíram de surpresa sobre eles, recuperando tudo que fora roubado. (1 Sam. 27:8; 30:1-20) No reinado de Ezequias, alguns da tribo de Simeão aniquilaram o restante dos amalequitas. — 1 Crô. 4:42, 43.

      Não se faz mais menção direta dos amalequitas na história bíblica ou secular. No entanto, “Hamã, filho [dum] . . . agagita” provavelmente descendia deles, pois “Agague” era o título ou nome de certos reis amalequitas. (Ester 3:1; Núm. 24:7; 1 Sam. 15:8, 9) Assim os amalequitas, junto com outros mencionados nominalmente, foram exterminados, a fim de que “as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra”. — Sal. 83:6-18.

  • Amasa
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    • AMASA

      [carga, portador de carga]. Filho de Abigail, irmã de Davi, e de Jeter (Itra), e primo de Absalão e de Joabe. (2 Sam. 17:25; 1 Crô. 2:16, 17) Jeter é chamado de israelita em Samuel, e de ismaelita em Crônicas, talvez porque morasse em território ismaelita. Alguns contendem que Amasa seja uma forma abreviada de Amasai, um daqueles que se juntaram ao exército de Davi em Ziclague, mas tal identificação é incerta. — 1 Crô. 12:18.

      Anos mais tarde, quando Amasa lançou sua sorte com a rebelião de Absalão contra Davi, foi colocado à testa do exército de Absalão, em lugar de Joabe. (2 Sam. 17:25) A rebelião foi sufocada, Absalão, filho de Davi, sendo morto por Joabe, e ofereceu-se a Amasa o lugar de Joabe como chefe do exército de Davi, pois, como Davi disse, ele é “meu osso e minha carne”. — 2 Sam. 18:9-15; 19:13.

      De novo irrompeu a rebelião, desta vez Seba não queria ter nenhum quinhão em Davi. (2 Sam. 20:1, 2) Amasa recebeu três dias para juntar um exército. Quando não apareceu no tempo fixado, disse-se a Abisai que levasse os servos de Davi e perseguisse os rebeldes. Joabe, irmão de Abisai, e seus homens foram com eles na perseguição a Seba. Por fim, quando o atrasado Amasa se encontrou com eles, Joabe, fingindo dar-lhe afetuoso beijo, agarrou Amasa pela barba com uma das mãos e, com sua espada na outra, rasgou o abdome dele. (2 Sam. 20:4-12) Esta talvez tenha sido uma recompensa justa para Amasa por ter tomado o lado de Absalão, mas certamente não das mãos de quem ela proveio. Por conseguinte, Davi mandou que Salomão vingasse a Amasa por meio da morte de Joabe. — 1 Reis 2:5, 32.

  • Amassadeira
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    • AMASSADEIRA

      Uma vasilha rasa, geralmente portátil, em forma de tigela. Era usualmente feita de madeira, mas, às vezes, era de barro ou de bronze. Nela se misturavam farinha e água, que eram transformadas em massa. Na preparação do pão lêvedo, a massa era usualmente fermentada por se colocar nela um pouco da massa azedada, guardada do anterior cozimento. Deixava-se a massa crescer na amassadeira, antes de ser cozida. (Gên. 18:6; 1 Sam. 28:24) O método usual era trabalhar a massa com as mãos, embora os egípcios também usassem às vezes os pés, quando trabalhavam a massa numa grande amassadeira. (Osé. 7:4) Visto que a amassadeira era importante vasilha da casa, tendo que ver com a preparação do ’pão de cada dia’, a bênção de Jeová sobre ela evidentemente significava a garantida suficiência de alimento no lar, ao passo que Sua maldição sobre ela representava a fome. — Deut. 28:1, 2, 5, 15, 17.

  • Amazias
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    • AMAZIAS

      [Iah(u) é poderoso]. O rei de Judá que, em 858 A.E.C., ascendeu ao trono com 25 anos e regeu por 29 anos, desde o assassínio de seu pai, Jeoás, até sua própria morte, em 829. Sua mãe era Jeoadim (Jeoadã), e sua

Publicações em Português (1950-2026)
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