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  • O verdadeiro amor é leal

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  • O verdadeiro amor é leal
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
w69 15/6 pp. 355-356

O verdadeiro amor é leal

Já se viu alguma vez em sérias dificuldades ou sofreu adversidade de uma espécie ou de outra? E teve então o consolo de algum amigo vir em seu auxílio, colocando-se do seu lado e dando-lhe o muito necessitado apoio moral ou material?

Se já passou por tal experiência, tem muita razão para ser grato. E ainda mais, experimentou de primeira mão que o verdadeiro amor é leal. Conforme a Palavra inspirada de Deus o expressa tão aptamente: “Há um amigo que se apega mais do que um irmão.” Sim, “o verdadeiro companheiro está amando todo o tempo e é um irmão nascido para quando há aflição”. — Pro. 18:24; 17:17.

Na Bíblia se encontra um belo registro de tal amizade, a saber, a existente entre Davi e Jonatã, que viveram há uns três mil anos atrás. O relato desta amizade foi muito bem classificado, pelo arqueólogo Albright, de “jóia da maior limpidez”. As Escrituras explicam que “a própria alma de Jonatã se ligou à alma de Davi, e Jonatã começou a amá-lo como a sua própria alma”. (1 Sam. 18:1) Sem dúvida, isto se deu devido ao vivo apreço que tinha das excelentes qualidades de Davi.

Quão verdadeiro e fiel se mostrou Jonatã como companheiro — demonstrando amor todo o tempo! Tomou até mesmo o partido de Davi contra seu próprio pai Saul, que se consumia de ódio ardente, assassino, do jovem Davi. Quando Saul expressou as suas intenções assassinas contra Davi, Jonatã rogou a favor de Davi: “Por que deve ser entregue à morte? Que fez ele?” — 1 Sam. 20:32.

Sim, embora Jonatã soubesse que seu pai estava certo ao dizer que Davi o substituiria como o próximo rei de Israel, Jonatã não tinha inveja de Davi. Ele era leal, embora tomar o partido de Davi quase custasse a Jonatã a própria vida, pois, o seu pai, Saul, atirou a sua lança contra Jonatã por falar bem de Davi. A lealdade de Jonatã, sem dúvida, era uma fonte de consolo e de fortalecimento para Davi. — 1 Sam. 20:24-34.

Naturalmente, se refletirmos por um instante, veremos que temos de aplicar este princípio do amor leal em primeiro lugar para com o nosso Criador, o Deus da Bíblia. Temos certamente a obrigação de amá-lo, e, assim, de ser-lhe leais. Os verdadeiros cristãos dão prova de seu amor a ele por virem em sua defesa quando Seu nome está sendo difamado. Que ele está sendo amplamente difamado foi observado de modo impressionante por um norte-americano envolvido em negócios públicos, o Senador Frank Carlson. Comentando a tendência dos nossos dias, de “não confiar em ninguém — não acreditar em ninguém — não ter fé em nada”, ele prosseguiu: “Não se pode apanhar nenhum jornal, nenhuma revista ou nenhum livro que, em si mesmo ou de si mesmo, não critique alguma coisa ou alguém, incluindo até mesmo entre as suas vítimas o Próprio Deus todo-poderoso. Deveras, as críticas contra Deus se situam bem acima de quase todas as outras críticas do momento. Mais pessoas — em maior número de formas e em mais ocasiões — lançam dúvida, arremetem dardos e atiram acusações contra Deus, tais como este país jamais viu em toda a sua história.” — U. S. News & World Report, 1o de julho de 1968.

Os verdadeiros cristãos podem demonstrar e demonstrarão que Deus existe realmente, que ele é o Ser Supremo, Aquele que merece nosso amor e nossa adoração. Divulgam de bom grado a razão por que ele tem permitido a iniqüidade até agora, e que ele em breve porá têrmo a ela. — Sal. 83:18.

Quanto às criaturas humana, talvez tenha tido a oportunidade, vez após vez, de defender um amigo quando se falava mal dele. Por exemplo, certa vez, um estranho se dirigiu ao recepcionista na sede da Sociedade Torre de Vigia e começou a lançar invectivas contra uma Testemunha cristã. O recepcionista, ele mesmo Testemunha cristã, interrompeu o que falava, dizendo: “Não pretendo escutar tal conversa. Se tiver uma queixa contra alguém, dirija-se a ele pessoalmente, como foi ordenado por Jesus Cristo em Mateus 18:15-17.” Isto demonstrou tanto lealdade como sabedoria.

Sim, seja vagaroso em acreditar em acusações sérias feitas contra um amigo ou concrente. Antes de fazê-lo, verifique se o acusador está de posse de todos os fatos; talvez se trate de um mal-entendido e possa remediar o assunto com explicações. Mas, se os fatos deveras corroborarem uma acusação séria, então seria lealdade enganada tomar o partido de um mentiroso, ladrão ou apóstata, conforme se costuma fazer. A lealdade a Deus e aos princípios precisa ter precedência às amizades humanas. Ademais, não devem estas basear-se em princípios?

Todavia, talvez o seu amigo cometesse realmente um engano, falhasse em certo sentido, cedesse a uma fraqueza herdada ou não agisse sabiamente, por falta de madureza. Neste caso, novamente, a menos que o assunto tenha realmente sérias conseqüências, poderá demonstrar amor leal por defendê-lo. Poderá fazer concessões, reduzir ao mínimo o motivo da queixa e salientar ao ofendido ou ao tagarela o fato de que todos nós somos imperfeitos e de que ‘não devemos ultrajar a ninguém’. A lealdade deve realmente impedir que conte a outros tais faltas. Antes, lembre-se de que, conforme o expressou o sábio escritor real dos Provérbios: “O amor encobre mesmo todas as transgressões.” — Tito 3:2; Pro. 10:12.

Quanto anima o coração quando ouvimos um amigo nos defender! Realmente, neste caso “o amor edifica”! (1 Cor. 8:1) Edifica não sòmente o defendido, mas também aquele que nos defende, por causa da coragem e da lealdade demonstradas. Deveras, neste caso também é verdade que “aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente”. — Pro. 11:25.

As oportunidades de se mostrar que o verdadeiro amor é leal se apresentam continuamente, se estivermos atentos. Assim, o cristão dedicado sempre encontrará oportunidades para defender o seu Deus, quando se associa com estranhos, nos locais de negócios ou de emprego. Também dentro do círculo familiar, em vista da associação íntima, há muitíssimas oportunidades para seus membros se defenderem mutuamente.

Gostaria de que outros lhe demonstrassem lealdade em tempos de necessidade? Então, lembre-se: “Assim como quereis que os homens façam a vós, fazei do mesmo modo a eles.” — Luc. 6:31.

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