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  • Cumprindo o novo mandamento do amor
    A Sentinela — 1965 | 15 de outubro
    • que ficar envergonhado de mim e das minhas palavras, nesta geração adúltera e pecaminosa, deste o Filho do homem também se envergonhará, quando chegar na glória de seu Pai, com os santos anjos.” — Mar. 8:34-38.

      17, 18. (a) Que propósitos amorosos cumpriu Jesus pela sua morte? (b) Em que maravilhosa relação podemos entrar agora, e como?

      17 Pela sua morte, Jesus cumpriu seu propósito primário em vir à terra: vindicar o querido nome de seu Pai. (João 17:6; 18:37) Também proveu o resgate para todos da humanidade que o aceitassem e aos quais pudesse dizer: ‘Vós sois meus amigos [porque] fazeis o que vos mando.’ (João 15:14) Obteve o direito de servir qual rei dum novo governo capital, tendo seu trono nos céus, e de servir a favor de seus seguidores como sacerdote de Deus, “não alguém que não se possa compadecer das nossas fraquezas, mas alguém que foi provado em todos os sentidos como nós mesmos, porém sem pecado”. — Heb. 4:15.

      18 Quarenta dias depois de sua ressurreição, Jesus retornou de novo para o domínio celeste, mas, jamais se esqueceu desta designação missionária onde serviu durante trinta e três anos e meio. Atualmente, ele domina qual rei para com a terra em seu reino estabelecido, e podemos até mesmo agora usufruir seu amor e sua afeição e a de seu Pai, Jeová Deus, se nos também provarmos seus discípulos. Precisará de amor de nossa parte. — Mat. 25:31-40; João 15:7-10.

      19. (a) Que qualidade têm notado as pessoas ao redor do mundo como sendo manifesta entre as testemunhas de Jeová, e por que é incomum? (b) Por que o verdadeiro amor as obriga a levar vidas que muitos não consideram como sendo “normais”?

      19 Os fiéis discípulos de Jesus cumpriram o novo mandamento e atualmente a sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová se esforça sinceramente de cumpri-lo também. As suas assembléias, nacionais e internacionais, as colocam diante do olho público, bem como sua atividade de casa em casa as tem levado a ter contato com famílias individuais em milhões de lares ao redor do globo. Seu forte amor a Deus, ao próximo, e uns pelos outros, tem sido comentado nos jornais, no rádio e em jornais cinematográficos em muitas nações. As fricções internacionais, as facções nacionais, as diferenças raciais não podem romper seu vínculo de amor. A perseguição e o vitupério não as têm amargurado. (1 Cor. 13:6, 7) Para muitas pessoas, a vida que levam talvez não pareça ser “normal”, ao assistirem regularmente suas reuniões congregacionais três vezes por semana e empregarem grande parte do seu tempo livre nos fins-de-semana e nas noitinhas na obra de instrução bíblica. Mas, as testemunhas de Jeová sabem que o mundo hodierno não é um mundo “normal”, nem são estes tempos “normais”. O cumprimento inequívoco das profecias bíblicas, assinalando este tempo como sendo o mais incomum e significativo da história da terra, provê fatores que o verdadeiro amor não desperceberá. Sim, atualmente, tendo o Armagedom a encarar-nos de frente, temos de ter presente o pensamento sóbrio de que milhões, até mesmo bilhões, de vidas talvez tenham fim rápido e decisivo, colocando os seus possuidores de então além do alcance de qualquer expressão de amor da nossa parte. — Mat. 24:34-42.

      20. (a) Com respeito a tal modo de vida “normal”, o que exige de cada um de nós o novo mandamento do amor? (b) Por que é tão vital aprendermos e aperfeiçoarmos o genuíno amor agora?

      20 O que dizer de nós como pessoas? Será que individualmente cumpriremos o mandamento: “Que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei”? Estamos nós dispostos a sacrificar o que o mundo chama de vida “normal” para devotar-nos a ajudar nossos irmãos e as pessoas interessadas que mostrem amor pela justiça a fim de ganharem a vida eterna, até mesmo arriscando ou perdendo a nossa vida em seu favor? Todo dia algumas das testemunhas de Jeová estão fazendo exatamente isso, atrás da Cortina de Ferro e em outras partes. Por que não? “Por meio disso chegamos a conhecer o amor, porque esse entregou a sua alma por nós; e nós temos a obrigação de entregar as nossas almas pelos nossos irmãos.” (1 João 3:16) Precisamos aprender a amar verdadeiramente agora e aprender isso tão bem de modo que nas provas futuras, em situações tentadoras, nas decisões difíceis, o amor nos mova a fazer o que é certo e a perseverar. Então, muito embora o mundo talvez tente agir sobre nossas emoções, suscitar sentimento, ou cegar-nos aos princípios e aos verdadeiros interesses vitalícios dos outros, nós veremos claramente qual é a coisa amorosa a fazer. — Tia. 1:12; 1 João 4:17, 18.

      21. Estando às portas a nova ordem de Deus, de que perspectivas nos assegura o verdadeiro amor, e o que devemos ser estimulados a fazer?

      21 A nova ordem de Deus está às portas e nela os seus súditos terrestres, pelo amor, produzirão consecuções mil vezes mais maravilhosas que qualquer coisa que o egoísmo já tenha feito nesta ordem atual. Farão desta terra não só um paraíso literal, mas também um espiritual, cheio dos frutos do espírito de Deus: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura e autodomínio. Tendo no coração os seus interesses vitalícios, nossa oração é de “que o vosso amor abunde ainda mais e mais com conhecimento exato e pleno discernimento; que vos certifiqueis das coisas mais importantes, para que sejais sem defeito e não façais outros tropeçar, até o dia de Cristo, e estejais cheios de fruto justo, que é por intermédio de Jesus Cristo, para a glória e o louvor de Deus”. — Fil. 1:9-11.

  • Uma terra rica em bdélio
    A Sentinela — 1965 | 15 de outubro
    • Uma terra rica em bdélio

      ◆ Talvez saiba o que é o ouro e o ônix, mas sabe o que o bdélio? A terra de Havilá tinha todos os três. (Gên. 2:11, 12) É obviamente precioso, sendo mencionado junto com a pedra ônix e o ouro. Deve ter sido conhecido pelos israelitas, porque Moisés comparou a aparência do maná ao bdélio. (Núm. 11:7) Esta goma aromática era muito apreciada na antiguidade, sendo tida em alta conta tanto pelos judeus como pelos gentios. A goma provinha duma árvore, e, segundo Plínio, era transparente, cerosa, e oleosa, ao toque. Era de fragrância que atingia considerável distância, tendo aroma e sabor como a mirra, embora mais fraco. Quando queimado, o bdélio difunde odor balsâmico. Os antigos o usavam como a mirra — em perfumes, em incenso e na medicina.

  • A paciência triunfa
    A Sentinela — 1965 | 15 de outubro
    • A paciência triunfa

      Sempre que possível, uma das cinco reuniões regulares que as testemunhas de Jeová realizam em seus Salões do Reino é uma conferência pública que aborda um tema bíblico e de caráter momentoso. Em Birigui, S. P., Brasil, uma Testemunha começou a dirigir um estudo bíblico domiciliar com uma senhora, depois de revisitá-la. Esta senhora logo se dedicou a Jeová Deus. O marido dela, contudo, resistia a todos os empenhos da Testemunha para que também estudasse a Palavra de Deus, a Bíblia. Sempre que convidado a ler os textos bíblicos no estudo realizado em sua casa, ele se recusava a ler, e isto durante cerca de um ano. Por ocasião da visita do representante viajante da Sociedade, conhecido por servo de circuito, o marido da nova irmã foi convidado a assistir à conferência pública da visita e, desse dia em diante, a verdade lhe começou a brotar no coração. No próximo estudo, ele não só aceitou ler os textos bíblicos, mas começou a responder às perguntas feitas no estudo também. Em verdade, conforme disse o apóstolo Paulo em Gálatas 6:9, a paciência triunfa.

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