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  • Ministério da congregação — basta o seu melhor?
    A Sentinela — 1968 | 1.° de outubro
    • ser treinado por meio da meditação, do estudo e da instrução, de modo que as palavras que dite à língua desarraiguem dogmas tradicionais entrincheirados e derrubem falsos raciocínios, trazendo os pensamentos à conformidade com a verdade bíblica. Nossa mente pode fazer isto se obedecer às ordens de Jeová com respeito a seu treinamento, e a mente que ama obedecerá. — 2 Cor. 10:4, 5.

      COM TÔDA A ALMA E COM TODO O CORAÇÃO

      A pessoa talvez use a maior parte de sua fôrça no serviço de Jeová, e use efetivamente a sua mente bem treinada em lidar com a palavra da verdade, todavia, anule tudo isto pela conduta incorreta de vez em quando. Tal pessoa não estaria amando a Jeová com tôda a sua alma. “Alma” refere-se à vida da pessoa, a conduta da pessoa em tôdas as ocasiões. Temos de amar a Jeová com tôda a nossa alma ou vida, e não apenas com parte da mesma. O cristão nunca está de folga do Cristianismo; trata-se dum serviço de vinte e quatro horas por dia. Devemos não só pregar e assistir às reuniões e estudar, mas também ajustar-nos às leis morais de Jeová e corresponder a seus princípios em nossa vida diária. O apóstolo Paulo estava cônscio disto, e disse: “Amofino o meu corpo e o conduzo como escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não venha a ser de algum modo reprovado.” Sua obra de pregação não o salvaria da desaprovação se não vivesse sempre uma vida moralmente limpa. Há uma batalha entre a mente educada segundo a lei de Jeová e o corpo de carne, com suas inatas tendências e desejos pecaminosos, e Paulo castigava seu corpo para mantê-lo escravo à lei divina em sua mente. As roupas figurativas que nos identificam quais testemunhas de Jeová não podem ser colocadas de lado ao passo que nos vestimos temporàriamente com as obras da imoralidade mundana. Nosso amor não é como uma veste clerical que pode ser posta de lado enquanto seu usuário traja vestes civis para cair na farra carnal. Isso não seria amar a Jeová com tôda a nossa alma, com nossa vida inteira. — 1 Cor. 9:27; Rom. 7:15-25.

      Por certo, isto pareceria abranger tudo, mas não abrange. Em adição a amarmos a Jeová com tôda a nossa fôrça, e tôda a mente e tôda a alma, temos também de amá-lo com todo o nosso coração. O coração se refere figuradamente aos sentimentos ou afeições, e é chamado de sede dos motivos, a fonte que nos motiva a agir de uma forma ou de outra. E visto que o amor é expresso por ações, visto que nos impele a agir e é um forte motivo para agirmos de certos modos, o coração simboliza a sede do amor. Assim, amarmos a Jeová de todo o coração significa obedecer-lhe motivados pelo amor, amor a êle e amor ao nosso próximo. Alguém poderia usar a fôrça, e a mente, e portar-se diàriamente conforme Jeová decreta, mas fazer tudo isso por egoísmo. Isso não seria aceitável. O serviço precisa partir do coração, ser feito por amor e com o espírito de alegria e júbilo. “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” — 2 Cor 9:7.

      Assim como o amor sem obras é morto, assim as obras sem amor são mortas. Paulo disse que se falasse as línguas dos homens e dos anjos, isso não valeria nada se não tivesse amor. Se profetizasse e tivesse todo o conhecimento e entendimento e a fé suficiente para transplantar montanhas, mas não tivesse amor, seria como nada. Se doasse todos os seus bens para alimentar a outros, gastasse seu corpo no serviço ou o entregasse para ser destruído pelos perseguidores, todavia lhe faltasse o amor, não teria proveito algum. O nosso serviço tem de ser motivado pelo amor. — 1 Cor. 13:1-3.

      De nôvo, pergunta-se: Amamos realmente a Jeová? Com tôda a força, tôda a mente, tôda a alma, tôdo o coração? Tem o serviço a primazia de nossa fôrça? Estão nossas mentes cheias de textos? Se estão na Bíblia, por que não estão em nossas mentes? Muita matéria? Talvez. Pouquíssimo estudo? É mais provável. Será que nossa vida diária reflete nosso amor a Jeová? E provém do coração? Os requisitos são pesados, quando analisados cuidadosamente, não são? Até o nosso melhor nem sempre basta, e precisamos melhorar. Por exemplo, em 1918, quando Cristo veio ao templo, os ungidos na terra tentavam fazer o seu melhor, mas não bastava. Ora, a Bíblia até mesmo diz que se tivesse vindo então a tribulação do Armagedom, nenhuma carne teria sido salva! Mas, por causa de os ungidos tentarem sinceramente fazer o melhor que podiam, Jeová lhes estendeu misericórdia, corrigiu-os, expurgou-lhes das idéias erradas, e concedeu tempo para que melhorassem seu serviço, de modo que fôsse aceitável. Seu melhor ainda tinha de se tornar melhor antes que Êle pudesse aceitá-lo. — Mat. 24:22.

      Assim, sempre faça o seu melhor, e sempre tente aprimorá-lo. Aprecie os servos que o incentivam a trabalhar mais, a trabalhar melhor, antes de niná-lo a um falso sentimento de segurança, dizendo que já faz o bastante agora e deve ficar satisfeito com isso. Seja diligente em melhorar o seu melhor atual, pois há lugar para melhora até que nos tornemos perfeitos, e a perfeição total e completa à vista de Jeová não virá aos habitantes da terra senão no fim do reinado milenar de Cristo. Então, o nosso melhor será sempre suficientemente bom.

  • Jovens: não hesitem em dar testemunho aos idosos
    A Sentinela — 1968 | 1.° de outubro
    • Jovens: não hesitem em dar testemunho aos idosos

      A filial da Birmânia da Sociedade Tôrre de Vigia (EUA) recebeu a seguinte carta de uma pessoa idosa culta, que aprendeu a verdade com a ajuda de um jovem publicador pouco ilustrado. Diz a carta: “Certo dia chuvoso chegaram à minha casa dois rapazes. Pensando que tinham vindo refugiar-se da chuva, convidei-os a entrar. Mas, apresentaram-se como sendo ministros e proferiram um sermão. Depois de ouvi-lo, fiquei surprêsa de notar que êstes rapazes sabiam mais sôbre o futuro da terra do que eu. Tenho agora setenta e quatro anos e tenho sido batista desde os quatorze anos, e tenho sido considerada como anciã e sou membro do comitê do grupo feminino em minha cidade, mas meu conhecimento da Bíblia parecia ser nenhum em comparação com o de tais jovens. Deixaram algumas revistas e tratados e fiquei absorta em lê-los. O que li me fez pensar sèriamente, e desejei encontrar-me de nôvo com êles para fazer algumas perguntas. Para minha surprêsa e alegria, voltaram para me ver. Um dêles iniciou um estudo bíblico comigo. Desde êsse dia, tenho-me sentido muito feliz de conhecer o verdadeiro Deus e seus propósitos. Com a ajuda de Deus, obtive agora melhor entendimento de sua Palavra. Minha única lástima é que não aprendi antes a verdade. Poderia então ter feito mais pelo nosso Criador. Ainda assim, sinto-me muito grata de que, durante o restante período curto de minha vida, posso ainda servir a Jeová Deus. Algumas de minhas velhas amigas e colegas têm zombado de mim e me vituperado por me ter tornado uma das testemunhas de Jeová. Com desprêzo, diziam: ‘Era melhor que tivesse voltado ao budismo.’ Mas, sinto-me feliz de poder ser contada entre aquêles que são odiados por causa do nome de Jesus!” Atualmente, ela é uma Testemunha dedicada. Portanto, jovens, não hesitem em dar testemunho aos idosos.

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