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  • Homens sábios, discretos e experientes para guiar o povo de Deus
    A Sentinela — 1979 | 15 de julho
    • a amplitude da experiência que alguém tem como discípulo de Cristo não é em si mesmo um fator determinante para ele ser ancião. É um fator relativo, cuja importância é pelo menos parcialmente regida pelas circunstâncias prevalecentes. Paulo escreveu a Timóteo que, na escolha de anciãos para a congregação efésia, ele devia prevenir-se para não escolher um “homem recém-convertido, para que não venha a enfunar-se de orgulho”. (1 Tim. 3:6) O verdadeiro cristianismo já fora estabelecido em Éfeso mais ou menos uma década antes, e, por isso, seria especialmente impróprio escolher ali um dos discípulos mais novos, para servir entre os anciãos da congregação.

      13, 14. (a) Que exemplos ilustram que as circunstâncias podem influir na determinação de como se deve encarar o grau de experiência duma pessoa? (b) Não obstante, que fatores devem receber consideração primaria em todos os casos?

      13 Escrevendo a Tito, em Creta, Paulo evidentemente não sentiu a mesma urgência de dar admoestações acauteladoras e não incluiu isso nas suas observações a respeito da escolha de anciãos. O fato de que a verdadeira adoração fora estabelecida em Creta apenas relativamente pouco tempo antes disso talvez tivesse que ver com o caso. Notamos que, na primeira viagem missionária de Paulo, ele e Barnabé proclamaram as “boas novas” em cidades tais como Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia, e depois, durante a mesma viagem, retornaram e ‘designaram-lhes anciãos na congregação’. (Atos 13:14, 42-52; 14:1-7, 20-23) Visto que a inteira viagem missionária provavelmente abrangia apenas partes de dois anos, é evidente que pelo menos alguns destes homens não tinham muitos anos de experiência como discípulos cristãos. Mas, visto que havia entre eles crentes judaicos, sem dúvida, muitos, se não todos os escolhidos, tinham uma boa formação de conhecimento bíblico e experiência na aplicação dos princípios das Escrituras Hebraicas, até mesmo já antes de se tornarem cristãos. Naturalmente, teriam de ajustar seu modo de pensar as verdades, em resultado do desenvolvimento na adoração pura, trazida pelo cristianismo. O próprio apóstolo Paulo foi escolhido por Cristo Jesus, logo desde o tempo de sua conversão, como um daqueles que seriam usados de modo especial, e, mais tarde, demonstrou ter as qualidades que se procura num ancião (Gál. 1:15 a 2:2; Atos 13:1-4) Mas, também no seu caso, sua formação bíblica como adorador judaico, devoto, de Jeová Deus tornou possível um rápido desenvolvimento, assim que se lhe ajudara a reconhecer e a aceitar o Messias. — Atos 9:15-18, 20, 22, 26-30; Gál. 2:6, 7.

      14 Portanto, em vez de nos empenharmos em estabelecer limites fixos, temos de ser governados pela sabedoria e pelo bom senso, pesando as circunstâncias quanto a experiência que o prospectivo ancião tem na verdadeira adoração. Numa congregação em que muitos membros já estão por décadas na verdade, o homem que foi batizado apenas uns três anos antes pareceria relativamente “novo”. Mas, numa congregação recém-formada, onde a maioria dos membros apenas recentemente aceitou a verdade, a experiência de tal homem poderá parecer razoavelmente longa em comparação com a dos outros. Qualquer que seja o caso, sempre é vital nunca perder de vista a necessidade de o homem manifestar sabedoria, discrição e bom senso, se ele há de desincumbir-se das pesadas responsabilidades envolvidas no pastoreio do rebanho de Deus.

      PROGRESSO NA MANIFESTAÇÃO DE SABEDORIA E DISCERNIMENTO

      15. Que espírito devem os anciãos demonstrar quanto a melhorarem suas próprias qualidades e aptidões?

      15 Timóteo já era ancião experiente quando o apóstolo Paulo o exortou a se absorver em assuntos espirituais, para que ‘seu progresso fosse manifesto a todos’. (1 Tim. 4:15, 16) Quem for sábio não ficará cheio de si, nem achará que não pode mais aprender ou melhorar. “Quem é sábio e entendido entre vós?” escreveu o discípulo Tiago, acrescentando: “Mostre ele as suas obras pela sua boa conduta com a brandura [moderação, Negromonte] que pertence à sabedoria.” Tal espírito produzirá harmonia dentro do corpo de anciãos, eliminando qualquer espírito de discórdia, ciúme ou contenda. — Tia. 3:13-18.

      16. (a) Em que sentido são iguais todos os anciãos? (b) Como se pode manifestar seu progresso, com maior benefício espiritual para todos os do rebanho de Deus?

      16 Embora os anciãos sejam “iguais” na sua responsabilidade e autoridade de servir, e trabalhem a favor do rebanho, não são necessariamente iguais em outros sentidos. Alguns têm muito mais experiência, tanto na vida como na verdade, e têm feito progresso na sabedoria, em resultado de anos de estudo e esforços sérios. Cada um deles tem a sua força junto com as suas fraquezas. Se apreciarmos e aproveitarmos a força dos outros, nós também poderemos fazer com que nosso “progresso seja manifesto a todos”. (Rom. 12:3-10, 16) A ajuda provida por meio de tais pastores humildes, sinceros e tementes a Deus, possuídos de conhecimento e perspicácia, mostrará veraz a palavra profética e fará com que o rebanho de Deus, hoje, deveras ‘se torne muitos e dê fruto na terra’, tudo para o eterno louvor de Deus. — Jer. 3:15, 16.

  • Qualificações para instrutores na congregação
    A Sentinela — 1979 | 15 de julho
    • Qualificações para instrutores na congregação

      “Quem é sábio e entendido entre vós? Mostre ele as suas obras pela sua boa conduta com a brandura que pertence à sabedoria.” — Tia. 3:13.

      1. Por que é muito importante que aqueles que servem como instrutores na congregação cristã sejam homens qualificados?

      A INFLUÊNCIA do instrutor pode ser benéfica, ou então prejudicial. Isto se dá especialmente em assuntos de adoração. Jesus Cristo disse com referência aos fariseus: “Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” (Mat. 15:14) Todos os que acompanhavam cegamente os ensinos não-bíblicos dos fariseus encaminhavam-se para a ruína e a morte espirituais, ao passo que os que acatavam o ensino do Filho de Deus estavam no caminho da vida. (Mat. 7:13-20, 24-27) O fato de vidas estarem envolvidas torna imperativo que os que servem quais instrutores na congregação sejam homens qualificados.

      2. Por que podia Paulo dizer: “Estou limpo do sangue de todos os homens”?

      2 O que o apóstolo Paulo disse a respeito de si mesmo, aos anciãos da congregação de Éfeso, mostra que a maneira em que o instrutor cristão se desincumbe de sua responsabilidade pode torná-lo culpado de sangue ou livrá-lo da culpa de sangue. O apóstolo declarou: “Eu vos chamo como testemunhas, no dia de hoje, de que estou limpo do sangue de todos os homens, pois não me refreei de falar a todos vós todo o conselho de Deus.” (Atos 20:26, 27) Se alguns anciãos da congregação efésia se tornassem infiéis e começassem a torcer as Escrituras para a sua ruína espiritual e em prejuízo de seus concrentes, não se podia lançar a culpa sobre Paulo. (Veja Atos 20:29, 30.) Eles mesmos levariam a culpa pelo sangue derramado. O apóstolo havia feito o máximo para transmitir-lhes “todo o conselho de Deus”. Não lhes havia negado nada do que era necessário para a salvação. Não tivera o desejo de obter popularidade, por agradar aos ouvidos deles ou por evitar assuntos que forçosamente iam expor

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