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  • “Quem é sábio e entendido entre vós?”
    A Sentinela — 1972 | 15 de maio
    • Palavra de Deus, do primeiro livro, Gênesis, ao último, Revelação, e falam sobre ela liberalmente com outros, para que possam ser guiados pela sabedoria celestial dela. Querem estar na luz e viver à luz da Palavra de Deus. Dá-se isso no seu caso? Em caso afirmativo, exortamo-lo a freqüentar regularmente as reuniões das testemunhas de Jeová. Ao passo que aprende a Palavra de Deus, aplique-a. Mostra assim que é realmente “sábio e entendido”, e que a sua conduta reflete a “mansidão que pertence à sabedoria”. — Tia. 3:13.

  • Anciãos designados para pastorear o rebanho de Deus
    A Sentinela — 1972 | 15 de maio
    • Anciãos designados para pastorear o rebanho de Deus

      1. (a) Que espécie de homens são os superintendentes nas congregações das testemunhas de Jeová? (b) Basicamente, o que faz um superintendente na congregação?

      A ORGANIZAÇÃO teocrática das testemunhas de Jeová não tem ministros assalariados nas suas congregações. Homens maduros, espiritualmente qualificados, da própria congregação, são designados como anciãos e superintendentes. (Tito 1:5, 7) Estes homens estão interessados no bem-estar do rebanho inteiro sob os seus cuidados. A palavra “superintendente” é a tradução portuguesa da palavra hebraica paqidh e da palavra grega epískopos. A palavra hebraica deriva-se dum termo que significa “visitar, dar atenção a, inspecionar”, e também “designar ou comissionar”. O termo grego está relacionado com episkopéo (supervisão), e significa “supervisionar ou vigiar”. Portanto, um superintendente numa congregação cristã é alguém designado para cuidar da congregação, para visitar e edificar os associados com ela. Os “superintendentes” cristãos correspondem aos reconhecidos como “homens mais maduros” das congregações, sendo que todos estes “homens mais maduros” ou anciãos designados têm responsabilidades como superintendentes do rebanho de Deus.

      2. Quando Paulo falou aos anciãos da congregação de Éfeso, que conselho encorajador lhes deu, e qual foi o motivo deste conselho?

      2 Quando o apóstolo Paulo, voltando de uma de suas viagens missionárias, chegou a Mileto, enviou uma mensagem a Éfeso e “chamou os anciãos da congregação”. (Atos 20:17, margem da ed. ingl. de 1971) Quando estes anciãos foram visitar Paulo, lembrou-lhes como ele se havia gasto a favor deles e os exortou a fazer o mesmo para com todo o rebanho confiado aos cuidados deles. Disse: “Não me refreei de vos falar coisa alguma que fosse proveitosa, nem de vos ensinar publicamente e de casa em casa. . . . Não obstante, não levo a minha alma em conta como estimada por mim, desde que eu possa terminar a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho cabal das boas novas da benignidade imerecida de Deus. E agora, eis que sei que todos vós, entre os quais eu estive pregando o reino, não vereis mais o meu rosto. . . . não me refreei de falar a todos vós todo o conselho de Deus. Prestai atenção a vós mesmos e a todo o rebanho, entre o qual o espírito santo vos designou superintendentes para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio Filho.” (Atos 20:16-28) Paulo tomava seu trabalho muito a sério e queria incutir nos seus co-anciãos a seriedade de sua responsabilidade perante Deus como superintendentes do rebanho.

      3. (a) Considerava-se algum ancião de Éfeso como sendo o principal? (b) Que perguntas interessantes se suscitam agora?

      3 Note-se que nenhum ancião era considerado como sendo o principal, o chefe da congregação. Este cargo foi dado por Deus ao seu próprio Filho, Jesus Cristo. (Efé. 1:22, 23; Col. 1:18) Os anciãos serviam debaixo de Cristo como um corpo. Eram um grupo de pessoas iguais no que se referia à sua responsabilidade. Paulo falava deles como sendo um “corpo de anciãos”; exigia-se de todos eles que dessem o mesmo exemplo excelente à congregação. (1 Tim. 4:14, margem da ed. Ingl. 1971.) Como se tornaram estes homens qualificados para ser anciãos na congregação de Éfeso? Por certo, deve ter havido alguma organização, alguma ordem, alguma direção para o rebanho de Deus. Mas, por que foram estes homens específicos designados como pastores?

      REQUEREM-SE QUALIFICAÇÕES DEFINIDAS

      4. Onde se encontram na Bíblia os pormenores sobre as qualificações dos superintendentes ou dos anciãos, e por que é importante aderir a elas bem de perto?

      4 Para sabermos pormenores sobre as qualificações, podemos recorrer à primeira carta que Paulo escreveu a Timóteo. Encontramos no terceiro capítulo uma descrição de como deve ser o superintendente ou ancião. Estes requisitos não devem ser encarados levianamente. Só se pode esperar a bênção de Deus quando se segue de perto a sua Palavra. — 1 João 3:22.

      5. (a) A fim de se habilitar para uma designação de ancião, qual deve ser a situação da moral da pessoa? (b) Qual é o significado da declaração de que “o superintendente . . . deve ser irrepreensível”?

      5 Era perfeitamente próprio que algum homem na congregação cristã de Deus ‘procurasse alcançar o cargo de superintendente’, que procurasse satisfazer as normas exigidas, porque isto mostraria que estava desejoso duma obra excelente. No entanto, antes de um homem cristão poder ser recomendado para este cargo, certamente tem de mostrar “as suas obras pela sua boa conduta com a mansidão que pertence à sabedoria”, conforme salientou Tiago. (Tia. 3:13) Tem de ser um homem que odeia o mal. Senão, não terá o “temor de Jeová”, que é “o início da sabedoria”. (Pro. 9:10; 8:13) Basicamente, se um homem quiser habilitar-se para ser designado como ancião, terá de aderir coerentemente à norma moral mais elevada. Conforme já aprendemos no artigo precedente, a sabedoria de cima é primeiramente “casta”. Portanto, a moral do ancião precisa ser correta e estar em plena harmonia com a Palavra de Deus. Paulo, ao escrever ao jovem Timóteo, no terceiro capítulo, começando no versículo dois, disse: “O superintendente, portanto, deve ser irrepreensível.” Irrepreensível significa estar livre de repreensão ou culpa. Sua conduta, seus tratos com as pessoas e seu modo de vida não podem ser da espécie que possa ser posta em dúvida. Precisa estar acima de vitupério quanto à sua conduta na congregação, no seu emprego secular e em todas as outras partes. Precisa ser homem das normas morais mais elevadas. — 2 Cor. 6:3, 4.

      6. Que influência têm os costumes locais sobre o requisito de que o superintendente seja “marido de uma só esposa”?

      6 O superintendente, se for casado, deve ser “marido de uma só esposa”. Os costumes locais não alteram este requisito. Ele não pode ser polígamo, tendo duas ou mais esposas. — Mat. 19:3-9.

      7-9. O que está incluído em ser (a) “moderado nos hábitos”; (b) “ajuizado”, e (c) “ordeiro”?

      7 O homem qualificado para ser superintendente também deve ser “moderado nos hábitos”, não alguém que vai a extremos. Deve ter um conceito equilibrado sobre as suas responsabilidades como cristão e desincumbir-se delas dum modo que tenha o respeito dos concristãos.

      8 A próxima qualificação mencionada

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