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  • André
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • todas as listas apostólicas. — Mat. 10:2; Mar. 3:18; Luc. 6:14.

  • Anel (Argola)
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    • ANEL (ARGOLA)

      Adornos anelados de vários tipos, usados tanto por homens como por mulheres, eram comuns entre os hebreus, egípcios, assírios, babilônios, gregos, romanos e outros povos da antiguidade. Argolas eram usadas no nariz, nas orelhas, e anéis nos dedos. Os materiais usados incluíam ouro, prata, latão, bronze, vidro, ferro e marfim, alguns anéis sendo cravejados de pedras.

      Uma das principais palavras hebraicas usadas para designar um anel é tabbá‘ath, de uma raiz que significa “mergulhar”. Este termo pode estar ligado à principal utilização de alguns anéis antigos, isto é, para fazer uma impressão em argila ou em cera, por serem ‘mergulhados’ ou comprimidos sobre ela. Anéis dessa espécie eram de ouro, de prata ou de bronze, alguns sendo cravejados com uma pedra gravada com o nome ou símbolo de seu dono, tal como o cartucho dum faraó do Egito. Tais anéis eram montados com engastes, ou eram do tipo articulado ou cilíndrico. Alguns eram pendurados, provavelmente no pescoço, numa corrente ornamental. (Gên. 38:18, 25) Há alguns anos foi descoberto um antigo anel de sinete que pertencera ao faraó egípcio Quéops (Cufu), construtor da grande pirâmide de Giza.

      O anel de sinete dum regente ou alto oficial era símbolo de sua autoridade. (Gên. 41:41, 42) Documentos oficiais, ou coisas nas quais não se devia mexer, nem alterar, eram selados com eles, de um modo similar como se apõem selos ou assinaturas nos tempos modernos. — Ester 3:10-13; 8:2, 8-12; Dan. 6:16, 17.

      Na ilustração de Jesus sobre o filho pródigo, ele ilustrou o pai perdoador como ordenando que fosse posto um anel na mão do filho pródigo que voltava. (Luc. 15:22) Este ato demonstrava o favor e a afeição do pai, e a dignidade, a honra e a alta posição concedidas ao filho restaurado. Tiago, meio-irmão de Jesus, aconselhou os cristãos a não mostrar favoritismo aos vestidos de modo esplêndido e que usavam anéis de ouro nos dedos (indicando riqueza e posição social). (Tia. 2:1-9) Em sentido similar, o apóstolo Pedro, ao passo que não condenava o uso de tais adornos, indicou que o adorno espiritual era muito mais importante. — 1 Ped. 3:1-5.

      USO FIGURADO

      Nos tempos antigos, um anel de sinete parece ter sido proverbial como símbolo dum objeto ou duma pessoa valiosa. O rei judeu, Conias (Joaquim) foi comparado a um ‘anel de chancela na mão direita de Jeová’, anel este que Ele arrancaria. Joaquim foi destronado depois duma regência muito breve. (Jer. 22:24; 2 Reis 24:8-15) Também, Jeová disse com respeito ao fiel Zorobabel: “Tomar-te-ei . . . e hei de constituir-te em anel de chancela, porque és tu a quem escolhi.” Zorobabel era um príncipe da linhagem de Davi. Tal promessa, por conseguinte, aparentemente significava que, assim como um anel de sinete é guardado como algo valioso, assim também a soberania da linhagem de Davi seria preservada em Zorobabel. Naquele tempo, essa linhagem real se achava numa posição humilhada sob o domínio gentio (Nee. 9:36, 37), mas o pacto de Deus com Davi era seguro. (Eze. 21:25-27) O verdadeiro Herdeiro do trono de Davi, Jesus Cristo, veio realmente por meio da descendência de Zorobabel. — Ageu 2:23; Mat. 1:12, 13; Luc. 3:27.

  • Anfípolis
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    • ANFÍPOLIS

      [ao redor da cidade].

      Uma cidade da Macedônia, cerca de 5 km do mar Egeu e do porto marítimo de Eion. Paulo passou por aqui em sua segunda viagem missionária. (Atos 17:1) Foi edificada sobre uma colina, cercada em três lados pelo sinuoso rio Estrímon, situação que, sem dúvida, forneceu o nome à cidade. Anfípolis situa-se cerca de 48 km a O-SO de Filipos e, devido à sua posição junto à famosa estrada romana, a Via Egnácia, e seu controle da ponte sobre o rio Estrímon, tinha considerável importância, estratégica e comercialmente falando. Fundada originalmente como colônia ateniense, no quinto século A.E.C., mais tarde ficou sob o controle dos macedônios. Depois disso, Roma assumiu o controle dela e a tornou cidade livre e capital do primeiro distrito da Macedônia. O povoado de Neocori se acha agora ali.

  • Animais
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    • ANIMAIS

      Jeová Deus formou todos os animais, cada espécie-família tendo seus próprios representantes originalmente criados, pois o registro nos assegura de que Deus fez cada um deles “segundo a sua espécie”. (Gên. 1:25) Neste artigo, consideraremos, em especial, os animais terrestres.

      Em vista de Deus conceder ao homem perfeito o domínio sobre as várias criaturas da terra, era muitíssimo apropriado que Adão tivesse o privilégio de dar nome a tais criaturas. (Gên. 1:26; 2:19, 20) Sujeitar o homem a tais animais impunha-lhe uma supervisão que sempre o obrigaria a prestar contas a Deus. — Luc. 12:48.

      Os animais foram criados dum modo que sentissem medo e receio do homem como seu superior. (Gên. 9:2, 3) Segundo os naturalistas, as criaturas selvagens, tais como o leopardo e a hamadríade (cobra-real), normalmente preferem esquivar-se da presença do homem, embora o ataquem quando provocadas, feridas, acuadas ou surpreendidas repentinamente. Tem-se sugerido que os tigres que comem gente, por exemplo, tornaram-se assim por força das circunstâncias, entre essas a de ficarem velhos ou feridos, o que limita grandemente a aptidão do tigre de procurar sua caça normal, e a redução da caça do tigre por meio das caçadas humanas.

      Já antes do Dilúvio, os animais eram mortos a fim de suprir roupa para os homens e para fins sacrificiais. (Gên. 3:21; 4:4) No entanto, não foi senão depois do Dilúvio que Noé e sua família obtiveram permissão de Jeová para adicionar a carne à sua dieta, estipulando-se que devia ser drenada do sangue. (Gên. 9:3, 4) Ao passo que isto tornava correto que os homens matassem animais para obter o alimento necessário, o homem não foi destarte autorizado a entregar-se à matança desnecessária, pela simples emoção da caçada ou para exibir proeza pessoal, tal como fez, indubitavelmente, Ninrode, o rebelde contra Deus. — Gen. 10:9.

      Alguns têm argumentado que a presença de animais em ilhas isoladas, tais como a Austrália e a Nova Zelândia, é indício de que nem todos os animais terrestres que estavam fora da arca pereceram no Dilúvio. No entanto, as descobertas dos oceanógrafos indicam que há base para se crer que, certa vez, cristas terrestres uniam o que são agora áreas terrestres isoladas. Por exemplo, estudos oceanográficos divulgados pelo Dr. René Malaise falam de descobertas indicativas de que, certa vez, existia uma “Crista Médio-Atlântica” que cruzava esse oceano acima da superfície. Possivelmente havia também outras cristas, e os animais poderiam ter emigrado através delas, antes que tais cristas afundassem abaixo da superfície do oceano. Outros estudos oceanográficos apresentaram evidência de que, certa vez, existia enorme continente no Pacífico Sul, que abrangia a Austrália e muitas das ilhas dos Mares do Sul. Se esse era o caso, então, os animais não tiveram, naturalmente, dificuldade alguma em emigrar para tais terras.

      ANIMAIS LIMPOS E IMPUROS

      Uma classificação dos animais pode ser observada nas instruções de Deus a Noé para que levasse consigo, para a arca, sete de cada animal limpo e dois de cada animal impuro. (Gên. 7:2, 3, 8, 9) Visto não ter sido ainda autorizada a dieta de carne, esta diferença entre limpos e impuros foi, provavelmente, determinada à base do que era aceitável a Jeová como sacrifício. Por isso, ao sair da arca, Noé sabia que criaturas eram limpas e apropriadas para serem oferecidas sobre o altar. (Gên. 8:20) Nessa ocasião, não existia nenhuma restrição com respeito ao tipo de animais que Noé e sua família podiam comer, conforme indicado pelas palavras de Jeová: “Todo animal movente que está vivo pode servi-vos de alimento.” — Gên. 9:3.

      A lei de Deus, dada aos israelitas, por conseguinte, introduziu nova distinção, ao decretar que certos animais eram adequados como alimento, e outros eram impuros e proibidos como alimento. O texto especifica: “Toda criatura de casco partido e de fenda nos cascos, e que rumina, dentre os animais, é a que podeis comer.” (Lev. 11:3) E, novamente: “Não deves comer coisa alguma detestável. Esta é a sorte de animal que podeis comer: o touro, a ovelha, e a cabra, o veado e a gazela, e o corço, e o cabrito montês [ou cabra selvagem], e o antílope, e a ovelha selvática, e a camurça; e todo animal de casco partido e de casco fendido em dois, que rumina entre os animais.” — Deut. 14:3-6.

      Os animais que não possuíssem uma ou ambas características supracitadas não deviam ser comidos pelos que estavam sob os termos do pacto da Lei. Os animais proibidos incluíam o procavia, a lebre, o porco, o camelo. Também, as criaturas que ‘andam nas suas patas’ foram proibidas, isto sem dúvida abrangendo criaturas tais como o leão, o urso e o lobo. — Lev. 11:4-8, 26, 27; Deut. 14:7, 8.

      Estas limitações dietéticas só se aplicavam aos que estavam sob os termos da Lei mosaica pois a declaração de Levítico 11:8 é: “São impuros para vós”, isto é, os israelitas. Sendo ab-rogada a Lei, à base da morte sacrificial de Cristo Jesus, tal proibição foi cancelada, e, mais uma vez, todos os humanos poderiam considerar-se sob a mesma provisão ampla anunciada a Noé, depois do Dilúvio. — Col. 2:13-17; Gên. 9:3, 4.

      Visto que a restrição quanto a alimentos impuros foi removida junto com o restante da Lei, talvez surja uma pergunta quanto à razão pela qual Pedro, cerca de três anos e meio depois, ainda não havia comido quaisquer animais ”‏impuros”‏. (Atos 10:10-15) Deve-se lembrar que o cancelamento da Lei resultou em grandes mudanças na vida dos seguidores de Cristo e, portanto, é razoável que tenha levado algum tempo para que avaliassem tudo o que estava envolvido.

      USO ILUSTRATIVO

      As características notáveis dos animais são mencionadas e usadas pelos escritores bíblicos para simbolizar uma variedade de qualidades e poderes. Às vezes, as características animais podem representar qualidades excelentes, tanto divinas como humanas. (Eze. 1:10, 11; Rev. 4:6, 7) Em outros casos, os animais podem ser empregados para representar poderes regentes selvagens, bestiais, que oprimem e esmagam o povo. — Dan. 7:2-7; 8:5-8, 20, 21; Rev. 13:1-17.

      USO E CONCEITO CORRETOS DA CRIAÇÃO ANIMAL

      Em conexão com a adoração sob a Lei mosaica, o gado bovino, as ovelhas e os cabritos achavam-se entre as criaturas aceitáveis para sacrifício. Tais animais deviam ser sadios, e não era admissível nenhum animal castrado. (Lev. 22:23-25) O uso de sangue animal como alimento, ou para qualquer outra finalidade que não fosse a sacrificial, era proibido. (Lev. 17:13, 14) A adoração de qualquer figura de qualquer animal, ou de outra coisa criada, era estritamente proibida. — Ex. 20:4, 5.

      A Bíblia inculca o tratamento justo e misericordioso das criaturas inferiores. Deveras, Jeová representa a si mesmo como o amoroso Provisor de sua vida e de seu bem-estar. (Pro. 12:10; Sal. 145:15, 16) A Lei mosaica urgia que se tivesse o cuidado correto com os animais domésticos.

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