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    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • dissemos: “Cremos que o uso do sangue tal como numa transfusão [para sustentar a vida], ou o uso dum componente do sangue para alcançar um objetivo similar, está evidentemente em conflito com a ordem bíblica de ‘abster-se de sangue’. (Atos 15:20)”

      Entretanto, que dizer de se aceitarem injeções de soros para combater doenças, tais como os usados contra difteria, tétano, hepatite por vírus, hidrofobia, hemofilia e incompatibilidade de RH? Isto parece cair numa zona de ‘questões limítrofes’. Alguns cristãos acham que aceitar uma pequena quantidade de derivado de sangue para tal fim não é manifestação de desrespeito pela lei de Deus; sua consciência lhes permite isso. (Veja Lucas 6:1-5.) Outros, porém, sentem-se conscienciosamente obrigados a recusar os soros, por conterem sangue, embora em quantidades minúsculas. Por isso, adotamos a atitude de que esta questão precisa ser resolvida por cada pessoa, por decisão pessoal. Exortamos a cada um a ter uma consciência limpa e a acatar a orientação de Deus, encontrada na Sua Palavra. — Sal. 119:105.

      ● Quanto deve o cristão preocupar-se com o sangue em produtos alimentícios?

      Deus disse a Noé, e, assim, a toda a família humana: “Todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento. . . . Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.” (Gên. 9:3, 4) Assim, os verdadeiros adoradores devem querer evitar comer carne com sangue nela, ou outros alimentos aos quais se acrescentou sangue.

      Isto pode exigir certo grau de cuidado. Por exemplo, em alguns países, os animais costumam ser estrangulados, ou mortos de outro modo, que deixa o sangue neles. Onde prevalecer tal costume, os cristãos usualmente compram carne apenas de comerciantes, açougueiros ou fazendeiros dos quais sabem que a vendem de animais devidamente sangrados.

      Entretanto, em muitos países, os regulamentos governamentais sobre o abate dos animais, como, por exemplo, nos Estados Unidos, requerem que os animais sejam devidamente sangrados. Por isso, os cristãos em tais regiões têm pouco motivo de preocupação. Podem comer livremente carne vendida nos açougues ou servida em restaurantes. (Veja 1 Coríntios 10:25, 26, onde se faz referência a carne oferecida a ídolos: “Comei de tudo o que se vende no açougue, sem fazer indagação por causa da vossa consciência; pois ‘a Jeová pertence a terra e o que a enche’.”) Todavia, talvez haja necessidade de indagar sobre a carne abatida localmente, tal como a carne de “caça’, quer obtida do caçador, quer num açougue ou num restaurante.

      Mas, que dizer de produtos alimentícios que talvez contenham sangue ou algum componente do sangue, tal como proteína de plasma?

      Alguns governos exigem que os fabricantes alistem os ingredientes na etiqueta do alimento processado. Os cristãos que verificaram as etiquetas já por algum tempo, talvez tenham notado que, na sua região, praticamente nunca se usa sangue nos alimentos. Portanto, talvez tenham corretamente limitado a leitura de etiquetas apenas às ocasiões em que havia motivo para se crer que talvez se tenha adicionado sangue.

      Entretanto, recentemente, a República Federal da Alemanha promulgou uma lei que permite aos frigoríficos usarem, sem o indicar na etiqueta, até 2 por cento (ou, em alguns casos, 10 por cento) de plasma sangüíneo desidratado em “salsichas vienenses, salsichas tipo Frankfurt e em produtos similares, inclusive em patês e roulades . . . bolinhos de carne, recheios de carne, fricassé, ragu, carne em banha, . . .” O que deve fazer o cristão consciencioso, em tais casos?

      Ele pode fazer indagação ao açougueiro ou fabricante. Relata-se que, em resposta a tal indagação, alguns fabricantes em certo país escandinavo prontamente asseguraram que o sangue não era ingrediente nas suas carnes processadas; não queriam perder a freguesia. Mas, em certos lugares, as Testemunhas que perguntaram aos açougueiros ou aos fabricantes de produtos de carne receberam respostas vagas ou duvidosas. Pode-se notar que, mesmo se a lei permitisse às firmas acrescentar algum sangue, sem declarar isso, não necessariamente quer dizer que todos, ou mesmo a maioria, o façam.

      Portanto, os cristãos precisam decidir individualmente o que fazer. A consciência de alguns talvez os induza a evitar tudo o que eles questionem seriamente, ou a fazer indagações conforme necessárias, para tranqüilizar sua consciência. (Rom. 14:23) Nos casos em que não parece possível obter uma informação absoluta através duma indagação razoável, outros cristãos talvez cheguem à conclusão: ‘Quando não houver nenhuma razão substancial para pensar que haja sangue presente ou não houver algum modo específico para eu saber disso, posso “passar a comer” de consciência limpa.’ Todavia, deviam tomar em consideração os sentimentos conscienciosos dos outros, assim como Paulo aconselhou. — 1 Cor. 10:28-30; Rom. 14:13-21.

      Os verdadeiros cristãos não devem ser indiferentes para com o sangue. Devem fazer o que podem para evitar uma violação clara da lei de Deus. O profundo respeito por esta lei é de importância central. Por fazerem o que razoavelmente podem para se ‘guardarem do sangue’, os do povo de Deus mostram apreço pela santidade da vida e do sangue que a representa. — Atos 21:25.

      ● O que eram os “vários batismos” mencionados por Paulo em Hebreus 9:10? Realizavam os hebreus batismos em água dos conversos?

      Não, o apóstolo Paulo referia-se às lavagens rituais exigidas pela lei mosaica.

      Considerando a adoração associada com o antigo tabernáculo, Paulo escreveu: “Esta mesma tenda é uma ilustração para o tempo designado que agora chegou, e, em harmonia com isso, oferecem-se tanto dádivas como sacrifícios. No entanto, estes não são capazes de aperfeiçoar o homem que presta serviço sagrado, no que se refere à sua consciência, porém, têm que ver apenas com alimentos, e bebidas, e vários batismos. Eram exigências legais referentes à carne e foram impostas até o tempo designado para se endireitar as coisas.” — Heb. 9:9, 10.

      Portanto, os “vários batismos” eram aspectos da adoração sob a Lei. Por exemplo, falando sobre certos animais impuros, a Lei dizia: “Ora, aquilo em que cair um deles no seu estado morto será impuro. . . . Qualquer vaso de que se faça uso será metido na água e terá de ser impuro até à noitinha, e então terá de ser limpo.” (Lev. 11:32) De modo similar, como parte de sua limpeza cerimonial, a pessoa tinha de lavar suas vestimentas e banhar-se. (Lev. 14:8, 9; 15:5) Os sacerdotes tinham de banhar se e as coisas que tinham que ver com ofertas queimadas eram enxaguadas. (Êxo. 29:4; 30:17-21; Lev. 1:13; 2 Crô. 4:6) Até o tempo de o Messias chegar, os judeus haviam acrescentado muitos ritos de purificação, que a Lei não exigia. Jesus relatou: “Ao voltarem do mercado, não comem sem se purificarem por aspersão; e há muitas outras tradições que receberam para se apegaram a elas: batismos de copos, e de jarros, e de vasos de cobre.” — Mar. 7:4.

      Durante os séculos em que Israel era a nação escolhida de Deus, os não-israelitas que adotaram a adoração de Jeová não tiveram de passar pelo batismo em água, mas tiveram de ser circuncidados. (1 Reis 8:41-43; Atos 8:27) João Batista foi o primeiro homem autorizado a batizar outros, batizando os judeus em símbolo de seu arrependimento dos pecados contra a Lei. (Luc. 3:3) O batismo em água, porém, tornou-se um requisito para os que aceitavam o cristianismo. Destinava-se a demonstrar que se tinham arrependido, dando meia volta e se dedicado a Deus. — Mat. 28:19, 20; Atos 22:16.

  • Médico apreciativo
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • Médico apreciativo

      QUANDO fomos visitar o Dr. M, explicamos-lhe que éramos Testemunhas de Jeová e que tínhamos algo para lhe entregar. Ele estava bem-humorado e mandou-nos logo entrar, sempre brincando conosco e dizendo: “Uma vez que entram, fica sendo uma consulta de 15 dólares!” Entregamos-lhe o folheto As Testemunhas de Jeová e a Questão do Sangue, explicando que cada médico, enfermeiro e advogado recebia um exemplar, para que estivessem melhor familiarizados com os sentimentos das Testemunhas e o motivo de não aceitarem sangue.

      O médico disse que, embora tivesse servido na unidade M. A. S. H., na Coréia, e tivesse dado sangue a muita gente, acreditava que cada um devia poder fazer a sua própria decisão sobre o que se faz com o seu corpo. Ele concordou também com o ponto de se tratar o “homem inteiro”, visto que impor sangue à força pode levar a problemas psicológicos.

      Depois de considerar João 17:3, ofereci-lhe as assinaturas para A Sentinela e Despertai!, explicando que lhe ajudariam a saber mais sobre a Bíblia e sobre como Deus aliviará a humanidade de tais problemas. Ele fez ambas as assinaturas, dizendo: “Acho que este é um bom investimento.”

      Ele contou por que tinha simpatia pelas Testemunhas de Jeová. Certa vez ficou enguiçado com o carro na Via Pensilvânia e outro carro veio em ajuda dele. As pessoas não só lhe ajudaram a levar seu carro a um posto de gasolina, mas continuaram com ele até que seu carro foi consertado e tinham certeza de que podia seguir adiante. Antes de partirem, deixaram com ele exemplares das revistas A Sentinela e Despertai!. Assim ficou sabendo que eram Testemunhas de Jeová. Ele fez diversas vezes a observação de como eram gentis com ele, indo além do costumeiro para lhe ajudar. — Contribuído.

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