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  • As obras-primas australianas do Criador
    Despertai! — 1971 | 8 de janeiro
    • Através desta passagem sai o excremento, a urina e os ovos. Sim, OVOS! As duas espécies de monotremos são os únicos mamíferos conhecidos que põem ovos.

      A maioria das pessoas já conhecem o ornitorrinco. Como se não ficasse satisfeito de ser um mamífero que põe ovos, o ornitorrinco acumula uma excentricidade sobre a outra, até que parece alguma brincadeira dum taxidermista. E assim parecia aos que aos primeiro o viram. Com efeito, quando se enviou uma descrição dele a alguns naturalistas britânicos, simplesmente se recusaram a crer no informe. Até mesmo quando se lhes enviou um pele seca, decidiram que era impostura. Por que toda essa incredulidade? Vejamos.

      Além de por ovos, o ornitorrinco tem a seguinte miscelânea: pele animal, condutos mamários, bico de pato, pés palmados, cauda pesada do tipo de castor, garras venenosas nos pés e bolsa nas bochechas semelhante à do macaco para estocar alimento. Pode imaginar a impressão que o ornitorrinco causou a estes primitivos naturalistas?

      Todavia, por causa desta miscelânea de dádivas, o ornitorrinco reflete a sábia perícia do Criador, tornando-o admiravelmente adequado para seu ambiente, de modo que floresceu até o advento do homem e da espingarda. Com esporões para escavar e pele para manter-se quente, está bem à vontade em terra, embora seu ambiente real seja a água. O mais maravilhoso de tudo, porém, é seu bico.

      Não se trata dum membro córneo e sem vida como o do pato. É altamente sensível — uma massa de terminais nervosas. Quando submerge e se impele pela poderosa cauda e pés palmados, seus olhos e ouvidos ficam hermeticamente selados e o bico assume o controle. Penetrando pelo limo, suga lama, areia e vermes! Vermes, e camarões grandes e larvas! Agora seu bico mantém-se ocupado em selecionar a carne da lama, estocando a primeira em sua bolsa das bochechas e expelindo a última até vir à tona em busca de ar e para consumir sua presa. Mantém-se ocupado, legitimamente, pois come a metade de seu peso em vermes por dia. Isto explica por que, em cativeiro, custa mais de ser mantido do que um elefante.

      Além de funcionar como orelhas, olhos e nariz quando nada, seu bico se torna um radar embutido quando escava. A Nature Library (Biblioteca da Natureza) de Life, tem o seguinte a dizer: “O bico do ornitorrinco é uma massa de nervos que transmite sensações táteis . . . Quando escava, o ornitorrinco, segundo se diz, possui misteriosa consciência das cavidades na terra adiante, o que o habilita a evitar romper adjacentes coutadas de coelhos, buracos de ratos ou outras cavidades de ornitorrincos.” Similarmente, sente as raízes das árvores e as rochas que estão adiante, desviando-se antes de atingi-las. Não concordaria que o ornitorrinco se acha maravilhosamente adaptado para seu ambiente?

      O mesmo se pode dizer do outro membro da família dos monotremos, a équidna. Como o único outro mamífero que põe ovos, poder-se-ia esperar que se assemelhasse ao ornitorrinco. Mas, além de por ovos, assemelha-se ao outro esperar que se assemelhasse ao ornitorrinco. Mas, além de pôr ovos, assemelha-se ao outro apenas de duas formas: Ambos amamentam seus filhotes e ambos têm uma única saída para o corpo, ou cloaca.

      O nome mais comum, tamanduá espinhoso, revela melhor a aparência da équidna. Em realidade, parece-se muito ao porco-espinho, exceto que seus espinhos são mais curtos, mais grossos e extremamente aguçados. Suas pernas curtas e poderosas se acham admiravelmente feitas para meter-se em cupinzeiros duros como o ferro em busca de sua dieta favorita, os cupins.

      A équidna dispõe também duma bolsa. Ou, declarando-se melhor, pode produzir uma à vontade. Depois de ter chocado o filhote, a fêmea, por contração muscular, forma uma bolsa em torno das glândulas mamarias, e nela, por meios que não conhecemos, é colocado o filhote. Ali permanece como hóspede, lambendo a superfície saturada de leite para nutrir-se, até que seus espinhos comecem a formar-se e deixe de ser um ocupante pacífico do berço carnal da mamãe. E lá se vai ele!

      Além destas, a équidna possui outras características singulares. Uma destas é sua prodigiosa força, apesar de ter apenas uns cinqüenta centímetros de comprimento e pesar apenas de novecentos gramas a um quilo e trezentos. Certo naturalista provou isto quando manteve uma a noite toda para a sua segurança em sua sala de estar. Por volta da manhã, nos esforços de conseguir um meio de fuga, a équidua havia arrastado toda peça de mobília pesada para longe da parede! Somente um fogão de ferro a derrotara — achava-se preso à parede!

      Outro atributo interessante da Sra. Équidna é a sua habilidade de escavar verticalmente — em grande velocidade! O focinho e as garras se unem em mover até mesmo pedrinhas duras de debaixo dela para os lados e para cima a uma velocidade que a abaixará, escondendo-a da vista, em cerca de um minuto, não raro deixando visíveis alguns espinhos agudos para pegar qualquer nariz ou garra perscrutadores. Por fim, há a sua habilidade de achatar-se e penetrar por uma abertura de apenas dois centímetros e meio.

      O que acha? Pode ver em toda essa grandiosa variedade a mão dum Criador sábio? Sim, podemos ser gratos pelos lampejos que nossa busca nos deu das obras-primas australianas do Criador.

  • O que dizem sobre suas igrejas
    Despertai! — 1971 | 8 de janeiro
    • O que dizem sobre suas igrejas

      A CONFUSÃO nas religiões da cristandade se acha bem difundida nas notícias. Sem dúvida está a par da dissensão que domina as igrejas. Os sacerdotes criticam agudamente seus superiores. Os ensinos eclesiásticos e as milenares diretrizes eclesiásticas são abertamente questionados. Todo mês, dezenas de clérigos, tanto da alta como da baixa hierarquia, e muitas freiras, abandonam suas posições na igreja. Os seminários noticiam que os inscritos se tornam cada vez menos.

      O quinhão que este tumulto ceifou na influência da igreja se tornou enorme. Em muitos lugares, o comparecimento à igreja se reduz continuamente. O apoio

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